Pequenas Misses

Já falei aqui no blog que adoooro o canal Home & Health .... se tivesse TV a cabo, com certeza seria a maior briga pelo controle: eu no Home & Health, Ramon no Warner e Sophia no Discovery Kids. Adoro programa com temática familiar, principalmente se falam de filhos. Troca de esposas (nem sei se ainda existe esse programa), Supernanny, Adolescentes Rebeldes, Não sabia que estava grávida (HÁ ... super me identifico) ... até Acumuladores!!! Agora tem um programa que gosto de assistir, mas que irrita a todos que estejam assistindo televisão junto comigo: Pequenas Misses.

Antes de assistir a esse programa, havia assistido o filme que A-DO-RO, Little Miss Sunshine (Pequena Miss Sunshine). Quem não assistiu super recomendo. Toda a história gira em torno da família que quer levar a filha caçula para participar de um concurso de beleza infantil, algo muito comum nos EUA.

Minha educação sempre foi muito “rígida” e digamos, em moldes mais tradicionais. Lembro-me muito bem que enquanto minhas amigas faziam mechas nos cabelos (umas até coloridas) eu pude fazer luzes nos cabelos aos 15 anos (sim, não tive festa, não debutei nem viajei para a Disney, ganhei as luzes); Fazer as unhas da mão foi com 13 e só cores clarinhas ... minhas amigas passavam rosa, preto, azul e eu renda!; Namorar?? Jamais ... no máximo ficar “paquerando” algum menino da escola, mas nada de dar o telefone para ele ligar; Telefone celular fui ganhar quando estava fazendo terceirão! Antes disso minha mãe me emprestava o dela se eu ia ao shopping; Falando em shopping, pude ir sozinha com minhas amigas com 16 anos.    

Na época ficava revoltada, brava, achava meus pais os piores pais do mundo!! “Eles não foram adolescentes!!” ... Todas as vezes que eu fazia algo errado, e minha mãe ficava triste, ela sempre dizia “Um dia você será mãe e vai entender isso que estou sentindo”...

Deus me abençoou com um frutinho. Nunca pedi, nem sequer desejei, mas Ele me abençoou. Como já falei aqui, não foi fácil aceitar, entender, digerir a idéia da maternidade. Precisei somente aceitar. Esse frutinho tinha pernas, braços, olhos, nariz, boca, orelha, cabelo, bumbum e uma perereca ... Lembro-me que precisei fazer uma ecografia muito importante no quinto mês de gestação. Como não tive pré-natal, foi preciso fazer uma eco com um especialista em cirurgia fetal, pois, qualquer anomalia, seria preciso intervir imediatamente. Exame vai, exame vem e ele perguntou “Deseja saber o sexo?” ... “Doutor, na outra ecografia que fiz o médico disse que era menina, tem chance dele estar errado?” ... “Vamos ter certeza então!” .... ele mexeu aquele aparelhinho de um lado para o outro, achou a genitália e travou a imagem “É menina, beeeeem menina” ... era uma suuper pererecona!!

A partir daquele momento, precisei começar a me preocupar com questões que, até então, jamais passariam pela minha cabeça. Como educar, criar, formar uma filha? Como tratar, chamar e pegar minha filha? Eu havia uma pedra preciosa, um diamante que somente eu poderia lapidar. Peço muito a Deus que me dê sabedoria para guiar Sophia no caminho correto.

Voltando ao programa “Pequenas Misses”. Quando vejo aquelas mães, pais, avós incentivando suas filhas/netas para que sejam “lindas e graciosas”, que “sorriam e acenem”, que tenham postura ereta e olhar fixo nos jurados, pois só assim conseguiram a coroa de miss, preciso me questionar: qual será o destino, o futuro dessas crianças?! Como pode uma mãe/pai exigir de uma criança menor de seis/sete anos que ela seja a mais bela, a mais bonita, a mais alegre, a melhor em tudo aquilo que é externo?! Qual será a solução para um desemprego do marido dessa mulher que quando tinha 5 anos foi eleita a menina mais bonita do estado?!

Será que estou me preocupando com o supérfluo ou o supérfluo faz a gente se preocupar com o que não deve? O que quero para a minha filha? Que valores quero “exigir” dela?

No início do ano, houve uma apresentação na escola da Sophia. Todos os alunos confeccionaram um livro e houve uma apresentação para a entrega do livro. A diretora veio explicar os motivos e como foram realizadas as atividades que envolviam a criação do livro. Após a apresentação, houve um coquetel para uma confraternização entre os pais. Tenho muito orgulho de dizer que todos, eu disse TODOS os pais vieram falar comigo! Eles queriam saber quem era a mãe da Sophia, afinal, todos os filhos falavam da Sophia. Até fizemos os amigos entrarem para as aulas de natação e ballet, porque a Sophia fazia. A diretora veio me parabenizar pela filha que tenho. Uma das mães, por sinal, mamãe da “melhor amiga da Sophia”, questionou a professora “Mas quem é Marcella?” ... a professora não entendeu a pergunta “Marcella, como assim?!” ... “Quem é a Marcella, é alguma amiguinha da sala?” ... “Não tem nenhum Marcella na sala mãe, por que?!” ... “A Laura brinca com as bonecas e uma é a Sophia e a outra é a Marcella, quem é Marcella?!” ... “Marcella é a mãe da Sophia!” ... Descobrimos que Sophia falava tanto de mim que a Laura me incluía nas brincadeiras dela!

O que eu quero mais da minha vida .....  

Minha Pequena Miss



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Ninguém me falou nada!

Jamais imaginei que engravidaria com 20 anos. Foi tudo tão rápido, tudo tão inesperado, descobri no quarto mês de gestação. Não senti enjôo, tontura, náusea, olfato apurado, desejo, nada ... absolutamente nada! Tinha que “correr atrás do prejuízo”, trabalhava de segunda a sexta, paramos apenas entre Natal e Revellion e trabalhei até o dia anterior ao nascimento da Sophia.

Não tinha tempo nem $$$$$ para fazer cursos de gestantes. Quando me imaginava grávida, sempre sonhei e desejei fazer cursos, massagens, aprender shantala ... mas não pude fazer nada! Nem aqueles cursos oferecido pela maternidade pude fazer.

Sophia nasceu perfeita, sem nenhum problema. Mas e agora ... o que fazer?! Eu não sabia trocar fralda, dar banho, amamentar, segurar, fazê-la dormir ou brincar. Se perguntava para minha mãe, ela dizia que “Não lembrava mais nada”; as poucas vezes que conversei com a minha sogra ela também disse que “não se lembrava”. Se bem que foi melhor assim, precisei aprender TUDO na prática.

Trinta e um meses depois vejo que errei muito como mãe. A gravidez foi tão inesperada, tão não desejada que quando me vi “mãe”, me vi completamente perdida. Durante a gestação, foi tudo perfeito, afinal, não havia “quebra” na rotina. A barriga era grande, o peso era um “problema”, era só piscar que dava vontade de fazer xixi e se ficasse quieta por dois minutos, dormia. Ao nascer, Sophia me mostrou um mundo completamente diferente de tudo aquilo que eu conhecia, se bem que eu não conhecia nada sobre maternidade.

