Sorteio!!!

Segunda é dia de .............. Sorteio


BOM DIA PESSOAL!!! Pois é meninas, estou muito feliz com o primeiro sorteio do blog!!! Mal posso acreditar, estou emocionada!

Vocês não sabem quem é a nova parceira do meu cantinho tão querido. Vou dar uma dica: quem é que tem um monte de pintinha?!?!!?! Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, é a GALINHA PINTADINHA!!!!

Hoje, segunda-feira, 30 de maio daremos início ao primeiro sorteio do Mon Maternité! O prêmio: o DVD 1 da Galinha Pintadinha! Vamos as regras:

1* NÂO precisa ser seguidora do blog, mas ficaria muito honrada se seguisse;

2* Escrever um comentário com NOME COMPLETO, NOME DE SEGUIDOR (se você for), EMAIL;

3*  Se publicar no Facebook, linkando o blog, tem direito a DOIS CUPONS (daí precisa escrever OUTRO comentário com o link do Facebook);

4* Responder a pergunta “PORQUE VOCÊ MERECE GANHAR O DVD 1 DA GALINHA PINTADINHA” (a resposta não será o critério de escolha, mas é preciso tê-la para participar).

Acho que é isso pessoal! O sorteio acontecerá no sábado, 04/06 pelo site RANDOM, OK?!?!

Espero que todas vocês participem, é com muita alegria que faço esse sorteio!
Boa sorte, e que comecem as inscrições!!

Reprodução Internet



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Mal acostumada!

Tô começando a ficar mal acostumada! Em menos de um mês, ganhei 3 selinhos e captei mais 1! Não entenderam, eu explico. Fui passear pela blogosfera e vi que a Carla Minha maior arte, ser mãe da Maria Clara e ela bolou um selinho muito fofo, e quando fui ver, era pra mim!! IPI IPI URRA!

A regra da Carlinha é não esquecer de dizer que ganhei dela (como se fosse possível a gente esquecer de quem ganha mimos queridos ...), muito obrigada amiga!  

Lembrança da Carla


Daííí, olhei o blog da Lívia Passeando e viajando em família e tinha um selinho, mas esse era pra pegar quem quisesse, então eu capturei um selinho desse para mim. A Lívia não quis repassar, deixou para quem fosse visitá-la pegar, mas eu prefiro passar pra frente. 

Capturei do blog da Lívia


Para esse a regra é falar 10 coisas sobre mim, então vamos a lista!
1* Adoro objetos eletrônicos
2* Dou risada sozinha na frente do computador
3* Preciso comer doce todos os dias
4* Sou apaixonada por caneta colorida, lápis de cor e canetinhas
5* Tenho até hoje álbum de papel de carta e de figurinhas adesivas
6* Odeio jogo de futebol (exceto copa do mundo)
7* Odeio lavar louça
8* Sinto muita vergonha alheia
9* Só gosto de pizza de calabresa
10* Só gosto de coca-cola

Ufa, que difícil escrever coisas sobre mim! Então vamos a lista de indicações, e, cada uma ganha os dois! Essa é a multiplicação de selinhos!

Obrigada amigas por cada lembrança, por cada visita, por cada comentário! A cada dia me vicio mais nessa blogosfera tão abençoada!



















É isso aí meninas … agora é passar a corrente do bem pra frente! Espero que todas gostem tanto quanto eu de receber esse mimo tão pequeno no tamanho, mas tão grande no significado, afinal, só de ficar copiando e colando os endereços amigos já vale o esforço! Agora é avisar todas ... que trabalhão gostoso!

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Mamãe Mode On

Este é o relato da amiga Marianna, que há algum tempinho falou sobre como foi descobrir que estava grávida [releia o depoimento da Marianna aqui no blog], e hoje, ela nos fala como foi esse primeiro ano de maternidade!




Meu nome é Marianna, tenho 27 anos, sou Farmacêutica e mãe de uma linda princesa de 1 ano e 1 mês, a Giovanna.

Estou aqui para falar de como a minha vida mudou neste último ano. Como foi uma gravidez inesperada, mas muito querida, tudo foi acontecendo meio que como um susto... acabei lendo livros como "A encantadora de bebês" para tentar fazer tudo certo, mas descobri que cada bebê é único e as mamães fazem tudo como dá e com o maior amor do mundo.

Minha Gigio, que é como a chamamos, é uma criança tranqüila, muito alegre, mas ao mesmo tempo com uma personalidade muito forte. Tenho dedicado todo o meu tempo à ela e semana que vem, com muita dor no coração voltarei à trabalhar. Mas a prova de que a vida muda muito é que faço tudo em função dos horários dela, não posso mais acordar nas horas que quero mas acordo com aqueles lindos olhos verdes piscando para mim, não posso mais sair á noite mas passo noites cheirando aquele perfuminho que só ela tem, não posso mais almoçar fora durante a semana pois é o horário da soneca dela mas almoço na melhor companhia do mundo, não posso nem ir ao banheiro sozinha mas vou com um pequeno ser que fica repetindo "Xixi??" (hahaha!)....

Resumindo, a vida de uma mulher vira de cabeça pra baixo quando esta se torna mãe, mas é delicioso, inexplicável e um amor que não se pode medir.

A gente vai se acertando e adequando a vida com a do bebê e quando toma conta.... eles mandam na gente, hehehe... e a gente adora... até agora foi o melhor ano da minha vida e não troco por nada!!!!!

