Supernanny

Mesmo antes de ser mãe, sempre adorei programas com temáticas familiares (se tivesse TV a cabo viveria assistindo Home&Health), tipo Troca de Esposas, Adolescentes Rebeldes e até Pequenas Misses! Agora o campeão com certeza é Supernanny, até o do SBT eu já assisti e confesso, aprendi muita coisa, porque ali você aprende o que fazer e o que nunca se deve fazer!


Para vocês entenderem o final da história, preciso contar um detalhe! Há algumas semanas eu mudei todo o quarto da Sophia, troquei guarda-roupa, cômoda e cama de lugar. Decidimos (eu e papai) que Sophia já poderia ter televisão no seu quarto, a gente não agüentava mais ter que assistir filmes todos os dias, então com uma televisão no quarto, o DVD ficaria por lá para passar os filmes e a gente poderia ficar na cama assistindo qualquer outra coisa. Então resolvi deixá-lo quase pronto, colei papel de parede, só não instalei a nova luminária de teto porque tenho medo de levar choque! Ficou lindo, embora tenha faltado um pedaço do papel de parede bem em cima da cama, mas isso é detalhe!


Então agora voltamos para os fatos. Era um sábado, dia de dormir até mais tarde – teoricamente, porque aqui isso não acontece. Não sei se existe alguma anormalidade, mas durante a semana, que Sophia teria que acordar cedo por causa da escola, dorme; final se semana que pode acordar às 11 horas, ela levanta às 8h! Enfim, acordamos juntas, fui fazer leite quentinho para nós duas e a deixei no quarto brincando (entende-se por filme na televisão e muitos brinquedos no chão). Tomamos café da manhã e fui para a cozinha fazer bolo, lavar louça, ...., enfim, fui pra escravidão! Passado um tempo ficou muito silêncio lá pra dentro, e quem é mãe sabe, silêncio demais não é bom! 


Fui dar uma olhada e de cara vi que tudo estava fora de lugar! Todos os brinquedos que ficavam encostados na parede estavam afastados. Olhei do corredor e perguntei "filha, o que você está fazendo?"; Sophia me olhou, mostrou a parede e respondeu "olha mamãe, a Sophia desenhou" ......... Meu coração parou por uns cinco segundo para eu me preparar para o que viria e veria. Sophia rabiscou
TODA a parede, inclusive o papel de parede! Sério, meu sangue subiu, meu coração acelerou e a mão levantou de tal maneira que eu tinha certeza que seria a primeira vez que eu iria realmente bater na Sophia.


Eu não posso mentir, já dei algumas palmadas. Teve um período (ele encerrou há pouco mais de um mês) que Sophia ficava brava, irritada porque a gente não deixava ela subir no rack da sala e pular (estou errada em não deixar minha filha pular sobre um rack de madeira que além de machucá-la poderia quebrar), dai ela vinha na nossa direção e nos batia. A gente chamava a atenção e ela batia novamente, aí eu dava um tapinha no mesmo lugar e falava "A mamãe disse que faz dodói, viu como machuca"; daí ela vinha e pedia desculpas. Mas bater, dar "surra", nunca! Mas nesse dia eu achei que seria a primeira vez.


Respirei fundo e falei "Meu Deus do céu, filha o que você fez!? Isso está horrível!! Você estragou toda a parede. Por que você fez isso?!". Ela sentou na caminha dela, respirou fundo, encheu os olhinhos de lágrima e falou "Desenhar é só no papel mamãe, desculpa!"; começou a chorar, me abraçou e pediu desculpas novamente. Eu me abaixei até a altura dela (aprendi com a Supernanny) e falei "Tudo bem filha, e desenhar é só no papel! Promete que nunca mais fará isso!". Ela me abraçou, beijou e arrumou todo o quarto que ela bagunçou!

Foi a maior prova de maternidade que já tive! Não estou aqui para condenar quem bate, nem dizer que não bater é a melhor coisa. Realmente eu não sei! Só sei que naquele momento eu decidi que iria ser diferente! Eu nunca apanhei, minha mãe dava tapa no ar, fingindo que não me alcançava e meu pai, putz, ele puxava minha orelha! Como doía!