Não sabia que eu não teria mais cochilos depois do almoço; ninguém me falou que seria a última a dormir e a primeira a acordar (mentira, a segunda, afinal Sophia me acordaria). Não sabia mais que não teria controle sobre meu corpo nem de meu braço esquerdo conseguiria executar trabalhos dos mais variados, tão bem quanto o direito. Foi difícil entender que nos primeiros momentos eu não teria mais como fazer coisas tão simples na hora que eu simplesmente desejasse: comer, beber, tomar banho, assistir televisão, ir para o computador, dormir, conversar.

Os primeiros meses como “mãe” foram péssimos. Quem sabe eu tenha desenvolvido uma depressão pós parto, mas a situação era tão horrível que inconscientemente eu tenha bloqueado tal situação para não ficar tudo pior. O combinado era que minha sogra deixaria a casa em dezembro e ela só saiu em maio, três meses após o nascimento da neta (esta que ela insiste em não querer que a chame de avó); Morar na casa dos meus pais, eu e Sophia durante esse período, na incerteza se minha sogra sairia e não vendo o Ramon tomar atitudes quanto à isso; Embora nunca tenha sido uma aluna exemplar, se ver privada do estudo também não foi fácil, até hoje sofro quando preciso responder alguma ficha e não sei o que colocar em “profissão”.

Visito alguns blog, e há algum tempo muitas mães escreveram posts relatando o parto. Alguns me fizeram realmente pensar no meu parto. Será que poderia ter esperado mais 1, 2, 6, 10, 12 horas para ter minha filha naturalmente ou foi mais “cômodo” para mim tê-la por uma cesariana?! Embora soubesse que minha filha era grande demais para estar dentro da minha barriga e que havia saído da posição uma semana antes do parto, mas me questionei.

Sabe uma coisa que não tive e sinto falta: chá de bebê! Se me perguntavam se iria fazer, dava a desculpa que “como Sophia nasceria no início do ano, todo mundo estaria viajando de férias então seria difícil”... mentira! Acho que tinha uma certa vergonha de falar que estava grávida! Na época o Facobook ainda era novidade e a moda ainda era Orkut. As pessoas pediam fotos e eu não publicava, claro, eu não tirava. Tenho foto de grávida depois dos 8 meses. Antes disso não tirei nenhuma foto!

Sabem porque estou desabafando tudo isso hoje ... porque hoje me vi livre desse “peso” todo que carregava. Carregar Sophia nove meses na barriga não foi difícil; carregar 30 quilos a mais sobre o corpo não é muito fácil, mas carregar o peso da culpa é muito triste.

Estamos vivendo um momento muito difícil na minha família. Meus pais estão se separando e minha mãe e irmã saíram de casa e hoje moram comigo, Ramon e Sophia. Tudo isso me fez pensar o que eu quero para a minha vida, para o meu futuro, para a minha família. E para começar, para dar esse passo tão importante, preciso me “soltar” desse peso chamado CULPA!!!

Culpa por ter engravidado aos 20 anos do namorado; Culpa por ter ido morar numa casa que não era nem nunca foi minha; Culpa por não saber cuidar de um bebê que precisava somente de mim; Culpa por não poder mais viver a minha vida; Culpa por não ter uma profissão; Culpa por não ter o corpo que gostaria; Culpa por ter feito tanta coisa errada na adolescência; Culpa por não ter força de vontade de começar o regime hoje e precisar deixar para segunda-feira; Culpa por sentir culpa da vida não ser como eu sonhava, desejava, queria.




AI ... passou! Tirei alguns quilos de culpa das minhas costas, da minha vida, da minha mente, do meu coração.

MINHA princesa Sophia ... minha vida!



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Resultado sorteio!!

A vida nos proporciona momentos tão incríveis. Nunca imaginei engravidar tão cedo, muito menos que essa experiência (a maternidade) fosse me dar um impulso para criar um blog. Quando o criei achei que seria a única, ou uma das poucas mães que tivessem essa mesma idéia ... me enganei. Haviam dezenas, centenas de milhares de mães com essa mesma idéia: compartilhar, aprender e ensinar a benção da maternidade. O tempo se passou e eu fui em busca de coisas novas, que agregassem coisas boas ao meu “diário”. Hoje tenho a honra de postar o resultado do sexto sorteio do Mon Maternité.

Gostaria de agradecer primeiramente à Deus pela dádiva de ser mãe, e através disso me deu coragem para ser “mais uma” nessa blogosfera materna tão maravilhosa. Agradeço também a minha princesa Sophia por me ensinar tanto sobre o mundo, a vida. Obrigada papai Ramon pela paciência e pelo eterno incentivo. Obrigada a cada mamãe que numa busca por novidades, acaba chegando até aqui, lendo, compartilhando, ensinando e confiando em mim; assim como aos amigos que sempre me prestigiam! Obrigada as marcas que confiam nas minhas palavras e acreditam que posso honrar seus nomes, vocês são fundamentais nesse caminho!

Agora é hora de enxugar as lágrimas e nos prepararmos para mais um resultado de sorteio! Lembrando que o presente é um KIT Dermodex, que incluí uma Dermodex Prevent e o livro do Içami Tiba “Quem Ama Educa!”.

Foram 37 inscrições. Obrigada pessoal! Lembrando que tem ajudou divulgando na rede social Facebook teve chance extra. O sorteio foi realizado como todos os demais, cada nome foi devidamente anotado em papéis de mesmo tamanho, dobradinhos todos iguais, e princesa Sophia que ADORA fazer sorteio “escolheu” um papel!

Lista com todos os nomes!

Papéis já prontos para serem sorteados!!


E a amiga que ganhou foi.......


Olha aqui seu presente!!



VIVA!! Parabéns!!! Logo logo você receberá um email, sendo informada que ganhou! AGORA, vale lembrar que a benção dos Correios está em greve, então pode ser que seu presente demore um pouquinho para chegar ... mas creia, ele chegará!

Mais uma vez obrigada a tooooodas que participaram e aguardem que logo logo teremos maaais sorteios!! 

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Relógio nosso de cada dia

do Google



“Quando nasce um filho, nasce uma mãe” ... que me perdoe as frases clichês, mas preciso muito discordar disso! Não foi no dia seis de fevereiro de 2009, às 13h 45min que eu me tornei mãe, eu comecei a aprender, aceitar, entender, digerir o SER MÃE quando fiz um teste de farmácia no dia 29/10/2008 e duas listras rosas apareceram numa tira de papel mergulhada no meu xixi. E posso garantir que até hoje eu não sei o que é ser mãe, preciso estar aprendendo a cada dia, às vezes em segundos; e mesmo assim existem muitas coisas que preciso, tenho e devo aprender.

Ontem estava conversando com uma mãe dessa blogosfera abençoada de meu Deus, a Cris, e o assunto era o tempo; o tempo que dispensamos para ficar com nossos filhos. Confesso que respondi algo a ela, mas não consegui dormir direito, precisei pensar e repensar, escrever e tentar descrever a MINHA (que fique muito claro que é a minha) opinião sobre o tempo que temos com nossos filhos.