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João bobo

Ontem estava no culto de mulheres da minha igreja e me flagrei num movimento muuuuuito suspeito. Eu estava em pé, louvando ao Senhor me balançando como um pêndulo, ido de um lado para o outro. No mesmo instante parei e observei o meu movimento e pensei “porque estou fazendo isso?”. Na hora me lembrei que estava me movimentando da mesma maneira que embalava Sophia quando bebê para dormir. Dei risada sozinha!

Comecei a pensar e notei que faço isso sempre, eu disse sempre, que estou em pé, parada, tipo quando estou numa fila. Meu Deus, olha o que a maternidade fez, mesmo não estando com Sophia, mesmo ela não ficando mais em meus braços sendo embalada para dormir, eu ainda permaneço embalando, me embalando.

No blog materno Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho!, minha mãe amiga Angi disse que toda a vez que ela vai alimentar o filho, abre a boca junto com ele. HÀHÀHÀ, eu faço isso também! Pode ser em casa ou no restaurante, eu abro a boca junto, e muitas vezes sozinha, como se eu abrindo estimulasse Sophia. Será que isso é coisa de mãe? Será que isso é normal?

Seria eu uma "João Bobo" do Peixonauta?!?



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Grande menina, Pequena mulher

Sim, esse é o nome de um filme bem bonitinho (eu adoro filmes bonitinhos que são cara de sessão da tarde), com a falecida Brittany Murphy e Dakota Fanning. Para quem gosta desse gênero de filme, e ainda não assistiu, vale à pena.

Mas não vim aqui para falar do filme. Vim falar de mim! Hoje serei um pouco egoísta e falarei um pouco mais sobre a minha pessoa. Quando penso na minha infância, penso numa infância muito gostosa. Sempre brinquei muito, as vezes queria mais do que podia. Adorava brincar com Barbie, brincar de “com a gente mesma” (popularmente chamada de casinha), brincava que eu tinha uma loja de roupas e as vendia (abria o guarda roupa e ficava horas tirando e dobrando as roupas), brincava de supermercado (pega tudo o que podia na cozinha e fingia que era a caixa e colocava tudo em sacolas), brincava de escolinha ... eram tantas as idéias, mas todas eu brincava sozinha. Não ... não culpem meus pais ou minha irmã por não brincarem comigo, eu queria aquilo. Ali era o meu mundo, a brincadeira era como eu queria.

Minha infância durou muito tempo. Acho que brincava ainda de “com a gente mesma” até uns doze anos. Nunca vi problema nisso. Sempre achei feio as meninas da minha idade que já pensavam em meninos, queriam beijar, ficar, o único menino que eu pensava era o Kevin dos Backstreet Boys, como eu chorei quando ele se casou! Eu tinha certeza que eu iria casar com ele!

Minha vida nunca foi das mais fáceis. Desde os treze anos trabalho com a minha mãe em seu consultório, e por isso aprendi mais cedo o significado da palavra “responsabilidade”. Na escola, nunca fui aluna nota 10, pelo contrário, me sentia muito bem quando conseguia tirar notas acima da média. Nunca gostei de estudar, adorava ir para a escola, encontrar as amigas, conversar. Na escola eu não tinha responsabilidade.

Foi na escola que conheci o Ramon. A gente estudava junto desde a quarta série do ensino fundamental. Ele gostava de mim e eu via nele um amigo. Foi na oitava série que a gente se olhou. Ele era o mais alto da turma, o mais quieto e eu a mais falante, a que gostava de aparecer, a chamada “patricinha”. Eu podia ser a “popular”, mas não era como a Cher das “Patricinhas de Beverly Hills”. A única coisa que nos fazia ser parecidas era o gosto pela cor de rosa!

Durante esse tempo de escola, meu pai tinha uma empresa de importação e exportação de carnes nobres argentinas. A gente tinha uma situação financeira muito boa. Um dia, o mundo começou a falar numa tal de “vaca louca” e meu pai faliu! Perdemos tudo, ou melhor, o pouco que tínhamos! Como pagar as contas, como sobreviver. Eis que minha mãe teve a idéia de fazer bombons de morango para que eu e minha irmã vendêssemos na escola. Foi desse dinheiro que pagamos contas e muitas vezes nos vestimos. Até que um dia, por um boato de uma menina que fazia concorrência com a minha irmã, as vendas diminuíram e paramos de fazer os bombons. Mais uma vez, a dificuldade chegou. Daí minha mãe decidiu voltar a trabalhar, mesmo que de empregada numa clínica odontológica. Mas ela não suportou as “regras” estabelecidas pela proprietária e junto com meu tio, montou o consultório que temos hoje, e daí vim trabalhar para ajudar e aprender a ter alguma responsabilidade na vida. Embora eu tenha vivido maus momentos, era muito criança, e alguns valores ainda estava destorcidos na minha cabeça (me preocupava com as canetas coloridas que eu queria ter no penal no inicio do ano, com o tênis de molinha que estava na moda, com os celulares que minhas amigas já tinham, sem entender que meus pais se viravam como podiam para colocar comida na mesa).

Quando comecei a trabalhar com a minha mãe, achei tudo tão chato. As pessoas eram chatas e eu não podia ir na casa das minha amigas depois da aula. Como eu chorei. Como eu briguei. Mas foi aqui que aprendi muito sobre a vida. Já ouvi muita história que psicólogo ficaria bobo. É mulher que é amante de homem casado; é pai que descobre que a filha usa droga; é paciente que tenta anos engravidar, faz inseminação e um dia, sem fazer tratamento nenhum descobre que está grávida; é mãe que fala mal do filho. .... vixi, é cada coisa que aos poucos fui tomando gosto e aprendendo que a vida não era só canetas coloridas, mas eram pessoas coloridas, pessoas diferentes com histórias diferentes.