Não sei se bater num filho faz dele mais marginal ou mais educado, sinceramente! Na Bíblia existe um versículo que diz
"Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá". Provérbios 23:13. Conversando há um tempo com uma amiga que é responsável pelo ministério infantil da igreja, ela me disse que hoje em dia, se um pai vai em direção ao filho para bater, que seja um tapa no popozinho (é assim que Sophia chama), a criança já aprende na escola que é crime e responde ao pai "se você me bater eu te denuncio, palmada é crime". Serio, acho que se minha filha fala isso para mim, me desculpem, mas aí que o sangue iria realmente subir. 


Sei que posso levar muitas palmadas por esse texto, mas acho que a maternidade faz isso com a gente, mexe em assuntos que antes de sermos mães, parecem extremamente longínquos, mas quando nasce um filho, nasce uma mãe, nasce um novo conceito de valor! 
Tem como ficar feliz com essa "obra de arte"!?!?
PS ... Desculpem a péssima qualidade da foto, foi tirada com o celular!!


 



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A benção de ser vovó!

Quando eu e minha mãe soubemos que eu estava grávida, ela foi minha maior aliada, cúmplice e, em muitos momentos, o meu motivo de choro. Sabia que lá no fundo havia decepcionado ela. Não era isso o que ela queria. Não que não quisesse ser avó, pelo contrário, há tempos pedia por um neto, mas esperava que viesse da minha irmã, que além de mais velha do que eu, na época estava noiva. Mas, eu inverti os papéis, as responsabilidades e engravidei. Na verdade, eu a desobedeci!

Muitas pessoas falaram “Você vai ver, depois que nasce, é uma alegria só!”. Em nenhum momento nos passou outra idéia senão de alegria, mas o que ainda contava é que EU, a caçula, o bebê da casa estava esperando outro bebê! Me lembro muito bem quando fomos fazer uma ecografia muito delicada, afinal, como não tivemos pré-natal, se houvesse alguma deficiência com o feto, teríamos que correr contra o tempo. O médico, muito querido por sinal, falava para nós duas (eu e mamãe) que estava tudo muito bem, e que Sophia realmente nasceria no início de fevereiro. Minha mãe rapidamente falou “Meu Deus, então precisamos correr com os pacientes, terminar os casos de prótese e correr com o enxoval da Sophia, blá blá blá”; o médico continuou a fazer a ecografia e falou “Antes dos pacientes e da Sophia, o maior cuidado é com a mãe da Sophia, sem ela, não terá secretária sem Sophia”.

Sophia “nasceu” na casa dos meus pais, ela é meio filha meio neta. Ela é inteira amor. E tenho certeza se existe algo que faz o sangue da minha mãe pulsar, seu coração acelerar, seu olho brilhar, seu sorriso aparecer, é Sophia. Do erro, um acerto. Sophia é a sabedoria que faltava nas nossas vidas.

Por tudo o que você já fez, por tudo aquilo que você faz, por tudo o que sei que fará ... parabéns mãe, por hoje ser a vovozinha mais linda e perfeita que Deus podia dar a minha Sophia! E titia Tatá, o Moisés virá em breve e você com certeza saberá o que é viver esse momento!

A todas as vovós, meus parabéns! Que Deus possa abençoar com muita sabedoria cada dia. Não se culpem pelos “erros” como mães, se dêem ao direito de fazer tudo com seus netos (eu falo, mas fico brava com umas coisas que minha mãe faz com a Sophia), porque, sem vocês, nós e eles não seriam nada.

Há tempos tenho esse texto salvo no computador. Desde muito antes do blog, havia até esquecido. Chegou a hora de usá-lo! Espero que gostem! Bom dia para todas as vovós!

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo... Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações — todos dizem isto embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto — mas acredita. Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meus Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda. E então um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis — aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho certeza que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que os netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. No entanto — no entanto! — nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela , em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar. Já a avô, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café — café! — mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parece com o lápis dizendo que foi sem querer — e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna. Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto. E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno. E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade... Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho — involuntariamente! — bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois, o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.”

A Arte de Ser Avó – Raquel de Queiroz

Parabéns para a vovozinha mais linda do mundo!!!

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Todo dia ela faz tudo sempre igual ...

Ehh, a rotina nossa de cada dia! Voltei! Depois do susto com a bisa Olívia (minha vovó), veio uma amigdalite na minha mamãe, provavelmente em virtude dos acontecimentos com minha avó, mãe da minha mãe, a imunidade baixou e ela quem ficou de cama, daí mais uns dias de férias e nessa segunda-feira, tudo volta ao normal, se Deus quiser!