Antes de engravidar e conseqüentemente Sophia nascer, meu único contato com crianças foi meu primo, hoje com 8 (ou seria 9) anos, o João Arthur. Não vai aqui nenhuma crítica, vou relatar os fatos. Minha tia tem um padrão excelente de vida, uma casa confortável, empregada, não precisa trabalhar fora. Ela era (e é) uma excelente mãe, muitas das coisas que aprendi sobre cuidados e educação de uma criança, foi ela quem me ensinou, mas o fato é que meu primo, desde os primeiros meses de vida já assistia televisão. Na época, haviam poucos programas voltados para bebês, então ele assistia muito “TOP TVZ”, aquele programa de clipes do canal Multishow. Depois vieram os DVDS da Xuxa, Teletubies, Mickey. Mas toda a vez que minha tia precisava fazer alguma coisa, lá estava ele na televisão. Ela brincava, dedicava tempo para estimular e auxiliar o desenvolvimento do filho, mas haviam momentos que ela precisava estar “sozinha”, queria tomar um banho mais demorado, dormir mais cedo, ir ao cabeleireiro, estar à par do que acontecia no mundo, afinal, ela optou por ficar 24 horas com seu filho. Ela teve o privilégio de ter uma empregada que cuidava dos afazeres domésticos.

Agora venho até a minha pessoa. Assim que Sophia nasceu fui morar com o papai dela e me deparei com uma situação complemente diferente para mim. Não que eu vivesse num castelo encantado, longe disso, poucas foram as vezes que tivemos empregada em casa, aprendi desde pequena lavar banheiro, passar roupa, limpar vidro e ariar panela, mas me vi tendo de cuidar de um bebê, cuidar de um homem, cuidar de dois cachorros, cuidar de uma casa com louça, roupa, vidros e banheiros. Eu passava dias sem sair de casa porque não tinha fôlego para isso. Eu acordava cedo, por volta das 7h30 e só ia dormir depois da meia-noite. Eu aproveitava o tempo em que Sophia dormia para fazer as coisas mais difíceis, como cozinhar, lavar banheiro e cuidar da área externa da casa e quando ela estava acordada me desdobrava em mil para passar roupa, lavar louça. Não era fácil, eu quase pirei! Sem contar quando eu estava no meio da limpeza do banheiro e ouvia que ela estava chorando porque acordou, me irritava, “Ahhhh me Deus, porque essa criança não dorme mais vinte minutos, agora não posso cuidar dela, estou ‘fedendo’ a água sanitária” ... e o que ela havia feito de errado!?!? NADA!! Eu que estava descontrolada.

Não tinha contato mais com pessoas, estava me matando aos poucos, sem contar as dificuldades financeiras que foram aparecendo, foi daí que resolvemos que eu voltaria a trabalhar com minha mãe. Ela poderia me ajudar financeiramente e eu a ajudaria porque já sei toda a dinâmica do consultório. E assim voltei. O “problema” foi me separar da Sophia. O primeiro dia foi péssimo, o segundo horrível e o terceiro catastrófico. A cada paciente que perguntava “Mas aonde está sua filha, ficou com a vovó?”, meus olhos se enchiam de lágrimas, ela estava na escola, sendo cuidada e educada por uma estranha e mais, não está na vovó porque eu estava trabalhando coma vovó. Me sentia mal, tinha raiva da minha mãe, mas ao mesmo tempo a maior culpada era eu mesma! Por que eu fui engravidar? Por que eu transei com meu namorado? Por que eu não começava a tomar pílula no dia correto? Por que....? Foram os piores dias da minha vida ... mas com tempo fui descobrindo uma relação que até aquele sétimo mês não havia acontecido: eu podia aproveitar, curtir, brincar, cuidar da minha filha sem nenhum peso na consciência! Claro que precisei esquecer o lado escrava e Amélia que estavam dentro de mim; aquela casa limpa, organizada e perfeita como estava acostumada a viver pela educação da minha mãe, não me pertencia mais. Eu decidi que a partir daquele 1° de setembro de 2009 eu teria o melhor momento que poderia proporcionar a minha filha.

Sophia assistiu ao seu primeiro DVD quando completou um ano e meio, antes disso, ela nunca assistiu Galinha Pintadinha, Backyardigans, Pocoyo, Peixonauta. Não havia necessidade ... era um momento da gente se conhecer. Quando chegava o final de semana, eu aproveitava o soninho dela para cuidar da casa.

E sabe que é assim até hoje! Minha mãe foi lá em casa esses dias e eu fiquei com muito medo do que ela fosse pensar e falar sobre o cuidado da minha casa, afinal, deixo bem claro que quando estou em casa com a Sophia, minha prioridade é ela. É claro que hoje ela está mais mocinha e assiste a seus filminhos e eu posso lavar louça, cozinha e passar roupa. Às vezes ela me pede para assistir algum filme junto e converso, explico que estou fazendo algo muito importante para o cuidado da casa que não posso parar, mas assim que terminar, irei correndo ficar com ela. E não há problema nisso.

Não acho saudável se assumir como mãe em tempo integral, mas deixar o filho na televisão para cuidar da casa. Desculpe, mas essa é minha opinião! Não quero levantar a bandeira do “deixe seu filho na escola e vá trabalhar”, não .... Mas acho que precisa haver um equilíbrio. Até porque conheço casos de mães que vivem para os filhos e lááá na frente soltam aquela outra velha frase clichê “A gente dá a vida pelos filhos, e agora, é isso que recebo em troca”.   

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YES, WE CAN!


Existe uma coisa certa quando o assunto é maternidade: cada criança tem seu próprio tempo. Tempo de mamar; tempo de dormir; tempo para começar a rolar; tempo para descobrir o pé; tempo para começar a levar objetos à boca ou jogá-los longe; tempo para ficar sentada, balbuciar palavras; tempo para nascer os dentes, comer, engatinhar, andar, falar, ir para escola. Sophia foi do tipo de criança que se não tivesse aceitado e entendido isso, me traria preocupações e idas infinitas ao pediatra.

Sophia começou a engatinhar com 10 meses, e seu primeiro dente nasceu aos 11. Quando completou 1 ano, 3 meses e 5 dias começou a andar. Até os 2 anos e quatro meses falava apenas: mamã, papá, mámá, uôuô, tatá, lalá, dudu, iiii, bool. ... hoje fala até em inglês! Não vou falar que sentia inveja, mas não conseguia entender o porque todas as outras crianças apresentavam um desenvolvimento tão mais rápido do que a minha filha. Será que foi a falta de ácido fólico? Será que foi falta do pré natal? Será que eu não estimulo minha filha? Eu sempre meu culpei!

No início desse ano, na consulta dos dois anos, o pediatra da Sophia disse que era preciso iniciar o desfralde da Sophia. Me passou vááárias recomendações:
*Não usar penico;
*Nos primeiros dias mostre a ela que você e o papai fazem suas necessidades no vaso e que é muito legal;
*Depois mostre que os brinquedos e personagens favoritos dela também usam o vaso sanitário;
*Presenteei Sophia com uma calcinha e diga à ela que agora ela é mocinha e que já pode usar o vaso sanitário;
*Voilá ... em cinco/seis/sete dias ela estará desfraldada!

Eu suuper confiei nas palavras dele. E no dia seguinte eu iniciei o desfralde ... fiz tudo como ele orientou. ........................ Sophia ficou até semana passada usando fralda. Sophia odiava a idéia de tirar a fralda!

No vaso sanitário ela chorava. Comprei o penico e fiquei sentada 1 hora com ela no banheiro para ela não fazer nada. Foi subir a calça ... ela fez xixi! Eu simplesmente desisti.

