Que rumo tomar?

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Com a aproximação do aniversário do blog, comecei  a avaliar como foi o nosso desempenho neste primeiro ano. Comecei primeiramente pensando se o meu objetivo estava sendo realmente cumprido, assim como se meus textos estavam sendo bem redigidos e bem interpretados. Depois fui para a parte mais “burocrática” do negócio e avaliar em números o desenvolvimento do Mon Maternité, estamos com mais de 240 seguidores; 20 mil visualizações; 15 parceiros; 9 sorteios; 183 “curtidas” na rede social Facebook; 64 seguidores no Twitter e abrimos um canal do YouTube para divulgar os vídeos dos sorteios. Ah, não posso esquecer que sou uma das Mamis no blog Tutti Mami (buááá, está acabando), colunista no Mamãe Maravilha e uma das colaboradoras no blog Testes da Mamãe.

Quando paro e olho meu sonho e vejo que ele tornou-se realidade, é motivo de muita alegria na minha vida, agradeço a Deus todos os dias e sempre peço para que Ele esteja cuidando do blog, daqueles que me visitam, que meus textos possam ajudar alguém e que nenhum mal aconteça no meu cantinho. Graças a Deus, nunca tive nenhum “problema” com o blog, nunca recebi comentários maldosos, plágio dos meus textos e não tenho conhecimento de que houve furto das minhas fotos. Isso me faz querer crescer cada dia mais! Não é secreto para ninguém que hora ou outra está por aqui que desejo cada dia mais e mais, PORÉM tenho pensado se esse MEU desejo de crescer e espalhar mundo a fora como é bom “Compartilhar, Aprender e Ensinar a benção da maternidade” irão me custar!

Nas últimas semanas, tivemos provas reais do poder que o mundo virtual exerce sobre nosso país. Em suas semanas, três assuntos se tornaram maciços em todos os veículos de comunicação e em todos os casos, tudo começou pela internet e, em especial, as redes sociais. Em primeiro lugar veio o caso do suposto estupro no reality show “Big Brother Brasil” e ganhou força porque aqueles que assistiam ao programa pelo sistema pay per view começaram um campanha pedindo a expulsão do participante pelo Twitter; depois veio a suspeita que a gravidez de quadrigêmeas anunciada por uma mulher seria falsa e, um dos motivos para que a suspeita aumentasse foi de que a fotografia usada como prova pela suporta gestante, na verdade era uma montagem de uma mamãe blogueira com quatro imagens de seu único filho no qual ela divulgou em seu blog há tempos; depois o chatíssimo e irritante caso da propaganda de um empreendimento imobiliário em que o pai justifica a ausência da filha no comercial em virtude de uma viagem para o exterior, a frase tão tosca ganhou proporções tão grandes que a menina antecipou a volta para o Brasil e está fazendo seus 15 dias de fama.

O que isso tem haver com o meu blog?! TUDO ... a internet, as redes sociais te levam do estrelado ao chão em fração de segundos, nesse caso, em questão de megabites!

Quando criei o blog, mesmo não sendo do mesmo tema, uma das minhas inspirações foi minha eterna chefinha no mundo jornalístico, a Ana Clara Garmendia, com seu blog de street style. Foi com ela que aprendi a linguagem e a maneira de escrever para internet e, lembro-me que quando abri minha conta no FB, era quase que diário as seguintes menções à ela “Ana Clara Garmendia começou uma amizade com sei lá quem e mais 59 pessoas”... e isso era diário! No perfil dela tem as fotos do blog, dos desfiles e fotos pessoais e acredito que ela nunca tenha sido vítima de nada ... agora, depois desses últimos acontecimento, estou realmente com medo do que essa exposição poderá me trazer.

Sabe quando te dá aquela sensação de estar sendo vigiada, tido um BBB?! Estou assim! Mas também não quero parar com isso ... estou confusa! Enquanto as coisas pareciam acontecer lá longe, era uma coisa, mas sabe quando você sente que estão chegando cada dia mais perto de você.

Confesso que estou confusa ... não sei no que acreditar; não sei mais em quem acreditar. A raiz do problema é a maldade que algumas pessoas carregam consigo e tem o poder de espalhar com uma facilidade que assusta! É muito mais fácil e rápido espalhar o mal do que o bem.

E agora ... o que fazer!??! HELP ME!!!


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A imagem da blogosfera materna brasileira

A imagem da blogosfera materna brasileira
Minha colaboração ao Blogstorming materno do Clube das mães e pais Blogueiros!