Antes de qualquer coisa, preciso anunciar quem foi a vencedora do sorteio da Tikebum Etiquetas Personalizadas. Confesso que fiquei bem triste quando vi que quatro amigas participaram do sorteio. O importante é que vocês participaram. Então ... o kit de etiquetas personalizadas Tikebum vai para.......

As participantes





Parabéns!! Mil desculpas pela demora em publicar e sortear! A Tikebum já está confeccionando seu presente e enviará para você! Daí, peço que escreva para mim como foi receber seu kit Tikebum!

Depois de muitos sustos e correrias, estamos melhores. Minha avó está bem, graças a Deus e minha mãe já está melhor. Incrível como uma notícia pode nos trazer coisas boas e ruins. Olhem isso! Minha mãe não agüentava de dores no corpo, e começou com febre. No sábado, sem agüentar mais, foi para o hospital. Lá foi atendida por uma médica suuuuuuper abençoada que provavelmente estava muuuuuuito feliz em estar de plantão no sábado a tarde. Minha mãe entrou na salinha de atendimento, narrou todo seu quadro e a médica disse que ela não tinha nada. Minha mãe acrescentou a narrativa o fato que tivemos a noticia da queda da minha avó, que precisamos viajar as pressas para Cruzeiro do Oeste, e a médica respondeu “Não estou aqui para saber do que aconteceu na sua vida, quero saber por que você está aqui” .... Depois desta pérola, a abençoada verificou as amígdalas e viu uma infecção. Perguntou se minha mãe tinha algum antibiótico, antiinflamatório em casa, minha mãe respondeu “Tenho XXXXX, porque tive pneumonia no início do ano”. A médica olhou pra ela e num tom muito “auspicioso” comentou “Nossa, você está azarada hein! Pneumonia no início do ano, agora amigdalite”. Meu, na boa, com uma médica plantonista dessa, pra que antibiótico! Só de agüentar ouvir essas bênçãos, já significa que você está bem de saúde, física, mental e espiritual!

Como uma palavra pode acabar com o nosso momento, dia, até mesmo nossa vida! Eu não sei se alguma de vocês já passou por momentos assim, de ouvir, ter que ouvir algo que você tem certeza que não precisava ouvir! Eu ouvi muuitas coisas quando engravidei. Desde a pérola mágica da minha sogra “Mas você não toma pílula”, comentários de pacientes do tipo “Agora é ver o que vai fazer, porque se eu fosse você Marly (Marly é minha mamãe), eu deixava passar necessidade para ver se aprendia” ou até mesmo “Mas, a Marcella não deu o golpe da barriga, já que o moço tem dinheiro” .... melhor deixar quieto né?!

Mas aprendi que a palavra de tanto poder, mas tanto poder, que ela exalta ou despreza uma pessoa. E mais do que aquilo que falamos, é como falamos, e ainda tem como a pessoa interpreta! Muitas vezes, é daí que começa uma fofoca, e com isso o término de uma relação, seja ela entre casais, amigos. Quer um exemplo. Vou contar algo que aconteceu comigo, e não tem muito tempo.

Estudei quase minha vida inteira num mesmo colégio aqui de Curitiba. Foi lá que conheci o Ramon. Nesse mesmo colégio, tinha um grupo de amigas; nos conhecemos na quarta série do ensino médio. Umas ficaram mais tempo, outras menos, mas o que importa é que enquanto estudávamos juntas éramos amigas. Brigávamos, mas sempre fazíamos as pazes. Sempre tive mais afinidade com uma delas, e nesse tempo, foi a única que mantive a amizade. Pois bem, há um ano e meio, mais ou menos, uma delas resolveu reunir todo o pessoal para um encontro. E nós fomos. Foi muito gostoso, muito divertido, rever, relembrar, dar risada, afinal todos haviam crescido! Como eu e Ramon morávamos sozinhos, tínhamos nossa própria casa, começamos a marcar encontros quase que mensais na nossa casa. Fizemos churrascos, jantares.

Não sei se isso acontece com vocês, mas, eu só abro a porta da minha casa para quem eu gosto muito. Não consigo receber alguém que não queria estar recebendo.