Fui fazer faculdade de jornalismo e não gostei. Não gostei da forma que era ministrado o curso. Achei que teria mais movimentação, mas atitude, mas garra. Não. Uma decepção. Daí veio toda aquela lei que não precisa mais de faculdade de jornalismo para, digamos assim, ser jornalista e eu tranquei. Tranquei porque não gostei e porque estava grávida da minha princesa.

No dia em que soube que estava grávida, conversei com minha mãe e decidi que não ganharia mais salário algum, e que ela me comprasse tudo o que fosse necessário. Ela topou. Todo o meu enxoval de gestante, todo o enxoval da Sophia, todo o enxoval para a futura casa foram comprados pelos meus pais. Até o obstetra foi minha mãe quem pagou. O plano de saúde pagou a maternidade e o Ramon pagou o pediatra. Fiz tudo particular porque eu não tinha ginecologista quando engravidei, e o da minha mãe era particular, e fui nele e me apaixonei. Sou fã do meu ginecologista hoje. Infelizmente com o pediatra não tive a mesma felicidade, embora ela tenha sido o meu pediatra quando nasci, acho que esse foi o erro, ele parou no tempo!

Precisei mudar 180°. Os valores que um dia eu tive, foram repensados e transformados em coisas muito mais produtivas. Quer uma prova: hoje vendo Natura. Não estou desmerecendo a marca, pelo contrário, sou fã de quase tudo, mas me coloquei lá em baixo e comecei a vender produtos para ganhar um dinheirinho extra. Tentei Avon e não me adaptei, tentei Mary Kay e me lasquei, mas tentei!

Hoje ainda dou valor para eletrônicos, esse ainda não consegui me desfazer! Estou enlouquecida para ter um MacBook Pro mas vai demorar, é um sonho! Se pudesse teria o desktop da Apple, um iPad e tudo o mais que a Apple lançar, mas não posso, sou feliz com um desktop da Positivo que comprei há quatro anos com meu dinheirinho e que hoje está no consultório da minha mãe! Tenho um iPhone porque me roubaram o iPod e o Ramon derrubou meu celular na pia da cozinha logo que fomos morar juntos, daí como recompensa, ele juntou iPod+celular e dividiu em 10 vezes um iPhone. Meu xodó eletrônico que já está todo quebrado de tanto a Sophia derrubar, mas não me importo, graças aos aplicativos (todos free) ela aprendeu a contar até dez em inglês!

Moro num apartamento alugar que amo de paixão. Ainda não está decorado, pelo contrário, ta tudo meio que na gambiarra, mas to a cada dia mais realizada. Hoje estou muito feliz por estar casada com o homem que amo, tenho uma filha princesa que me ensina todos os dias a ser mais carinhosa, paciente, dedicada, esforçada e responsável.

Com a maternidade, pude entender que tenho dois lados: o de pequena mulher, que tem muito a aprender com a vida; o de grande menina, que ensina a cada dia ser o melhor que devo ser! É brincar de fazer comida; é ensinar a desenhar; é ser a melhor esposa, filha, mãe, irmã, amiga e amiga de brinquedos que posso ser.   

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Dobradinha

Se um é bom, dois é maravilhoso! Eba, ganhei meu segundo selinho ... e foi em dose dupla! Minhas queridas amigas virtuais (que a cada comentário faz meu coração bater num ritmo bem real) Cami e Telma, me presentearam com um novo selinho! Ai, quanta emoção para uma tarde de sexta-feira!

A regra é recomendar dez blogs, mas fica a dúvida: se ganhei duplamente, preciso repassar em dose extra?! Para não deixar ninguém de fora, vamos a lista!

Ah, antes que eu me esqueça: AMO MUITO VOCÊS MENINAS!!!


É acho que isso é tudo pessoal! Embora siga alguns blogs, acho que indicar para receber selinhos é uma tarefa difícil, por isso opto por aqueles são “são de casa”! Os que são mais de casa já ganharam ... o importante é sempre ser lembrada e continuar essa corrente tão legal! Viva nós!!!

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Entre lençóis

Estava visitando o blog da Angi "eu me desenvolvo e evoluo com meu filho" onde ela fez um texto sobre a hora do sono. Fui, li as dicas que ela dava, comentei e me pesou a consciência. Pesou porque li muito sobre o assunto, na teoria sabia bastante, mas na hora da prática não exerci nada daquilo que estudei. Sabe quando você vai fazer a prova do Detran; faz todas as aulas na auto-escola, passa na prova teoria e no psicotécnico e na hora da prática, erra logo na baliza! Eu fiz bem assim!

Eu, Marcella, sempre dormi muito tarde. Chegava em casa, tomava banho, jantava e ia pro meu quarto. Ficava hoooooras no computador, assistindo filmes, ouvindo música. Mesmo fazendo faculdade de manhã, sempre ia dormir as duas da madrugada! Quando Sophia nasceu, eu não mais fazia faculdade e o Ramon transferiu para o turno da noite (ela nasceu em fevereiro e as aulas começam uma semana depois do seu nascimento). Nos primeiros meses, fiquei na casa dos meus pais. Fiquei porque não tinha para onde ir.