Na escola, além do penico da sala de aula, as professoras fazem o “trem do banheiro”, onde todos os alunos vão para o banheiro. Sophia tem uma amiga, a Laura, que não usa fralda há tempos. A professora já me disse que até a Laura já fez a Sophia tirar a fralda e fazer xixi no vaso e nada!

Até que no último domingo, 11/09/2011, a mamãe Isaura/Amélia estava lavando o banheiro e Sophia encontrou o penico. Super se interessou e quis muito fazer xixi. Eu tive uma idéia ... levei o penico para o quarto dela, coloquei ele virado para a televisão e deixei ela lá, bem a vontade! Alguns minutos depois Sophia grita “Mamãe, olha aqui, a Sophia fez xixi o peíco!”. Chorei! “Viva, a Sophia fez xixi no penico!! Parabéns filha, você é uma princesa! Está pronta para ganhar uma calcinha?”. E assim demos início ao desfralde.

No início era tudo festa, ela ficava tirando a calça e a calcinha e ficava hoooras sentada no peíco assistindo os filmes. Mas nem tudo é perfeito, e um xixi escapou. Lá se vai calça, calcinha, tênis ... e com isso o penico! Guardei, achei que não fosse dar certo.

No dia seguinte, contei o acontecido para a professora, inclusive que havia guardado o penico. Ela olhou bem nos meus olhos e disse “Agora já era ... você iniciou e não podemos mais parar, seria uma confusão na cabeça da Sophia. Assim que chegar na sala de aula, vou tirar a fralda e ela passará o dia sem fralda, na hora de ir embora colocarei fralda, assim que chegar em casa retire a fralda. Durante a noite coloque a fralda, o desfralde noturno será mais para frente. E amanhã envie muitas calças, meias e até tênis, porque poderemos ter alguns acidentes”. O dia passou e quando fui buscá-la na escola ... SURPRESA, nenhum acidente e todas as necessidades feitas no penico e no vasinho sanitário.

Na terça-feira foi a mesma coisa, quarta também, quinta-feira (15/09) Sophia foi para a escola sem fraldas, voltou com!! Na sexta ela foi e voltou da escola sem fraldas. Hoje, sábado, Sophia já foi passear sem fralda e tirou um cochilo pela tarde sem fralda e nenhum acidente, então podemos dizer queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee: SIM ... estamos desfraldadas!!! Com 2 anos, sete meses e 11 dias posso afirmar que minha filha abandonou as fraldas diurnas e começou uma nova fase da sua vida, é uma mocinha, uma mocinha de calcinha.

Confesso a vocês que me sentia muito mal, triste mesmo quando lia relatos de mães com frutinhos mais novos que iniciaram o desfralde e estava tento muito sucesso e eu nada! No início culpei a escola, depois a falta de tempo disponível para cuidar do desenvolvimento da minha filha, até morar em Curitiba foi motivo de culpa, afinal aqui não tem verão. Não foi fácil essa briga interna, EU X MIM, mas hoje posso afirmar que não era eu a culpada, mas que Sophia mais uma vez precisava ter o tempo dela.




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CEEEEEEEEEEEEEEEEEM

Sim ... é com muita alegria que chegamos aos 100 seguidores! Com pouco mais de sete meses, meu “mundinho” virtual já conquistou 100 seguidores, mais de 9mil visitas e muitos parceiros! E para celebrar a data, anuncio mais uma parceria abençoada ... seja bem vinda AMORA AROMAS.

“Amora brinca com aroma, tanto no nome como na formulação de seus produtos. Cria e recria fragrâncias para estimular sensações, explorando as propriedades naturais das plantas em prol do bem estar.
Seus produtos combinam aromas, texturas e temperaturas para potencializar o efeito terapêutico das sementes, matéria prima utilizada na confecção de grande parte dos produtos. O principal objetivo da Amora é proporcionar aos consumidores o contato com os benefícios da aromaterapia, que aliada a outras técnicas de relaxamento promove consideravelmente a qualidade de vida.”

Amora Aromas

A Amora Aromas é uma empresa paranaense, que trabalha com produtos que envolvem aromas e amores. Com princípios aromáticos e fitoterápicos, travesseiros, almofadas e fronhas, tudo cheiroso e gostoso. Viste o site da Amora Aromas e conheçam todas as maravilhas dessa marca!

E para completar a Amora Aromas está com um concurso cultural na Fan Page da marca no Facebook. Acessem o link da Fan Page, e participem do consulso cultural “PROMOÇÃO PARA CORUJÃO”



Uma promoção criada para papais e mamães que não cansam de tecer elogios aos filhotes!

1. Para participar basta elaborar uma frase contando para nós porque o seu filhote é o melhor filho do mundo. Mas se você é filho não fique triste, também queremos saber por que o seu pai ou a sua mãe são os melhores do mundo.

2. A frase mais bacana vai encher seu pai, sua mãe ou seu filho de orgulho, além disso o autor levará para casa um lindo par de fronhas da família Coruja mais simpática do Brasil.

3. Vale lembrar que só poderá participar da promoção quem curte a página da Amora e as frases deverão ser publicadas no mural da página e não no perfil.

Seja muito bem vinda Amora Aromas! Obrigada pela confiança. Tenho certeza de que essa parceria será muito abençoada.


Ainda não participou do sorteio do KIT Dermodex [Dermodex Prevent e livro “Quem Ama Educa”, Içami Tiba]?!? Acesse o link do sorteio e participe!!!

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Curti!

Google


Não sou muito de fazer indicações, mas existem coisas que é sempre bom passar para frente ... ainda mais se é sobre maternidade.

Hoje tenho três coisas para indicar ...

Você já conhece o programa “Papo de Mãe”!?! Ainda não ... convido vocês a conhecerem! O programa rola todo domingo, as 19h na TV Brasil! Apresentado pela querida Mariana Kotscho e Roberta Manzera, duas mães maravilhosas! O programa é num estilo bem legal, toda semana um assunto importante, com participação de mães, profissionais e frutinhos. Super recomendo!! Vale a pena conhecer o blog do programa Papo de Mãe!!!

Essa indicação foi indicada pelo Papo de Mãe e também adorei! É o site “Mamatraca”, que acabou de ser lançado! Quem escreve?!?! As maiores mamães blogueiras dessa bloglosfera materna de meu Deus! Muito bom ... recomendo!!

Matéria que saiu no site Minha Vida sobre alguns mitos da garvidez! Achei muito interessante. Vale a pena dar uma lida!

É isso ... eu gostei e acho que vocês também podem gostar!!

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Satisfação garantida ou.....

.... a gente coloca no repeat e deixa mamãe e papai enlouquecidos!!!

Nossa vencedora do sorteio DVD2 da Galinha Pintadinha foi a Camila (amiga que adoooro e "proprietária" do blog Chama a Mamãe!!), mamãe da Eloise e ela nos enviou uma foto com sua princesa se divertindo ao som da galinha mais pintadinha e amada do Brasil!!

Obrigada Cami pela confiança e parabéns Elo pela alegria!

Olha que delícia a princesa Elo se divertindo com a Galinha Pintadinha!!!



Falando em sorteio ... você já se inscreveu no sorteio do KIT Dermodex?!? Para ganhar uma Dermodex Prevent e o livro “Quem Ama Educa” do Içami Tiba?!? Acesse o link do sorteio e participe!!