Enfim, com o passar o tempo, fui notando e sentindo que minha casa e, conseqüentemente eu, só éramos lembradas quando precisavam dela. Mas achei que fosse um sentimento meu, afinal, era notório que enquanto todos, ops, todas se falavam, se encontravam, eu só era lembrada quando precisavam da minha casa. O tempo passou, esse sentimento aumentou, até que nos mudamos e eu fui cobrada por não ter “comunicado que eu me mudaria; que eu não havia perguntado, pedido sugestão sobre minha mudança” ... ??????? Depois desse fato me afastei. Fui procurada pelas minhas “amigas”, afinal, elas queriam conhecer minha casa nova (??????) e eu mais uma vez abri! Pedimos uma pizza e quando fui ao quarto fazer Sophia dormir, acabei adormecendo junto. Depois disso, não houve mais encontros. Em dezembro do ano passado, fui ao “Encontro com Deus” e minha irmã procurou essas “amigas” para que elas me escrevessem um carta. Duas escreveram! Chorei com ambas. Para uma delas, aproveitei uma ligação que precisei fazer para pedir um favor para agradecer, uns cinco dias depois; para outra, mandei um email sete dias depois.

Passaram-se meses, quando nos reencontramos. O clima era outro, mas não sabia porque! Dias depois recebi um email de outra terceira amiga “eu sei que você brigou com as meninas, mas continuo gostando de você!”. OI? Hã? Perdi alguma coisa?

Fui atrás! Fui chamada de falsa, adultera, mentirosa, invejosa e mais, onde já se viu, com visitas em casa e eu fui dormir, má educada! Essas foram algumas das palavras proferidas por uma amiga para mim! Esqueci de mimada e que tenho tudo o que quero, mas sou infeliz porque não tenho na hora que quero. E que enquanto eu me preocupo se minha filha tem Barbies verdadeiras, o mundo tem crianças passando fome na África e países estão em guerra. Sem contar, que enquanto eu me preocupo com a marca do notebook que eu vou comprar (?????), eu deveria me preocupar em fazer uma faculdade, afinal, sem faculdade, ninguém chega a lugar nenhum!

Essa minha “amiga” tem um filho. E ela ousou me escrever que, além de eu não fazer faculdade, o pouco que fiz, eu faltei as aulas de “interpretação de texto” (?????????) e enquanto eu me preocupo se na escola em que minha filha estuda tem ballet, ela procura educar o filho dela para fazer uma boa faculdade federal.

Já chorei muito por causa dela e de tudo o que ela me disse, escreveu, pensou, proferiu, fofocou! O que mais me fez sofrer, é que o mais básico ela nunca olhou, eu abri a porta da minha casa para ela!

A palavra tem um poder tão grande, que mata os sentimentos, os sonhos, as amizades, o respeito. Não é de hoje que pensei em escrever esse desabafo muito pessoal. Num cantinho tão voltado para a maternidade, poderíamos pensar, mas o que isso tem haver com ser mãe?  Eu respondo: queremos que nossos filhos hajam assim?! Não estou aqui me colocando como vitima, mas, o que falamos para nossos filhos? E, o que queremos que eles falem!

Imaginem que tristeza seria ouvir seu filho falando um amiguinho de invejoso! Pode até ser que ele seja, mas daí apontar o dedo e julgar! E nós, mães e pais, quantas vezes já falamos “essa criança é impossível, não tem jeito”. Claro que tem! Aquilo que falamos para nossos filhos, é aquilo que queremos dele e para ele. A estrutura familiar é a base, o relacionamento mãe/pai; mãe/avós; mãe com ela mesma. Essa minha “amiga”, não ficou com o pai do filho após o nascimento da criança, quer dizer, tentaram mas não deu certo, e hoje ela infelizmente busca em outros companheiros essa “felicidade”, e para piorar, não aceitou o fato de ser mãe em tempo integral. O filho (palavras minhas e pela convivência pude ‘sentir’ isso) desenvolveu doenças para que a mãe parasse o mundo para ficar com ele, então o pediatra aconselhou que ele não freqüente escolas nem creches até completar 4 anos, e como ela não se dá bem com a mãe nem com a sogra, precisa ficar com o filho! E isso não há faz feliz! Ela quer ser ótima mãe, excelente profissional, perfeita esposa e...... se a gente não é feliz com a gente mesma, nada nem ninguém nos completará!

Acho que me escrevi demais para esse retorno ao blog. Mas é que as coisas foram fluindo e eu precisava de alguns, digamos assim, desabafos no meu divã! Obrigada pela paciência de quem leu tudinho! Agora que voltei a trabalhar, voltarei a escrever e visitar meus cantinhos queridos! Mais uma vez, perdão pela ausência. 