Quando engravidamos, eu e o Ramon sentamos para discutir o que faríamos das nossas vidas. Optamos por morar juntos. Ele morava com a mãe numa casa que era DELE. Minha sogra disse (num jantar onde reunimos meus pais e a mãe do Ramon para conversarmos) que iria sair da casa, afinal a casa era do filho e iria morar num outro apartamento que a família tinha e estava vago e que até o Natal eu já poderia me mudar. Há Há Há Há! Quem acredita em Papai Noel coloca o dedo aqui!!! Pois é, minha sogra só saiu da casa quando a Sophia completou 1 mês! Eu, quer dizer, nós tivemos que nos mudar para uma casa nova, cheia de coisas velhas e que eram da minha sogra (o apartamento já estava decorado, então tudo o que ela não pode levar ficou “de presente”). Que sofrimento. Não tinha armário para minhas roupas, para as roupas da Sophia. Deus teve misericórdia de mim, era para eu ter surtado! A casa fica num bairro bem afastado do centro, chama-se Santa Felicidade. É um bairro muito conhecido pelos restaurantes de comida italiana, mas para morar é muito longe. Só tem casas e ainda é pouco habitado.

Como eu tinha medo de ficar lá sozinha com Sophia, todas as noites o Ramon nos trazia para a casa dos meus pais enquanto ele ia pra faculdade. Então todo meu conhecimento para a rotina da hora do sono acabava com essa atitude. Ela tomava banho, mamava, dormia e daí o Ramon chegava (23h30min) para nos buscar; entravamos no carro, demorávamos 20 até 30 minutos para chegar em casa e daí colocávamos Sophia no berço. Ela acordava. Esse caminho foi feito por longos 10 meses. Isso porque quando ela tinha 3 meses, assaltaram a casa e eu passei quinze dias na minha mãe com ela. Olha, a gente já passou por alguns perrengues na vida!

Nossa, que viagem, da hora do sono para desabafar sobre meus perrengues. Mas daqui a pouco a gente junta tudo e no final termina tudo bem!

Sophia se acostumou a dormir meia noite. MEU DEUS! Não contem para nenhum pediatra conservador, para a Super Nanny e para as mães mais disciplinadas, mas minha filha de dois anos e três meses vai dormir tarde pra caramba! Eu fico felizona quando ela dorme às 22 horas!

Nossa rotina é a seguinte: jantamos ou tomamos um lanchinho bem gostoso; tomamos banho (eu e Sophia) bem quentinho – é durante o banho que conversamos, nos amamos, ficamos bem juntinhas; vamos para o quarto da mamãe (lembrem-se que agora Sophia só dorme na sua cama, no seu quarto), colocamos pijama, secamos o cabelo com secador e tomamos um leitinho beeeeem quentinho; coloco um filminho (agora estamos entre Wall-E e Up, Altas Aventuras), enquanto Sophia assiste ao filme mamãe lê. Ela se “acafofa” e dorme. Quando são 8h30min ela acorda naturalmente, mas como temos escola, acordo minha princesa as 8h e let’s go!

Claro que ter uma rotina é maravilhoso, mas e quando a gente não pode, não consegue, será que a culpa vira nossa inimiga!? Porque existe a culpa, porque é existe a partícula “se” ... SE eu não tivesse engravidado; SE eu não tivesse saído da casa dos meus pais; SE eu tivesse lido mais livros sobre bebês; SE ... SE ... SE ... ahhhhhhhhhh, saí de mim culpa!

Me acalmei! Passou!

Hoje não moramos mais na casa, estamos num apartamento alugado, numa região central, a meia quadra (ou quarteirão) do estúdio do Ramon. Não tenho medo de ficar sozinha com Sophia. Minha sogra voltou a morar na casa em Santa Felicidade (acho que ela sempre morou lá, se a pessoa dela não, as coisas dela moraram lá). Ainda não está nada fácil, mas as poucos a gente vai melhorando ... é questão de rotina!   

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Promoção “Hora do Mamaço”




Eba!! O blog está com uma nova parceria, o Baby Moment. Para quem ainda não conhece o produto oferecido pela marca (já falei dele aqui no blog, olha só http://monmaternite.blogspot.com/2011/03/e-hora-da-mamada.html). A Baby Moment trabalha com mantas maravilhosas que protegem aquele momento tão único e particular da maternidade, a amamentação.

Reprodução Internet


Com todo esse movimento pró-amamentação (em vários blogs chamam de “mamaço”), a Baby Moment junto com o blog Mon Maternité este oferecendo um desconto para quem comprar acima de R$69,00 em produtos no site!

Sou super a favor da amamentação, se a mãe tiver leite e oportunidade de amamentar seu filho, que seja enquanto puder, mas acho que a discrição e a particularidade do momento deveria ser dividida somente entre mãe e filho. Fica mais especial.

Eu infelizmente não conhecia a Baby Moment enquanto pude amamentar minha Sophia, mas quem ainda tem esse privilégio, aproveitem! Ótima dica de presente tanto para o chá-de-bebê quanto para levar até a maternidade! #ficaadica


Vale Desconto Baby Moment/Mon Maternité

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Lúdico

Decidi que voltaria a trabalhar com a minha mãe quando Sophia completou 6 meses, aos 7 ela já estava na escolinha. Para a escolha da escola, optei por avaliar duas coisas: proximidade ao meu trabalho e a felicidade das crianças que ali “estudavam”. Não irei em momento algum fazer propaganda da escola, mas tenho certeza (até agora) que fiz a melhor escolha.