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A evolução da maternidade


Confesso que quando estava grávida da Sophia, ainda não existiam tantas modernidades. A BabyTub ainda era um desconhecido, os carrinhos de três rodas eram super inacessível ($$$$$$), as cadeiras de alimentação eram quadradas e os cangurus ainda causavam espanto para algumas pessoas. Em pouco meses era um tal de carrinho de três rodas, cadeiras de alimentação ovais e estilosas e o canguru foi rapidamente substituído pelo sling – tanto que em Curitiba só havia uma loja que vendia e pela novidade eles não tinham numeração.

Sophia teve tudo a moda antiga: banheira retangular (aqueeela emprestada), carrinho de quatro rodinhas e cadeira de alimentação bem quadradinha (também emprestada da cunhada). Meu pai comprou um canguru só para ELE passear com Sophia (ninguém podia chegar perto no aparato) e para dormir, os primeiros quatro/cinco meses foram naqueles moises – uns cestos de vime.

Dias atrás, passeando em frete a uma loja de bebês, me deparo com um objeto pendurado no meio do quarto do bebê. Tive que parar, olhar por minutos e correr para internet pesquisar o que seria aquilo. E descobri ... chama-se “Bercinho Cegonha”. Segue relado da página importadora:

Logo após o parto, o bebê inicia um difícil processo de adaptação ao novo mundo que o cerca, bastante diferente do ambiente quentinho e aconchegante da barriga da mamãe.
O Bercinho Cegonha oferece aos recém-nascidos, (0 a 5 meses), uma transição mais suave entre esses mundos. Pois, diferentemente dos modelos convencionais que balançam horizontalmente, graças ao seu projeto inovador, o Bercinho Cegonha atua, principalmente, com movimentos verticais, similares ao caminhar de suas mães.
Possui 3 posições de inclinação antirrefluxo, colchão de pérolas de isopor antiasfixiante, visor nas laterais, iluminação azul calmante, sistema de balanço com mola de aço e cintas de segurança, pintura eletrostática e design ultramoderno.

Meu Deus! Ele é tão lindo, tão fofo e tão ..... moderno! Vem até com uma luz led azul calmante! Porque não “inventaram” isso há dois anos e sete meses atrás ... quem sabe eu pensaria em querer pedir para meus pais!

E ainda fiquei bem feliz ao saber que nosso novo parceiro, a Rozenlândia Baby vende esse produto tão cheio de graça! Façam uma visita ao site da Rozenlândia Baby e conheçam não somente o Bercinho Cegonha – ou Berço Vertical – como também essa loja virtual completa e cheia de coisas boas!

Olha que charme!!! Reprodução Internet

Reprodução Internet

Seja Bem Vinda Rozenlândia Baby






Também achei no YouTube uma parte do programa Estrelas da Angélica, numa matéria muito legal com o ator Mateus Solano e sua esposa, Paula Braun, grávidos da primeira filha. Eles foram fazer um intensivo de 12 minutos com a super renomada Stéphanie Sapin-Lignières, monitora perinatal e responsável pelo curso Prepar Stephanie. No vídeo, além de termos várias dicas e lições sobre cuidados com os recém-nascidos, é possível ver o Berço Vertical.






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Tatuagem


Não fui o tipo de adolescente que trouxe preocupações para os pais. Nunca gostei de sair à noite, tanto que nunca fui numa balada. Não gostava dessa história de “ficar”, os poucos meninos que beijei foi porque gostava deles. Teve uma época que queria muuito experimentar cigarro, mas minha suuuper coordenação motora não permitiu tal proeza e bebida alcoólica nunca me atraiu. Tomei três goles de coca-cola com vodka no primeiro churrasco, ooppsss, linguiçada com pão da faculdade e fiquei totalmente se ação e numa sanduícheria com o Ramon tomei um negócio chamado “Milk Bala” [sorvete, calda de chocolate, leite condensado e vodka], o lugar é uma mistura de sanduíches americanos com comida mexicana, com decoração super “Elvis Presley”, eu levantei da mesa e comecei a dançar tipo Elvis .... o Ramon acha que o problema foi a quantidade de açúcar ingerida, não o álcool.

Fiascos a parte, o negócio é que nunca fui do tipo “filha rebelde”, pelo contrário, adorava ficar em casa e super curtia viajar com meus pais. Só tinha uma coisa que eu gostava e eles reprovavam: tatuagem! Eu sou louca por tatuagem. Sempre achei lindo. Sempre falei que iria fazer várias. Nunca pensei em fechar o braço ou fazer um dragão nas costas, mas que tinha certeza que faria um, duas .... não, duas não, tem que ser número impar, então pelo menos umas cinco era certeza. Mas como fazer se meus pais são contra!?!?!

Minha mãe acha vulgar e que é pecado; meu pai acha que é coisa de presidiário, mas não importa, eu queria muito fazer. Um certo dia eu decidi: eu vou fazer uma tatuagem! Conversei com o Ramon e ele topou financiar, agora era decidir aonde e o que fazer. Passei meeeeeses pesquisando na internet um ótimo tatuador, afinal, já que era para fazer, tinha que ser no melhor lugar. Descobri um estúdio maravilhoso, mas era no Rio de Janeiro, então estava fora. Nesse meio tempo eu escolhia o desenho e a parte do corpo. O primeiro lugar foi na virilha, mas o Ramon vetou imediatamente. Depois pensei atrás da orelha, mas seria muito fácil de meus pais enxergarem. Nuca, pulso, final das costas. Nenhum lugar me atraía ... então resolvi: faria uma tattoo no pé. Perfeito! Eu fico de tênis 24horas, 7 dias por semana, ninguém iria olhar. Mas e quando chegasse o verão, como seria?!?! Tive um plano: vou propor para minha mãe um acordo: se eu emagrecer 8kg (eu e minha luta contra a balança) ela me deixaria fazer uma tatuagem. E ela aceitou. Só que eu não queria esperar até a perda dos 8 quilos, queria fazer antes. Inventei a história para sair de casa, e fui com o Ramon no melhor tatuador do mundo .... na verdade ele só é o melhor tatuador de tatuagens coloridas do mundo, mas para mim ele é TOP. Enfim, fiz uma tatuagem no pé escondida. O pé super inchou, sangrou demais por que tenho uma pele muito fina, mas agüentei calada. Não durou uns quatro dias e precisei contar para a minha irmã.... milhares de coisas passaram pela minha cabeça, tipo: se eu foi seqüestrada, e eles me matam queimada e na hora do reconhecimento meus pais vêem a tatuagem no pé, certeza que vão falar que não sou eu. Loucuras a parte eu contei e levei a maior bronca, detalhe, era da minha irmã! Imagine a da minha mãe!!

Os dias foram passando e minha irmã me obrigou a contar para a minha mãe. Criei coragem e contei. Ela ficou dois dias sem olhar na minha cara! E querem saber porque: não foi somente porque fiz a tatuagem, nem porque não esperei o trato, foi porque eu fiz um ramo de flor e ela queria que eu fizesse uma lua pequena. Detalhe ... eu odeio desenhos de lua, estrelas e sol! Mas tudo bem. Hoje ela fala que foi pior saber da tatuagem do que da gravidez. Meu pai nunca falou nada sobre o assunto, mas até hoje evito desfilar meu pezinho tatuado perto dele.