O blog Mon Maternité está prestes a completar um ano e eu ainda me pergunto o por que eu decidi criar um blog. Já falei aqui no meu mundinho e com muito orgulho pude dar vários depoimentos em vários blogs, inclusive no CmpB, mas a cada novo texto eu continuo a perguntar por que!?

Depois que fui mãe e com a criação do blog, quando vejo uma mulher grávida na rua, no restaurante ou numa loja, sinto uma vontade inexplicável de conversar com ela e saber como ela está, como está sendo a gestação, se existe algum medo, dúvida, incerteza sobre a nova vida que começará a viver após o nascimento daquele pequeno ser. Mas seria muita maluquice fazer isso ... então eu me resolvo na chamada blogosfera materna.

Sinto que a grande maioria das mães que decidem criar um blog é poder conversar com pessoas que estejam passando pelas mesmas situações que elas. Sentir que não estão sozinha nem isoladas num mundo chamado “maternidade”. Hoje, a maternidade nos é apresentada como uma coisa normal e natural, onde tudo é fácil, rápido, prático e indolor. O parto é na banheira de casa sem nenhum tipo de sedativo, rapidamente o bebê começa a se alimentar do leite materno que vem em escala de produção e a vida do casal é abençoada e a casa torna-se um paraíso. Isso só acontece na novela do Manoel Carlos porque na vida real, isso não é bem assim.

O que vejo hoje são mulheres com medos e cheias de dúvidas, sem alguém para desabafar que realmente entenderá o que ela está passando e não ser julgada nem apedrejada, pelo contrário, haverá uma infinidade de outras mães demonstrando apoio e desejo de melhoras. Esse é o segredo na blogosfera brasileira ... estamos e entramos para esse mundo virtual para ajudar e se ajudadas. Ninguém desejava ou esperava encontrar um mundo profissional e competitivo, aonde o que tem mais seguidores, comentários, textos ousados e parceiros é o segredo do sucesso.

Com essa transformação de “caseiro” para “profissional”, as mamães blogueiras viram que seria necessário se adaptar a esse novo segmento ou fracassariam e ficariam para sempre num anonimato real e virtual. Textos diários, incluindo alguns polêmicos; ultrapassando as barreiras do blogger ou wordpress para redes sociais (facebook, twitter e youtube) e realização de sorteios através dos produtos fornecidos pelos parceiros começou a ser a chave para abrir as portas da fama.

Não as condeno, até porque me incluo nesse processo de desenvolvimento, desejo crescer ... mas é hora de pensarmos e o que realmente queremos para nossa blogosfera brasileira: nos unirmos e lutarmos para sermos respeitadas como blogueiras mamães OU ficamos num anonimato e nos realizamos como mamães blogueiras. Se há diferença entre as duas coisas, óbvio! As blogueiras mamães agem como profissionais blogueiras que utilizam o estudo da maternidade como fonte de inspiração para seus textos profissionais. As mamães blogueiras são mães realizadas que compartilham suas experiências como um hobby ou prazer.

Serei sincera ... me classifico como mamãe, blogueira mamãe ... aquela que antes de tudo é mãe realizada em feliz, mas que vislumbra nisso um futuro profissional e muito promissor.

Estou na luta por um respeito. Se existem blogueiros, convidados e contratados por emissoras de televisão, dispostos a passar horas discutindo e discursando sobre os personagens de reality shows ou ainda classificando o que é in ou out no mundo da moda e todos aplaudem e ouvem com respeito suas opiniões, porque nós, mamães blogueiras ou blogueiras mamães devemos ser tratadas como mulheres frustradas, que não fazem nada e trocam o cuidado com os filhos para ficaram horas na internet? Esse pode ser o meu trabalho, o sustento da minha casa e estar 8 horas do meu dia na frente de um computador pesquisando material sobre filhos e relacionamentos para transmitir aos que me prestigiam, assim como uma pessoa que passa 8 horas na frente de um computador procurando cotações da bolsa de valores.

Temos que nos comportar como formadoras de opinião quando o assunto é maternidade, afinal, até aonde eu sei, todas nós somos mães e vivemos na práticas as dificuldades do dia a dia de ser mãe.

Em primeiro lugar, vamos nos respeitar como profissionais. Quem sabe, da próxima vez que for preencher uma ficha cadastral, que seja na locadora, ouse colocar no item “profissão“ blogueira; tenha orgulho de falar daquilo que faz você se sentir bem, são horas que dedicamos por dias e semana para vermos esse nosso filhinho tão lindo, crescendo e se desenvolvendo. Eu quero uma blogosfera maior, mais respeitada e mais forte. Que venham os seguidores, comentários, parcerias e patrocínios! Que venha dinheiro e sucesso ... se é isso que você quer, como eu, vamos em frente!