Eu e minha mãe costumamos chamar os aluninhos da escola de “praguinhas”, num sentido muito fofo da palavra, porque o uniforme é amarelo e, por onde você ande em Curitiba, você encontra alguns alunos da escola, seja de carro pelos adesivos ou nas ruas pelo uniforme.

Só que esse final de semana me chamou atenção um fato negativo sobre a moral da escola. Vamos ver se me faço entender em palavras escritas. Meus pais moram no mesmo edifício que uma família A que tem um filho de 3 anos de estuda na mesmo escola que Sophia. PONTO. No sábado (14/05) eu, Sophia e meus pais fomos almoçar num restaurante onde uma outra família B do prédio do meu pais estavam, e eles tem um filho de uns 5 anos. PONTO. Na saída, eu perguntei ao pai desta outra família B se o filho deles estudava na mesmo escola da Sophia. PONTO. Ele me respondeu que não, só o filho da família A estudava, mas parecia que ele tinha saído da escola porque os amigos estavam batendo nele! Sério, meu coração de mãe parou! Como assim, na escola em que minha filha estuda, existem crianças de 3 anos batendo no amiguinho, a escola não faz nada a ponto da mãe tirá-lo da escola! Sério, meus anos de jornalismo da faculdade e hoje meu lado materno me fizeram parar e pensar: tem alguma coisa muito estranha nisso tudo!

Decidi conversar com minha mãe, que acho extremamente sábia, e ela me aconselhou a ir direto conversar com a coordenação da escola. Confesso que perdi o sono essa noite pensando na conversa. Mas ao deixar Sophia na escola pedi para conversar com a coordenadora. Enfim, chegou a hora de eu ser mãe. Nunca havia procurado a escola, e pela minha pouca idade, muitas vezes me deixei abalar e pensar: será que sou digna de ser ouvida.

Expliquei toda a situação. O que houve realmente: o filho não se adaptou aquele ano na escola e por isso justificou que os amigos estavam “batendo” nele. Ele foi trocado de turma e também estavam “batendo” nele. Ele não queria mais ficar ali. É claro que existem mães, existem situações e existem interpretações. Não estou aqui justificando a escola, as parece que os pais estão se separando!

Não fiz psicologia, não estudei pedagogia, mas tenho um coração sensível e busco incessantemente pela minha melhora diária. Comecei ontem a ler um livro fantástico (pretendo comprar mais um e sortear para minhas mães amigas), chama-se “Mãe segundo o coração de Deus” Elizabeth George, e antes li “Criando MeninasGisela Preuschoff. Com esses dois livros, e mais alguns e mais internet e programas de televisão (adoro Discovery Home & Heath), a gente aprende que o dia a dia do casal é passado para a criança mesmo a gente não querendo. Quando nos tornamos pais, é preciso esquecer que somos pessoas únicas e nos tornamos dois, três, quatro ... infinitas! Não é fazer cara de paisagem e fingir que está tudo bem, mas a criança sente, sabe quando tem alguma coisa errada.

Quer um exemplo bem bobinho. Como já escrevi algumas vezes, minha vida familiar começou difícil. Quando Sophia nasceu, ela tinha somente uma cômoda em seu quarto. Quando completou um ano, mandamos fazer o guarda-roupa e ela sempre dormiu no quarto do casal naqueles berços desmontáveis. Esse final de semana, meus pais nos deram a cama da Sophia. Nunca chorei tanto. Ela é linda. Chegamos em casa no sábado e o Ramon mesmo a montou. Quando Sophia entrou no seu quarto, ela mal acreditava no que via, e desde aquela noite não sai do seu quarto. Descobriu que tem quarto. Brinquedos já velhinhos ela parece que só descobriu agora. Tudo ela mostra. Foi o final de semana mais perfeito da minha vida. O que isso tem haver com o caso do menino que “apanha” na escola. TUDO! Quando a gente está feliz como família, nossos frutinhos absorvem toda nossa felicidade. Quando estamos tristes, nossos filhos absorvem todas as nossas frustrações, a ponto de usar seu lado lúdico para quem sabe se fazer notar num monte de coisas. Agora ele está em casa com sua mamãe. Era isso que ele queria, provavelmente.

 Já vi casos de crianças que ficam doentes para chamar atenção. Não é mentira não. Da mesma maneira que o menininho da escola não mentiu. Eles criam! Minha mãe está com dor no pé por usar um calçado inadequado na academia. Então eu e minha irmã fazemos massagem em seus pés. Sophia viu e disse que estava com “dodói no pé” para receber massagem. Ela mentiu? Não. Ela criou.

Aí está chave que nós pais temos para abrir os olhos e os corações dos nossos frutinhos. Dizem que é somente com sete anos que as crianças sabem a diferença entre bem e mal. Ora, se antes ela criava, porque agora é mentir?! É fácil continuar a criar. Criar que tenho dodói no pé; criar que meu amiguinho me bate; criar que não fui eu quem quebrou o copo. Criar é bom, mas o que criamos é o que precisamos saber. A diferença está em somente criar ou apresentar uma personalidade mentirosa.