Minha mãe me fez prometer que eu jamais faria uma tatuagem enquanto morasse com ela. Eu cumpri! Foi tão traumatizante o episódio de contar para minha mãe que esqueci por anos a idéia de fazer mais tatuagens. Ela só reviveu na minha cabeça quando Sophia nasceu.

Eu sempre achei legal tatuar o nome dos filhos. E decidi que iria tatuar o nome “Sophia” no meu corpo, afinal, eu realmente não morava mais com meus pais. Um pouco antes da Sophia completar um ano, fomos até “meu” tatuador e marquei a nova tatuagem. E eu fiz! Tatuei o nome da minha princesa no meu pulso.

Na hora foi super legal, nossa, me senti a melhor mãe do mundo. Mas esqueci que eu tinha uma mãe. Ela odiou! Não a tatuagem, mas o lugar ... tanto ela quanto minha irmã falaram que era super “jogador de futebol”, coisa de presidiário. Na hora fiquei super chateada, afinal era MEU corpo, eu tinha a MINHA vida, tatuei o nome da MINHA filha. Hoje olho para ela e me pergunto “pra que?!?!?!?!”. Super me arrependi! Já pensei várias vezes em tirá-la ... na verdade, acho que farei isso daqui alguns anos.

Ela é linda, delicada, traços finos e o pontinho do “i” é um coração pintado de lilás. Mas eu novamente me pergunto “pra que?!!?!”!! Será que “desobedecer” a MINHA mãe me fez ser uma mãe melhor para a MINHA filha!?!? O meu amor, o meu carinho, a história que vivi por essa gravidez precisam estar marcadas no meu corpo como tatuagem!!? Embora poucos a vejam, eu mesma nem lembro que tenho ela, mas será que era preciso isso para demonstrar meu amor!?! Acho que não ... hoje meu blog é a maior “tatugem” que poderia dar a minha filha, são marcas eternas, para o mundo inteiro ver que eu tenho uma “Sophia” na minha vida!







Já participu do sorteio do KIT Dermodex, que incluí uma Dermodex Prevent e o livro Best Seller do educador Içami Tiba, “Quem Ama Educa”?!?! Então acesse o link do sorteio e participe!!!

Posso pedir um favor para minha amigas!??! Acessem o site do Portal Absoluta e votem do “+1” que fica no final do texto. Estamos participando do concurso “Mamãe também é Cultura” e quem tiver mais “+1” ganha o prêmio!! O texto não é de minha autoria, eu só sou madrinha dele!! Obrigada queridas!!!

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Forma de que!?!?!


Visitando alguns blogs amigos, como o da Telma e da Angi, há alguma semanas, conheci a campanha do blog Recanto das Mães Blogueiras, “Mamães Mais Magrinhas pro Verão”. As duas já aderiram à campanhas, mas, eu preciso muito abrir meu coração ... eu não sei mais se isso será um dia possível na MINHA vida!

Minha briga com a balança existe desde o dia em que fiz oito anos! Durante toda minha infância fui super magrinha, meu apelido era “grilo”, porque tinha perninhas e bracinhos fininhos e vivia pulando. Depois que fiz oito anos parece que uma maldição, daquelas de contos de fadas, veio sobre a minha vida e, daquele dia em diante eu travei uma luta incansável contra a balança. Minha alimentação nunca foi das mais maravilhosas, mas nada que eu possa afirmar que seja a causa para meu ganho excessivo de peso ano após ano.

Durante toda a minha adolescência vivi um ritual anual: todo mês de setembro/outubro eu procurava um médico que me dava remédios para emagrecer e ia para a academia como se não houvesse amanhã; nas férias de verão sempre estava maravilhosa, com um corpo lindo! Quando chegava maio/junho eu começava a engordar 5,7,9,12 quilos e assim eu esperava chegar setembro para mais uma vez procurar ajuda médica.

Exame de sangue, ecografia da tireóide, até ressonância magnética da hipófise eu já fiz ... e nunca foi diagnosticado absolutamente nada de anormal. A culpa era sempre da alimentação! Nunca tive falta de vitamina nem minerais, intestino funciona perfeitamente. Então ... o que eu tenho?!!?

Eu sempre me perguntei “Como será o dia em que eu engravidar?!” ... conversava com o Ramon que QUANDO a gente se casasse e QUANDO eu engravidasse iria fazer drenagens linfáticas, pilates, hidroginástica, ...., tudo o que pudesse para não engordar e estriar. Mal eu sabia que eu já havia engravidado.

Quando soube da notícia da gravidez, eu já estava na fase da luta contra a balança, tanto que havia começado a tomar remédios para emagrecer, estava 9kg acima do desejado. Como não gosto de academia, me matriculei no Muay-Thai! E fiz ... estava grávida de três meses quando fiz minha primeira e última aula.

Posso garantir que durante a gestação, eu pouco engordei. Precisei comprar calças novas, afinal, calça jeans e de cintura baixa realmente não são as melhores calças para uma grávida. Usei muita calça bailarina, mas foi por conforto mesmo. Encerrei a gestação com um corpo muito bom, algumas estrias, estas causadas pela preguiça de passar óleos e cremes, mas tudo sobre controle.

Depois que Sophia nasceu, um ou dois meses depois já estava usando algumas peças de roupas do manequim antigo, parecia tudo indo muito bem, até que um dia me vi indo a uma loja de “tamanhos maiores”. Esse com certeza foi um os dias mais infelizes da minha vida. Eu estava mais pesada do que com Sophia em minha barriga.

Eu não posso mentir, nem omitir dados que possam fazer a diferença nesse texto. No dia do meu casamento, 03/03/2011 vi nas fotos uma Marcella que não conhecia, nem reconhecia. Estava sem vaidade, sem vontade de viver, pesando exatos 100kg. Eu nunca imaginei chegar nesse estágio da minha vida. A vida sexual se torna nula, afinal, quem quer expor, se expor desta maneira para o parceiro; as roupas são as mais largas, mais feias e pretas que a gente pode encontrar. Eu via alguns sites sobre gordinhas e tentava me conformar com uma situação que eu estava odiando. Eu não tinha roupa! Minha mãe se opunha a comprar uma peça de roupa de tamanho xx, afinal, depois dessa viria a xxx e muitos outros x; e meu marido não tinha (e infelizmente ainda não tem) condições de comprar roupas novas para mim. Me vi numa situação tão triste, tão horrível, afinal eu não queria estar assim, mas como melhorar. Eu não via solução.

Um dia, minha mãe me chamou para conversar e me perguntou “Você aceita fazer uma redução de estômago?” ... é claro!! Não havia outra opção. Eu já estava acima de todos os sobrepesos. Fui me pesar e ainda havia uma solução, um último suspiro antes de fazer a cirurgia, eram “apenas” 30kg para perder.. Decidi ir para a academia.

Foram três meses muito doloridos. Acordar cedo, trabalhar o dia todo, ir para a academia na hora do almoço, chegar em casa a noite para lavar, passar e limpar e não ter hora para dormir. Foi difícil, mas eu fiz a minha parte, até o dia em que meu joelho resolveu gritar de dor e dizer “Chega!!!”. Precisei parar!

Em três meses de academia perdi .... 2kg! Eu não sabia mais o que fazer. Já não queria mais saber de famosas grávidas!! Não podia ouvir/ver fotos Claudia Leitte, Carolina Dieckmann, Gisele Bundchen, Adriane Galisteu, Danielle Winits ...... eu só queria me afundar e chorar.