Ao infinito, e além!




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Pé de .....



Já escrevi em muitos posts minha predileção pelo canal de TV a cabo Discovery Home & Health. Assisto a quase todos, confesso não gostar muito daqueles de transformação porque, como eles passam alguns anos depois aqui no Brasil, acho tudo meio brega! Mas quando envolve temática familiar, assisto um atrás do outro sem problemas.

Na sexta-feira passada, como ainda estava de férias e Sophia estava na casa da vovó, deitei na cama e comecei a “overdose” de H&H ... eram umas nove e pouco da noite, o que significa Grávidas e Peruas, Supernanny seguido de Adolescentes Rebeldes .... quando uma coisa chamou a minha atenção: por que o canal escolheu essa sequencia de programas?

Não sei se alguém já assistiu a esses programas e, em especial na sexta-feira, quando um é atrás do outro ... eu nunca tinha parado para assisti-los nessa ordem, ou se tinha, ainda não havia parado e pensando que nessa sequencia, os programas fariam mais sentido.

O programa Grávidas e Peruas é uma espécie de reality show (como os demais) que traz as dúvidas, medos e incertezas de mulheres muito bem estabelecidas financeiramente e que encontram durante a gravidez um grande problema: conciliar gestação com vida social ‘noturna’ agitada; barriga crescendo com saltos finíssimos e altíssimos; decoração da casa com brinquedos coloridos; carros de luxo com carrinho e bebê conforto ... gente é sério, o programa mostra a angustia e agonia das mulheres por que não sabem o que fazer com aquela barriga tão grande que, muitas vezes a deixam feias e impedem que possam continuar exercendo suas vidas de .... madames que não fazem nada!

Passado essa “problema” com a gestação, vem o cuidado e educação com os filhos ainda pequenos, onde uma serie de sucessão de “erros” são cometidos mas, para alivio geral da nação materna e paterna, existe uma Supernanny disposta a recuperar e colocar a casa em ordem, literalmente. Agora o que sempre me chamou a atenção nesse programa é a quantidade de filhos que esses casais ... são quatro, cinco até seis!

Quando a coisa não tem jeito e os pais decidem se omitir total da responsabilidade de educadores e formadores, daí vem o Adolescentes Rebeldes, onde um bando de adolescentes que numa rebeldia sem causa, porque na maioria dos programas eles vivem em famílias de classe média, tem estudo e os pais são bem liberais, mas querem mais ... querem beber, fumar, transar .... daí, enviam os rebeldes para a casa de famílias (em sua maioria) com valores cristãos e que buscam ensinar os filhos conceitos como respeito, responsabilidade e temor a Deus (em primeiro lugar) e aos pais.

Parece que, se a gente colocar tudo isso num mixer e não colocar a terapeuta Rosie do Grávidas e Peruas, a Jo do Supernanny e as famílias éticas e jogar apenas os problemas, temos um ciclo natural da vida humana. As mulheres engravidam sem nenhum tipo de preparo ou consciência do que significa ser mãe e seu marido é uma espécie de “banana” que apenas supre sua necessidade financeira, esse casal tem filhos que não tem educação nem limites que crescem tornando-se adolescentes que tiveram tudo e todos e por isso são alienados e que crescem como um homem da espécie “banana” e mulheres da espécie “perua” que se casam e engravidam e ......

Será que é isso que a gente, mamães do século XXI desejamos para nossos filhos e filhas? Aprendi com uma psicóloga que o que difere a maternidade da minha avó com a minha são as ferramentas que estão dispostas E disponíveis para que possamos entender, aprender e executar a benção da maternidade. Para a minha avó, educar era simplesmente bater e colocar de castigo. Não havia (se havia, não tinha acesso) livros, profissionais, programas, revistas, internet para auxiliar essa melhoria diária pela “maternidade perfeita”.

Quando dizem que os primeiros anos de uma criança são importantíssimos e que nesses podemos ensinar tudo, até muitas línguas estrangeiras porque é uma esponja e absorve tudo, o que dizer de uma mulher quando descobre que está grávida? Parece que a gente tem desejo, fome e sede de aprender todas as coisas que possamos fazer dos nossos filhos os  crianças, adolescentes, jovens e adultos exemplares, dignos e que nos orgulhe dos seus bons caminhos.