Vamos combinar uma coisa?! Vamos dar uma atenção maior a esses detalhes. Minha filha ainda é pequena, mas aquelas que têm filhos maiores, cuidar com aqueles pedidos de falar que a mamãe não está em casa para não falar com uma amiga no telefone; cuidar com aquela reclamação que o chefe é insuportável; cuidar com aquele tom de voz um pouco mais alto na hora da “conversa” com o marido. São esses pequenos detalhes que moldam o caráter dos nossos brilhantes. 



Quartinho antes da cama ... olha a bagunça!

Eba!! Cama pronta ... Sophia não acreditava!
Minha princesa pronta para dormir!

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Ser lembrada



O primeiro selinho! Eba!

Quando entrei para a blogosfera, reparei que muitos blogs tinham “selinhos”. Confesso que já entrei no Google para pesquisar o que seriam esses selinhos. Num site, eles explicavam que selinhos eram “mimos” trocados por blogs, como se fossem selos de qualidade. Sempre desejei ganhar um, e esse dia chegou! A minha querida Janna, do blog Nossa Vida! me presentiou com um selinho ... ai ai, a primeira vez a gente nunca esquece!

Para ganhá-lo, terei que escrever 7 coisas aleatórias sobre mim. Vamos lá!

1 – Adoro conversar.
2 – Luto contra a balança desde que me conheço por gente.
3 – Adoro assistir filmes comendo pipoca.
4 – Sonho acordada.
5 – Tomo banho com luz apagada e som ligado.
6 – Odeio frutas, verduras e legumes.
7 – Depois que engravidei, não consegui mais assistir filmes de suspense, terror muito menos.

Agora, é indicar 10 amigas. Como quero fazer outras amigas felizes, vou repassar!

Oopppss, foram 11 amigas. Acho que não tem problema né, são as mais próximas que tenho nessa blogosfera que a cada dia me encanta mais! Obrigada meninas por cada comentário.

Ah, Janna querida, mais uma vez, obrigada pela lembrança. Me emocionou mesmo!

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Ação e reação

Visitando muitos blogs sobre maternidade, achei o blog Mamãe Cristã, sugerindo uma blogagem coletiva para as blogueiras evangélicas. O tema proposto foi “Jesus mudou minha vida! Quer mudar a sua também!”. Sou cristã, ainda não batizada na igreja evangélica, mas já tive meu encontro com Deus. E esse post é para testemunhar daquilo que Deus fez na minha vida e na vida da minha família.

Antes de colocarmos “religião”, sempre comentei aqui no blog que meus pais tinham uma forma muito rígida de educação. Namorar era só depois dos ...... não tinha idade limite, tinha o tempo que eles queriam dar; eu nunca pude sair a noite, embora eu não gostasse de “balada”, eu tinha até a meia-noite para chegar em casa das festinhas ou depois com o Ramon; nunca fumei (embora na adolescência demonstrei interesse em experimentar), nunca ingeri bebida alcoólica e mesmo assim sabia que se os fizesse levaria bronca. O único motivo que dei para ficarem bem tristes, a ponto de me mandarem de castigo foi quando disse que não gostava de estudar. Ah, já menti muuito! Menti que ia bem na prova e na verdade tinha ido super mal; mentia que não tinha lição de casa e tinha muita; mentia mesmo, coisas bem bobas, mas mentia. Tanto mentia que estava grávida de quase quatro meses e insistia em dizer que era virgem (dããããã... mentira tem perna curta Marcella).

Quando eu soube que estava grávida, tomei uma decisão imediata que não houve um só dia que eu não pense nisso: tentarei ser a mais correta possível. Não sou santa, mas procuro a cada dia minha santidade. Só que eu não roubava, não matava, não mentia, não adulterava, mas vivia com um homem que não era meu marido. Eu estava amasiada com meu namorado. Tinha relações sexuais com meu namorado. Ora, toda a minha busca pela santidade caía por terra a cada vez que me relacionava com ele.

Paralelo a essa situação, devido a todas as circunstâncias, o Ramon precisou trancar a faculdade de Engenharia Mecânica numa faculdade particular daqui de Curitiba, o valor mensal era de R$1.750,00, e para nós, era um gasto que pesava no nosso orçamento. Vivemos da renda de imóveis que o falecido pai do Ramon deixou para ele. E não é muita coisa, na verdade, é bem pouca coisa. Soubemos que para ingressar na UTFPR – Universidade Tecnológica Federal Paraná (antigo CEFET), era preciso fazer o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio e da nota do ENEM, você se inscreve e os melhores classificados passam no vestibular da UTFPR. Ok, Ramon fez ENEM um ano e não passou, ano passado (2010) ele tentou novamente. Fez a inscrição para a UTFPR e esperou as chamadas.

Nunca consegui chamar o Ramon de “marido” durante todo o período que moramos juntos, ele sempre foi meu “namorado”. E isso me incomodava. Decidimos dar entrada na papelada para o casamento no civil. Primeiro veio a dificuldade de juntar as certidões de nascimento atualizadas (ele foi registrado em Palmeira-Pr). Papelada pronta era hora de ir ao cartório. Descobrimos que para se casar, primeiro é preciso ver qual o tipo de separação e pagar de acordo com a separação. Nesse momento, precisávamos casar, então optamos pela mais barata. Na semana que decidimos dar entrada, surpresa, não tínhamos dinheiro! Esperamos alguns dias e juntamos a grana. Era uma sexta-feira. Na segunda-feira seguinte, os cartórios subiram a tabela em 47% (eu acho se não foi mais). Milagre de Deus!