Como é possível?!? Qual é o segredo dessa fórmula mágica!?!? Eu passei noites em claro, tive dificuldades para amamentar e ainda sofri demais quando precisei colocar Sophia na escola!!! As celebridades passam a gravidez maravilhosamente bem, o parto é perfeito, parecem que saem da maternidade com lipo e silicone e ainda viajam para fora do Brasil e deixam o pequeno frutinho com sei lá quem!!!

Eu não sabia mais o que fazer, por onde começar!! Mas ontem eu recebi uma benção de Deus ... depois de muito tempo, de um longo caminho, de muita batalha, eu subi em uma balança e recebi a benção de ver que perdi 10kg! Como eu glorifiquei o nome de Deus. Se antes eu me via num centro cirúrgico rumo a uma cirurgia bariátrica, hoje eu consigo sonhar com uma possível abdominoplastia, lipo e implante de silicone.

A tristeza de ir para a praia e não levar minha filha para sentir o mar foi tão traumatizante na minha vida, que decidi que esse ano seria diferente. Não pelo corpo, mas pela minha vida. Hoje eu já consigo planejar nós duas entrando numa piscina, indo para o mar ou mesmo fazer castelinho na areia. hoje eu já consigo me olhar no espelho e reconhecer velhos traços da Marcella que havia se perdido num universo tão deprimido, tão triste.

Agora faltam só 20 .... rumo aos menos vinte quilos!!

Campanha do Recando das Mamães Blogueiras

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Mon Maternité recomenda!!!


Feliz Dia da Independência para tooooodos!! O dia está meio corridinho, sem tempo nem para escrever um textinhos, mas não podia deixar de passar por aqui para anunciar que nossa parceira Bebêchila está com super promoções!! Tudo tão baratinho .... então acessem o site e confiram os descontos!! 



Amanhã prometo voltar com novidades do feriado ... se bem que em Curitiba amanhã (08/09) também é feriado!!!

Beijos e ótima noite!!!

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Lava, lava, lava ....


Há algum tempo venho pensando em fazer um post sobre a nossa rotina de banho, mas não sabia se escreveria sobre o banho nos primeiros meses ou nos dias de hoje. Deixei a idéia de lado, até que na semana passada, visitando o site da Revista Crescer  me deparo com um texto muito super haver com meu dilema e decidi ... vamos falar do banho hoje em dia! Se bem que para falar do banho de hoje serei obrigada a contar o começo ... então juntaremos o útil ao agradável!

O período da gestação não foi muito fácil na minha vida. Eu ainda não sabia se real situação $$$$$$ do Ramon, ainda achava que meu “golpe da barriga” (como muitos me acusaram) havia dado certo, até o dia em que fomos a uma loja e eu gostei de uma banheira com trocador. Ela era linda, tinha aquele espaço interno antiderrapante, colorida, alta e com preço elevado. Quando falei para ele “Vamos levar essa?!”, ele olhou para mim e disse “Não, eu não tenho dinheiro!”. Fiquei triste mas pensei “Puxa, ela é bem mais cara que as demais, vou olhar uma mais barata”, aí fui para aquelas tradicionais, com trocador também, mas sem nenhum luxo; “Então vamos levar essa aqui, a metade do preço e bonitinha”, ele mais uma vez me olhou e disse “Amor, eu não tenho dinheiro” e continuou “Já falei com minha mãe, a Valeska (nossa cunhada) vai  nos emprestar a da Agatha (nossa sobrinha)” ... sério, naquela hora eu precisei respirar fundo e não pensar “E agora?!?!”. Precisei segurar o choro e esconder a total frustração da minha vida.

Infelizmente ele não tinha nenhum dinheiro, a única coisa que ele comprou foi o carrinho/bebê conforto, o resto, não havia dinheiro. Foi um dos piores momentos da minha vida me deparar com esse situação, afinal, como seria depois que fossemos morar juntos. Mas ficar com meus pais seria o final do nosso relacionamento, conheço meus pais e me conheço, não ia aceitar ele ir toda noite e ficar uma/duas horas e no dia que não fosse seria pior ainda. Então omiti essa situação para meus pais e “vendi” para eles a idéia que o empréstimo da banheira foi idéia minha (será que se tivesse sido honesta as coisas não seria bem diferentes!?!?! #pesonaconsciênciamodeon).

A banheira chegou e com ela o sentimento de derrota, frustração. Não, eu sou super grata a minha cunhada, mas sabe quando você não queria viver aquela situação. A banheira era daquelas com trocador, como as que a maioria tem, mas não cabia no banheiro da casa dos meus pais, no box seria um caos enchê-la e no quarto, por ser carpet era um risco, então compramos aquelas que vendem no supermercado e dávamos banho no quarto, sobre o móvel. Não preciso nem falar que o móvel hoje está destruído.

Os primeiros banhos foram dados pela minha mãe. Ela envolvia Sophia naquelas fraldas de pano para não haver nenhuma dúvida em que ela poderia escorregar das mãos e evitava contato direto da unha sobre a pele na minha princesa. Mas eu nunca tive medo, embora também nunca tivesse dado banho em bebês pequenos, minha única experiência com banhos era no meu primo, onde dava tomávamos banhos juntos e eu amava, sempre desejei dar banho assim na Sophia. Logo no terceiro dia eu já me arrisquei a dar banho e me descobri! Era um momento tão único. Como não amamentei direito, o banho era meu delírio! Ali ficava minutos (a vontade era escrever hooooras, mas seria uma baita mentira) admirando meu frutinho, tão feioso, tão pequeno, tão perfeito. Assim foram quarenta, cinqüenta, sessenta dias na casa dos meus pais, até que era chegado o momento de me mudar. E eu teria que usar a banheira emprestada.

Quanto choro, quanta frustração, mas fui firme. Acho que por esses sentimentos que fui inflando, inchando, engordando. Mas nos primeiros meses de vida da Sophia eu ainda ia diariamente à casa dos meus pais, então Sophia continuava a tomar banho da minha mãe. Aí teve o assalto na casa e eu voltei a morar com meus pais e o banho continuava a ser dado na banheira do mercado.

Quando voltei a trabalhar, Sophia recém tinha completado sete meses, então o banho já havia se tornado uma diversão. E foi aí que eu passei a dar banhos diários em Sophia. Mas a lembrança e sofrimento pela banheira nunca saíram da minha vida. Para completar o sentimento de tristeza, a banheira já estava beeem velinha e bem gasta e começou a enferrujar. Minha preocupação aumentava, mas nada podia fazer, o Ramon não podia comprar outra e pedir para meus pais seria um problema, então fiz minhas gambiarras. Colocava a banheira em cima do trocador, além de ficar mais alta, Sophia não tinha contato com a ferrugem. Mas pense o medo daquilo quebrar?! Cada banho era uma oração! Deus foi fiel e nunca permitiu que nada acontecesse.

O tempo foi passando, Sophia crescendo e ficando mais firme e segura. Até que nos mudamos para o apartamento em que moramos hoje, onde dou Glórias a Deus diariamente. No primeiro dia, quando fui preparar o banho da Sophia e ... a banheira não cabia no box!! Ao contrário da minha mãe, o piso aqui é de madeira, daqueles tacos, e por ser alugado, não há menor chance de mancharmos o piso. Então o que fazer!?!?! Realizar meu sonho e dar banho, quer dizer, tomar banho junto com Sophia.