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Sobrevivi!

Voltei! Depois de duas semanas sem “blogar”, aqui estou escrevendo a saga das minhas férias. Mas antes de qualquer coisa, preciso dizer, estava morrendo de saudades de tudo que envolve nosso mundinho!

Tudo começou no dia 11/07, segunda-feira passada, quando saímos de férias do consultório. A escola da Sophia entraria em férias e, como não há mamãe nem vovó que pudesse ficar com ela, “fechamos” o consultório e mamãe e vovó mimaram muuuuito a princesa. Como não tenho computador em casa, precisei me afastar no blog. Afinal, não tinha como, nem me peçam para vir ao consultório nas férias para escrever e postar. Um minuto aqui seria um minuto de telefone tocando sem parar, e se tem uma coisa que aprendi a odiar nesses anos de trabalho é toque de telefone. Ninguém liga aqui simpático, é só problema e querendo horário para agora!

A semana de férias da escola terminou no dia 15, sexta-feira. Tudo ótimo, cheio de novidades e amor infinito. Quando no sábado pela manhã minha mãe recebeu um telefonema que minha avó estava muito mal de saúde e precisaria ser internada naquele dia. Como sou gente grande e moro com minha nova família, minha mãe e minha irmã passaram a manhã tentando me ligar e perguntar se a gente ia para Cruzeiro do Oeste – Pr, cidade onde minha avó mora. Eu deixo o celular desligado, e então minha irmã foi até minha casa e decidimos que iríamos, eu e Sophia. Nosso carro não é muito bom, então impossível viajar com ele, então meu maridinho ficou!

Como Cruzeiro do Oeste fica à 580km de Curitiba, a viagem foi durante todo o dia. Mas Sophia, princesa que é, se comportou como rainha! Nunca tínhamos viajado por tanto tempo, e ainda mais dentro de um carro com cinco pessoas. Imagine uma criança de dois anos e cinco meses, não podendo andar, correr, brincar! Era só ficar sentada, teoricamente só na cadeirinha, mas é impossível. O jeito foi levar muitas canetinhas, giz de cera, cadernos, Woody, Buzz e Jessie.

Minha avó só tinha visto Sophia com 2 meses e depois com 10 meses. Então, para Sophia, minha avó era uma pessoa estranha, e ainda mais, estava toooda machucada. Ah, é, esqueci de dizer o que houve com a minha avó. É o seguinte: minha avó tem um problema cardíaco. Por isso, ela toma muuitos remédios. Com esse monte de remédio, deu gastrite. A gastrite era tão grande, que minha avó parou de comer. Resultado: ficou fraca e desmaiou três vezes em questão de duas horas. E essas três quedas, foram tão fortes, que ela não teve força para se proteger com os braços e caiu de rosto no chão. Então o rostinho dela ficou super inchado, roxo.

Bom, Sophia chegou na casa da bisa, entrou sem estranhar, chegou pertinho dela, e falou “Oi bisa, eu sou a Sophia”, abraçou e beijou. Chorei. Não estranhou nada nem ninguém. Adorou a casa da bisa, brincou com o biso. Foi tudo tão abençoado.

Os dias foram gostosos, meus avós ficaram muito felizes de rever e reconhecer Sophia.

Graças a Deus, pudemos voltar essa semana mesmo. E ontem foi o dia da volta. Tudo ótimo, tudo maravilhoso. Até que o carro do meu pai que não é lá muito novo, quebrou! Ficamos parados no meio do nada por uns quarenta minutos sem saber o que aconteceria. Imaginem Sophia! A maior preocupação era com ela. Mas princesa que é, adorava tudo! Até chorou quando o carro foi consertado e pudemos sair da oficina mecânica no meio do nada!

Era passadas das 22:00 horas quando enfim, chegamos em Curitiba. Glória a Deus! Que viagem. Tinha momentos que me sentia no filme “Pequena Miss Sunshine”. Mas no final, tudo deu certo.