Marcamos a data do casamento para 03 de março de 2011, mesmo dia em que minha mãe se formou e o dia do aniversário da minha irmã. Fomos comprar as alianças e, surpresa, não tínhamos dinheiro! Minha mãe deu a aliança dela para mim e o Ramon comprou somente a dele numa joalheria beeem baratinha. Chegou o grande dia. Era uma quinta-feira. Eu mal acreditava que iria me casar. O Juiz de Paz falou coisas bem legais, e nos declarou marido e mulher. Aleluia, agora éramos uma família. Eu tinha o mesmo sobrenome da minha filha (isso era outra coisa que me deixava mal).

No sábado o Ramon foi trabalhar no estúdio, o O.Z. Sound Studio e eu fiquei na minha mãe. Fui visitar a tia Lu que mora no apartamento da frente quando toca meu celular, era meu marido!

- Amor, eu passei!

- Passou aonde? Na frente da onde amor?

- Não amor, eu passei!

- Passou no que?! Aonde você ta?

- Amor, eu passei no vestibular. Passei na nona chamada da UTFPR. Passei em Engenharia Elétrica (foi a segunda opção dele). Eu passei.

Eu desabei no chão de tanto chorar. Oh glória Deus! Isso chama-se milagre! Presente divino. Que benção! Foi o único e melhor presente de casamento que ganhamos!

Essa experiência de vida só nos aproximou como família e com Deus. Hoje estamos comungando numa Igreja Batista que tem sido benção nas nossas vidas. Hoje aprendemos que uma família precisa de Deus, que o casal precisa ter Jesus no coração para se respeitar, se amar, se valorizar e os filhos serão bênçãos!

Ainda não estamos na terra prometida, mas temos a certeza da vitória. Não está sendo fácil, estamos enfrentando muitas lutas, principalmente financeira, mas estamos firmes e cremos que Deus jamais dá uma cruz maior do que aquela que podemos carregar.


"Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios. Pois os braços dos ímpios se quebrarão, mas o SENHOR sustém os justos. O SENHOR conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre. Não serão envergonhados nos dias maus, e nos dias de fome se fartarão. Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como a gordura dos cordeiros; desaparecerão, e em fumaça se desfarão. O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá. Porque aqueles que ele abençoa herdarão a terra, e aqueles que forem por ele amaldiçoados serão desarraigados. Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão. Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão. Compadece-se sempre, e empresta, e a sua semente é abençoada. Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada para sempre. Porque o SENHOR ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada. Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre. A boca do justo fala a sabedoria; a sua língua fala do juízo. A lei do seu Deus está em seu coração; os seus passos não resvalarão. O ímpio espreita ao justo, e procura matá-lo. O SENHOR não o deixará em suas mãos, nem o condenará quando for julgado. Espera no SENHOR, e guarda o seu caminho, e te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem desarraigados. Vi o ímpio com grande poder espalhar-se como a árvore verde na terra natal. Mas passou e já não aparece; procurei-o, mas não se pode encontrar. Nota o homem sincero, e considera o reto, porque o fim desse homem é a paz. Quanto aos transgressores, serão à uma destruídos, e as relíquias dos ímpios serão destruídas. Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia. E o SENHOR os ajudará e os livrará; ele os livrará dos ímpios e os salvará, porquanto confiam nele.                                             Salmo 37: 16-40



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O dia depois de ontem

Ai ai ... o tão esperado “dia da mães” passou. Foram alguns dias de expectativa para saber o que aconteceria no tão esperado segundo domingo de maio. Meu maridinho não é lá muuuuuuito criativo e, confesso que tive que dar aquelas dicas: olha, na papelaria tem uns cartões tão fofos; amor, quando faço meu “todão”, gosto nessa caneca e deixando tantos minutos no microondas; torradas só com margarina.

Que fiasco! Acordei antes do marido e, como tivemos que ir na sogra na noite anterior, chegamos tarde em casa e ele não comprou NADA! Me segurei para não me irritar, mas era domingo, dava pra voltar pra cama pra mais uns cinco minutinhos de sono quando Sophia acorda. O Ramon tinha saído para comprar as coisas e Sophia queria logo cedo assistir filme.

Quando o Ramon chegou, ficamos brincando na cama com Sosô e dapois de uns 20 minutos ele a tirou e trouxeram o café na cama com os presentes: papai comprou o cartão fofo na papelaria e Sophia me trouxe o presente da escola: uma squeeze escrita ”melhor mãe do mundo”. Tinha um cartão feito por ela com as professoras e já me desabei em lágrimas. Como é gostoso ser mãe.

Fomos para casa da minha mãe, levei um outro cartão fofo e uma flor. Chegando lá, para minha surpresa EU fui presenteada com um colar liiindo com uma menininha de pingente. Que emoção! Que delícia!

Depois de abraços e felicitações, era hora de sairmos para almoçar. Chegamos às 13h00 mais ou menos no restaurante e nos sentamos a mesa às 15h00. Duas horas em que Sophia fez duas amiguinhas, a Alexia e a Julia; duas horas em que sentamos todos para falar besteira e dar risada; duas horas que juntas em família. A comida estava maravilhosa, tudo perfeito. Depois do almoço, uma voltinha de carrinho e borá pra casa descansar, afinal, já eram cinco da tarde.

Cheguei em casa e parei para pensar no que é ser mãe, e o que há de tão especial para que nesse dia, a gente saia desesperadas atrás de um excelente presente para nossas mães, e queremos o melhor restaurante, a melhor comida, a melhor roupa.