Como executar?! Peguei uma toalha de banho e coloquei no chão do banheiro, e ali ela ficaria sentadinha, sem nenhuma chance de escorregar, deixei a roupa previamente separada e avisei o papai “Quando terminar, eu grito e você a pega”. E assim foi o melhor e mais maravilhoso banho da minha vida. Descobrimos um momento tão único, tão simples e tão maravilhoso. Ao som de "Banho é bom" aquela musiquinha do "Castelo Ra Tim Bum" nos divertimos demais!!!  Gritei pelo papai, ele a buscou e todos estávamos limpinhos e cheirosinhos.

Só que na semana seguinte o estúdio do papai começou a funcionar, e ele ficava lá todos os dias atééé umas onze horas, então, como seria o banho. Ah, toda mãe tem seu jeito, comecei a deixar a roupa pronta, e saíamos as duas de toalha. E assim foram os primeiros dias, meses da nossa nova história. E é assim até hoje. Dou glória a Deus por estamos nesse apartamento, lá na casa não tinha box, então não tinha segurança de tomar banho com Sophia assim, aqui não, fica quentinho e ela está segura!

Com essa nova fase de banho, papai também já aderiu a técnica e adora dar banho na pequena; ele diz que uma das poucas lembranças que tem com o pai é dos dois tomarem banho juntos e ele sempre quis realizar essa lembrança com Sophia. Posso afirmar que hoje Sophia pede para tomar banho com o papai. Eu acho lindo!!

O texto da Revista Crescer era sobre isso, tomarmos banho, nos trocarmos na frente de nossos filhos. Eu nunca tive problemas com isso e nunca vi nenhum problema. Eu sou a mãe, Ramon o pai e acho que isso não há nada de errado. Sophia enxerga e pergunta sobre as diferenças, embora ainda ache o mais “engraçado” os seis, e ela já repara que eu tenho (Uhhhh, quem vê pensa que sou a Mulher Silicone)  e ela não tem! Respondo que somos meninas, temos seios, perereca e usamos calcinhas, e o papai é homem, tem barba, pipi e usa cuequinha. Ela entende e até associa aos amiguinhos da escola. E acho tudo muito certo e normal. A única coisa que não gosto é a psicologia dizer que não devemos infantilizar os nomes das genitais, serio mesmo, isso não entra na minha cabeça. Não quero minha filha falando “Olha, o pênis do papai” ... ahh não, isso não!!!

Banho na vovó!!




Não se esqueçam do sorteio do KIT Dermodex!!! Acessem o link do sorteio e participem!!

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Hoje vai ser uma festa!!!


Puxa vida ... meu cantinho já está fazendo mesaniversário!!! Hoje estamos completando sete meses. Se fossemos “comparar” com nossos frutinhos, já teríamos passado o período de adaptação, aquele momento de conhecimento, as primeiras noites mal dormidas já estão calejadas, a rotina está quase fixa, a introdução dos alimentos já é página virada, nosso frutinho já descobriu os pezinho e encontra-se com a cabeça firme e já demonstra interesse em ficar sentadinho.

Na blogosfera é diferente, esses sete meses foram de muuuita ansiedade e uma busca por um lugar nesse espaço virtual. A cada seguidor é uma emoção e os comentários são motivos de pulos. A cada parceria conquistada agradeço a Deus pelo privilégio de estar exercendo uma “profissão” tão maravilhosa. A cada “parabéns pelo texto” oro a Deus pelo dom da escrita e pela oportunidade que foi me dada de fazer dois anos de jornalismo, e sabe que hoje até me considero uma jornalista, como não há necessidade de diploma, sou um pouco né?!?!

Mas vamos à festa!!? Convido à todos que aqui estão para a festa de sete meses do meu blog!! Vamos comemorar novas parcerias!!!

Queria apresentar à todos nosso novo parceiro: DERMODEX!!!!!



A Dermodex (prevent ou tratamento) é a pomada mais indicada pelos pediatras. Com cheirinho suave, fácil aplicação e remoção e super eficiente prevenindo e tratando as assaduras tão chatas dos “popozinhos” dos nossos frutinhos. A Dermodex percente ao grupo Bristol-Myers Squibb, laboratório referência em medicamentos.

À Dermodex e ao grupo Bristol-Myers Squibb, meu muito obrigada pelo carinho e confiança. Espero honrar em cada palavra a credibilidade que a marca tem, hoje me dando o direito dessa parceria.


Mas as novidades não param por aí. Temos mais parceiros que querem fazer parte da nossa história. Apresento à vocês, a MAM!!!      




A MAM Baby é especialista em artigos para bebês, e com certeza já está na casa de todas as mamães e papais. Chupetas, mamadeiras, brinquedos que estimulam e cuidam dos nossos bebês são as prioridades dessa marca que muito me honra com essa parceria.

MAM Baby, muito obrigada pelo carinho. Vocês fazem parte desse momento único do Mon Maternité.

VIVA!!! E agora vamos começar a festa, e festa no blog significa SORTEIO!!!

Ontem quando cheguei em casa me deparei com uma caixa beeem grande endereçada a minha pessoa. Abri e era um FedEx!!! Só disso já tinha ficado meeega feliz, afinal, não é todo mundo que recebe um FedEx!! Abri a caixa com o maior cuidado, afinal, vou guardá-la com muito carinho e lá estava um presente MARAVILHOSO que nossa nova parceira Dermodex nos enviou: uma pomada Dermodex Prevent e o livro “Quem Ama Educa” do fantástico Içami Tiba. Então ... a festa é nossa e quem ganha o presente são vocês!!!!

É dada a largada para o sorteio “Quem Ama Educa com Dermodex Prevent”!!!!

LUGAR: Blog Mon Maternité (www.monmaternite.blogspot.com);

Quando: De 02/09 (sexta-feira) até 22/09 (quinta-feira) as 12h (meio dia);

ReGrAs

*NÂO precisa seguir o blog, mas se o fizer, ficarei muito feliz!!
Não sabe como seguir?!?!
Clique no ícone “Participar desse site” (fig. 01);
Escolha por qual conta deseja fazer o login (fig. 02);
Pronto.

Fig. 01

Fig. 02


*Fazer um comentário neste link com NOME COMPLETO, EMAIL, nome do seguidor (se for!!);

*Responder a pergunta “Por que merece ganhar o kit Dermodex Prevent”. A resposta não será a escolha do/da vencedor/vencedora mas é critério de exclusão da participação se caso não responder!;

*Quer chances extras!?!? Curta a página do Mon Maternité na rede social Facebook e publique em sua página o link do sorteio, depois volte aqui no blog, faça outro comentário colando o endereço da sua página no Facebook.

O primeiro FedEx a gente nunca esquece!!

Estava dentro do meu FedEx!!!

Esse pode ser seu!!!


O sorteio será realizado da forma convencional que adotamos aqui no blog: papéis cortados, filminho com Sophia escolhendo o/a grande vencedor/vencedora!!!

Queria muuuito agradecer à todos que me lêem, visitam e seguem, que Deus abençoe cada um de vocês e seus frutinhos!! E as novas parcerias, meu muito obrigada, vocês fazem parte da história da minha vida!

E ..... é dada a largada!! Boa sorte a todos!!!

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