Então, venho aqui explicar minha ausência! Sem crédito no celular, ficou mais difícil acompanhar a mommysfera! Tem um sorteio que precisamos realizar, das etiquetas da Tikebum, que infelizmente só tivemos 4 participantes, mas obrigada a cada uma pela confiança, prometo fazê-lo em breve! Emails que não respondi, Cami me desculpe! Agradecer por cada palavra de força e animo do último post, saibam que foi a força que me sustentou e, prometo em breve mostrar o novo visual: loira, cabelos curtos e 7kg a menos! Cada palavra foi benção na minha vida, e obrigada por vocês existirem na minha vida! Nos conhecemos no mundo virtual, mas o amor é muito real!

Obrigada pessoal! Muito obrigada! Fiquem na paz do Senhor e prometo não sumir mais!

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TOC TOC TOC ... quem bate??

Bom se fosse o frio! Dessa vez foi aquele sentimento mais chato, mais malvado, mais maligno que bateu a porta da minha vida ... aquele sentimento de .... depressão! Ela já bateu a sua porta?! Na minha ela já bateu, já entrou, saiu e ontem veio me visitar e insiste em não querer sair.

Já parei e pensei muitas vezes no “por que” dela ter vindo. Se for conversar com alguém, podem (e vão) me responder “mas você tem tudo!!”.Mas o que é “ter tudo”?!? Sei que se for comparar minha vida com a de outras pessoas, eu realmente tenho muita coisa, tenho saúde, uma família com saúde, cama e banho quentinho, comida, trabalho, plano de saúde, carro ... mas sabe quando você olha para isso e pensa “mas se eu for olhar isso eu me conformarei com tudo a minha volta”. Não quero me conformar, quero viver!

Minha história pode ser considerada “normal”, quem não deve ter na família alguém que engravidou solteira e passou apuros no início e deu a volta por cima. Mas daí voltamos ao “conformismo”.

Mas ontem me bateu aquela tristeza. Sabe por que? Porque hoje eu não vejo a minha (estou dizendo MINHA) vida tomar o rumo que eu gostaria, sonhei ou desejei. Tenho um marido que amo e escolhi, tenho uma filha que mesmo vindo antes da hora é minha paixão e sou louca por ela, tenho pais e uma irmã abençoados que cuidam muito de mim. Mas a tristeza veio mesmo assim!

Fui fazer aquela auto-analise. Orei muuito para Deus e pedi que Ele me revelasse aonde estava a minha dor. Acho que achei. Sabe quando você olha para toda a tua vida e pensa “aonde está o MEU momento”. Eu parei e olhei que eu não tenho o MEU momento, aquele momento em que você esquece do mundo e curte, ou que as outras pessoas façam por você.

Como assim?? Eu explico. Eu acordo cedo, faço meu toddão (leite com toddy), me arrumo, arrumo Sophia, trago ela para a escola (as vezes de táxi, as vezes papai Ramon nos traz) e vou pro trabalho. Trabalho no consultório odontológico da minha mãe fazendo tudo aquilo que a dentista não faz, desde atender o telefone até sugar as salivas alheias (eu sou aquela pessoa que os pacientes odeiam, que fica com aquele sugador sugando sua saliva). Hoje eu gosto de consultório, mas dizer que meu sonho era trabalhar aqui, longe disso! Se gostasse teria feito odontologia. Trabalho das 9h00 às 19h00. O Ramon me pega e vamos buscar Sophia na escola, as vezes ele tem que alterar a ordem porque a escola fecha as 19h00 e eu sairei mais tarde do que isso. Tem dias que vou para minha casa, outros vamos para a casa dos meus pais (eu já passei o dia todo com minha mãe e fico mais um pouco). Se vamos direto para casa faço janta ou lanche, tomo banho com Sophia e arrumo a casa; se vamos para casa dos meus pais, Sophia toma banho por lá e algumas vezes jantamos. Independente das rotas, Sophia só vai dormir lá pelas 23h15/23h30 e se o Ramon tem ensaio eu só tomo banho meia noite e durmo!

Alguém viu em algum momento eu dizer que faço alguma coisa para mim? NÂO! Aí está minha “tristeza”, eu não faço nada para mim, por mim! Meu momento meu é o blog, que o faço entre uma consulta e outra. Não tenho o prazer de estar em casa e parar e pensar sobre o que ver, ler, escrever.