Ser mãe é sublime, é único, é indescritível. É ser paciente, amorosa, doce, fiel, rígida, dura e incisiva, tudo junto e misturado. É ter doses homeopáticas de carinho com voz firme, amor com responsabilidade, sorriso com dor no coração. Hoje cedo, cheguei no trabalho e a Angi do Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho me deu parabéns pelo dia das mães, fui retribuí e li um texto dela muito sensível sobre isso.

Descobri nessa blogosfera materna que a gente se conhece, se reconhece, se assusta e te admira mutuamente. É uma troca de experiências, uma terapia em grupo onde a cada nova postagem, a gente corre pra aprender, questionar e vivenciar.

Ser mãe e aprender errando. Ser mãe é viver convivendo. Ser mãe é cuidar do outro sem esperar nada em troca, quer dizer, esperando aquele sorriso muitas vezes só de gengiva como agradecimento. Ser mãe é estar num estado tão maior que o “todão” de chocomilk fica delicioso no café da manhã.

Quero viver cada segundo domingo de maio com tal intensidade que não me importa quanto tempo ficarei numa fila de restaurante, ou mesmo se irei a um restaurante, porque junto da minha filha (e dos outros que sonho em ter) eu como até miojo Turma da Mônica, porque naquele domingo, eu sou mãe

Eu tenho a força!!!!

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Feliz dia das mães!

Quer momento mais delicioso do que ser o centro das atenções daquele pequeno frutinho que tem toda a nossa atenção 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O dia de hoje é a recompensa das noites mal dormidas porque nossos frutinhos estão doentes; é pra lembrar que hoje precisamos saber os nomes de todos os personagens dos programas infantis; é nos dar a certeza de que valeu a pena cada segundo que ficamos sentadas esperando nossos pequenos brilhantes terminar de comer aquela colherada minúscula de papinha para dar oferecer a segunda, e torcer que ele coma 10.

Valeu. Valeu cada segundo ganho com minha princesa. Acordar hoje com um beijo, um abraço, um presente feita na escola e ouvir a palavra “mamãe” faz valer qualquer esforço. Maior ou menor que ele seja.

A todas as mamães, meus parabéns! Parabéns porque você tem o maior e melhor presente que Deus pode dar a alguém: ser mãe! Que me desculpem os pais, mas ser mãe não tem preço!

Quando eu era adolescente (escrevendo assim parece que foi há tanto tempo), existiam as Spice Girls. Emma, Geri, Victoria, Mel B e Mel C ... a banda formada só por mulheres que pregavam o Girl Power (poder feminino). Elas cantavam uma música homenageando as mães. Sempre que ouvia me emocionava muito, e hoje ela se torna o start para as lágrimas rolarem!  







Mama
She used to be my only enemy and never let me be free,
Catching me in places that I know I shouldn't be,
Every other day I crossed the line,
I didn't mean to be so bad,
I never thought you would
become the friend I never had.
Back then I didn't know why,
why you were misunderstood,
So now I see through your eyes,
all that you did was love,
Mama I love you, Mama I care,
Mama I love you, Mama my friend,
You´re my friend.
I didn't want to hear it then but
I'm not ashamed to say it now,
Every little thing you
said and did was right for me,
I had a lot of time to think about,
about the way I used to be,
Never had a sense of my responsibility.
Back then I didn't know why,
why you were misunderstood,
So now I see through your eyes,
all that you did was love,
Mama I love you, Mama I care,
Mama I love you, Mama my friend,
You´re my friend, you´re my friend.
But now I'm sure I know why,
why you were misunderstood,
So now I see through your eyes,
all that I can give you is love,
Mama I love you, Mama I care,
Mama I love you, Mama my friend,
Mama I love you, Mama I care,
Mama I love you, Mama my friend,
You're my friend. 2x ooohhoohhh my love.

Mama 
Ela costumava ser minha única inimiga e nunca me deixava livre
Prendia-me em lugares que eu sabia que não deveria estar
Outro dia eu passei do ponto
Eu não queria ser tão má
Eu nunca pensei que você se
Tornaria a amiga que eu nunca tive
De volta, então eu não sabia o porquê...
Por que você foi mal compreendida
Então agora eu vejo através de seus olhos
Que tudo o que você fez foi amor
Mamãe eu amo você, Mamãe eu me importo.
Mamãe eu amo você, Mamãe minha Amiga,
Você é minha amiga
Eu não quis ouvi-la então, mas...
Agora eu não tenho vergonha de dizer
Cada pequena coisa que você
Disse e fez estava certo para mim,
Eu tive muito tempo para pensar sobre...
Sobre o jeito que eu costumava ser
Nunca tive senso de minha responsabilidade
De volta, então eu não sabia o porquê...
Por que você foi mal compreendida
Então agora eu vejo através de seus olhos
Que tudo o que você fez foi amor
Mamãe eu amo você, Mamãe eu me importo.
Mamãe eu amo você, Mamãe minha Amiga,
Você é minha amiga, você é minha amiga.
Mas Agora estou certa de que sei o porquê...
Por que você era tão mal-compreendida
Então agora eu vejo através de seus olhos
Tudo que eu posso dar a você é amor
Mamãe eu amo você, Mamãe eu me importo.
Mamãe eu amo você, Mamãe minha Amiga,
Mamãe eu amo você, Mamãe eu me importo.
Mamãe eu amo você, Mamãe minha Amiga,
Você é minha amiga

[letra e tradução Vagalume]

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