Não estou reclamando. Longe disso. Estou desabafando! Semana passada foi meu aniversário. Não ganhei nenhum presente, MENTIRA, ganhei um presente maravilhoso de uma amiga ainda virtual dessa mommysfera que eu tanto amo e um mini kit de fondue de uma paciente da minha mãe. Mas posso afirmar que foi o melhor aniversário da minha vida! Não levei Sophia para escola, o Ramon também “matou” aula e fizemos uma festinha da minha mãe, com bolo e salgadinhos. Mas valeu, porque vi que um ano terminou e outro muito abençoado iria começar. Na sexta-feira fui no culto de libertação da minha igreja e foi benção de Deus! Amanheci sábado renovada. Arrumei toda a minha casa, mudei móveis de lugar, arrumei o quarto da Sophia, estava feliz! Domingo, foi festa julina e estava muuuito alegre. Mas daí veio a segunda, terça e ontem (olha só, comecei a escrever esse texto ontem mas nem tempo tive de concluir e postar, então aqui estamos na quinta-feira) e desabei.

Hoje, quinta-feira, acordei mais disposta, mas animadinha! Acho que começando a ver um pequeno feixe de luz no fim do túnel. Li uma vez uma frase que peguei para mim como lema “No final, tudo da certo. Se não deu, é porque não chegou ao final.”. E é isso aí ... vai dar tudo certo. Agora como, quando, onde, quem e porque (olha os resquícios da faculdade de jornalismo), aí está nas mãos de Deus.

Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia Nele, e Ele o fará.

Salmo 37:5   





Já participou do sorteio das etiquetas personalizadas Tikebum?! Então participe! Não precisa ser somente com o nome do frutinho, nem etiquetar material escolar. Vale para identificar objetos de/no trabalho também! Então acessa o link do sorteio http://monmaternite.blogspot.com/2011/07/vamos-etiquetar.html e participe! O passo-a-passo parece difícil, mas é super fácil ... espero você!!

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Vamos etiquetar?!

Nossa parceira Tibekum nos presenteou com um sorteio muito gostoso! Iremos sortear um kit! Eba! Para quem não lembra eu falei dessa parceria aqui http://monmaternite.blogspot.com/2011/06/felicidade-e-pouco.html no blog. Eu testei e super aprovei. Etiquetei várias coisas da Sophia, desde uniforme até brinquedos e são ótimos!

Tag do "Kit Maternal", são duas, estão lado a lado para vocês verem a frente e o verso!

Na alça na mochila de rodinha da escola!

A Jessie agora está devidamente etiquetada!

Se o Andy é o dono do Woody no filme, lá em casa ele é da Sophia!

O chapéu também foi etiquetado!

Esse outro Woody é bem madrinho, mas deu certinho!

Uniforme, devidamente identificado!

Tudo isso pode ser seu!!!


Como as férias vêm aí, pensei em fazermos agora para que na volta as aulas tudo esteja organizado. É claro que não é só para coisas da escola, dá pra etiquetar material do trabalho, usar em scrapbook e muitas outras coisas. E aí, topam?!?

OK, vamos as super regras para o sorteio TIKEBUM etiquetas personalizadas!
O sorteio terá início hoje, terça-feira, 05/07/2011 e terá encerramento no dia 15/07/2011, sexta-feira à meia noite. A Tikebum me passará todos os participantes e faremos o sorteio a moda antiga, com papeis e filminho, como venho fazendo todos os outros, no sábado, 16/07/2011. De acordo?!?

01* NÃO precisa seguir o blog, mas se seguir ficarei honrada!!;

02* Visitar o site www.tikebum.com.br;

03* Faça um pedido. Será gerado um Nº para participar do sorteio. Se desejar receber as etiquetas e participar do sorteio escolha qualquer forma de pagamento e efetue o pagamento. Se desejar apenas participar do sorteio, escolha a opção de pagamento boleto bancário e NÃO efetue o pagamento;

04* Siga os passos abaixo:

1ª Página - HOME - Clique na etiqueta escolhida ou no splash kits. No caso de kits, na página seguinte, basta clicar no nome do kit;

2ª Página - Montagem da etiqueta: digitar nome, escolher cor, fonte e desenho (opcional), optar pela quantidade e clicar em COMPRAR.

3ª Página - Carrinho de compras, digitar o CEP, clicar enviar CEP e logo após em Finalizar Pedido.

4ª Página - Preencher seus dados, confirmar endereço de entrega, escolher forma de pagamento (obrigatoriamente boleto bancário se desejar apenas participar do sorteio), escolher a opção “Blog Mon Maternité” na pergunta “como conheceu a Tikebum Etiquetas Personalizadas?”, digitar o código 300 do “Você possui um código de representante?”, clicar em PAGAR,.

5ª PáginaSerá exibido: PEDIDO RECEBIDO COM SUCESSO. Você irá receber em seu e-mail a confirmação do pedido.

05* Só participarão do sorteio os pedidos que seguirem todos os passos solicitados acima;

06* Quer tiver Facebook pode “adicionar como amigo” a página da Tikebum;

07* Voltar aqui no blog e comentar que participou com sucesso!  

08* A ganhadora receberá o KIT, através do correio. Para confeccionar e enviar o KIT, serão utilizadas todas as informações do pedido efetuado para participar do sorteio. Caso deseje alterar algum dado, entre em contato com a Tikebum;


As regrinhas para participar dentro do site parecem complicadas mas são muito fáceis! É só seguir o passo a passo direitinho. Qualquer dúvida, é só entrar em contato com tikebum@tikebum.com.br ou maternite@live.com

Obrigada pela confiança e.... boa sorte!

5 comentários :

VIVA!!!!

“Eta trem bão ‘sô’”!! Boa semana para toooodos vocês! Pois é, esse foi o final de semana do sorteio da Bebêchila Tiracolo! Como combinado, as participações foram até sábado, 02/07 ao meio dia e na parte da tarde realizamos o sorteio, eu e Sophia. Tudo perfeito, se não fosse um pequeno detalhe ...... como postar o vídeo do sorteio se a gente não tem computador!! Então, hoje estamos aqui, para relevar o nome do(a) grande vencedor(a).

Primeiramente gostaria de agradecer a todos pelo carinho. Esse sorteio foi um sucesso! Foram 38 participações, que benção! Minha vontade era de dar uma cada cada um, mas infelizmente ainda não posso, mas em breve Deus me dará esse privilégio!

Então, é chegado o grande momento ... a Bebêchila Tiracolo vai para .....





Parabéns! Aguarde que entrarei em contato por email com você!

Daí vocês podem pensar “mas e ontem, porque não foi na casa da vovó postar o vídeo?”, porque ontem foi a festa julina (sim, quando é no mês de julho, chamam de julina) da minha princesa Sophia.

Aqui em Curitiba estava frio, frio, frio, uma chuva torrencial, foi preciso chamar o Noé com sua arca para nos levar até a escola, mas valeu muito a pena! O maternal II já dançava, há mais ou menos três semanas eles estavam ensaiando a dança, e como são pequeninos, a escola chamou os pais para dançarem juntos com os frutinhos para eles não se sentirem pressionados. Foi emocionante! Papai Ramon foi de camisa xadrez e chapéu e mamãe de vestido xadrez, pintinha no rosto e maria-chiquinha nos cabelos, Sophia claro a caipirinha mais princesa do mundo! Dançamos muuito, Sophia sabia toda a coreografia e fez até reverência no final da dança. Que emoção, que alegria.

Foi um dos momentos mais felizes da minha vida, ver minha pequena participando, se desenvolvendo. Mesmo com muito frio a gente brincou bastante e ganhamos várias prendas. Comemos pipoca e bolo! Foi um dia muito especial nas nossas vidas. Agradeço a Deus o privilégio de viver esse momento. Com muita chuva e frio a gente estava lá, com vovô, vovó e tia Tatá!

Minha caipirinha mais princesa do mundo!!!

Família toooda de caipira ... etâ trem bão!!


Ah, aproveitando o momento, mas não menos importante, queria dar as boas vindas para mais uma parceria de muito sucesso. Agora temos uma parceria muito caprichosa, há há há! Vamos dar as boas vindas as Fraldas Capricho! Com 35 anos de muito sucesso e qualidade, as Fraldas Capricho atendem vários públicos, desde os bebês até os mais velinhos com produtos de qualidade e responsabilidade.

Já faz um tempinho que recebemos em casa uma caixa enoooorme com muitas fraldas da coleção Pica-Pau! Já testamos e adoramos. São macias, o fecho é bem gostoso, não machuca a pele e a absorção é ótima! Não vi para vender aqui em Curitiba (ahhhhhhhh), mas dou super OK se tiver na sua cidade!

Sophia coberta de Fraldas Capricho Pica-Pau 
Fraldas Capricho

Fraldas Capricho, muuuito obrigada pela confiança! Espero honrar cada essa confiança! 

10 comentários :

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