Acredito, de verdade, que somos o maior exemplo de como queremos e desejamos que nossos filhos sejam. Existem exceções, claro ... claro que tem um homem honrado que nasceu na favela, viu o irmão morrer no tráfico e nem conhece o pai, mas atrás e antes disso existe uma mãe que fez tudo, na medida do possível para passar valores para um filho. Existem as mães que dobram os joelhos e pedem para Deus ajuda, há aquelas que vão em livros e tem aquelas que buscam na televisão e internet instrução para fazer a diferença na educação do seu frutinho.

Ao assistir esses programas, confesso que aprendo muito ... a maternidade é uma espécie de faculdade, onde a matéria é o dia a dia, as provas são as etapas do desenvolvimento vencidas e a conclusão do curso .... ah, isso é certo que demora um pouco porque só vem quando os frutinhos se tornam árvores, prontas para darem novos e maravilhoso frutos! 

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Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Mateus 7: 17-20
  

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Passando o tempo

Essa foi  última semana de férias da Sophia, na próxima segunda-feira ela estará no maternal III, onde, no curriculum escolar, teremos lição de casa, aulas de português, matemática, ciências e estudos sociais (história + geografia) sem contar que iniciará ainda a educação bilíngue, onde duas vezes por semana alguma dessas aulas será ministrada em inglês, ah, aproveitando que ela fica em período integral na escola, já fiz a rematrícula no ballet e natação e matriculei no Judô. UFA .... mas se fosse “apenas” isso que me fizesse parar para ver que o tempo está passando rápido demais, o “problema” é que daqui há vinte e quatro dias Sophia completará três anos ... sim, eu disse TRÊS ANOS!!!

Eu não tinha a menor pretensão de mãe antes dos vinte e cinco anos; eu não tinha desejo em ser dona de casa antes dos vinte e dois anos; eu não tinha a menor ideia do que era ser gente grande antes dos vinte e quatro anos. Precisei acionar um botão do tipo liga/desliga numa fração de cinco minutos, a diferença é que minhas opções eram amadurecer+responsabilidade/responsabilidade+amadurecer.

Um dia eu precisei esquecer meus sonhos e desejos e assumir uma vida ... na verdade duas: a minha e da minha filha! Não bastava ter mãe, pai, irmã ou mesmo namorado do lado dando apoio, eu precisava querer. Precisei deixar faculdade, sonho de morar fora do país, curtir viagens com amigas e/ou namorado, fazer loucuras de gente jovem, gastar dinheiro com bobagens, dormir quase amanhecendo o dia e passar o dia todo na cama sem fazer nada .... tudo o que eu tinha como certo para minha “juventude” me foi excluído em questão de cinco minutos, ou seja, o tempo para as tais duas listras cor de rosa aparecerem e se fixarem naquela tirinha de papel imersa no copinho cheio de xixi.

Sophia foi me dada como um presente ... embora em alguns momentos eu tenha a julgado como um “presente de grego”, afinal, em muitos momentos houveram mais dores de cabeça do que prazeres. Acho que nos primeiros três meses eu mal pegava Sophia no colo, na verdade, eu mal olhava para ela. Não consigo me lembrar de absolutamente nada sobre aquele período ... eu simplesmente apaguei da minha mente. O tempo em que estava com minha mãe, deixava Sophia em seus braços e ia dormir.

Algum tempo se passou a tudo o que eu havia delegado a minha mãe eu tentei pegar para mim. Tinha medo da Sophia ver na minha mãe a mãe dela. Loucura? Insanidade? Medo? Não sei ... só sei que tinha medo de perder minha filha para a minha mãe. Gritei, chorei e briguei .... um erro atrás do outro.

Depois é que fui entendendo essa tal maternidade. Entender que eu precisava me aceitar em primeiro lugar como mãe. Não importa o que eu fizesse, Sophia teria meu DNA, meu sangue .... mas eu precisava entender, aceitar isso. Precisei parar e repensar a vida que eu queria oferecer para minha filha. Tudo isso foi no primeiro ano de vida.

Depois vieram as questões mais .... burocráticas das coisas. Ensinar a engatinhar, comer, brincar, andar, falar. Com o passar do tempo, as coisas começaram a fazer muito mais sentido e, aquela culpa pelos medos e erros do primeiro ano resolveram bater na minha porta como uma espécie de “castigo”. Como eu chorei ... pensei em muitas vezes em desistir! Mas desistir do que? Da minha filha? Da minha família? Assim foi o segundo ano ...

Até que em dois mil e onze (siiim, ano passado) parece que o céu se abriu e a maternidade se mostrou a benção da minha vida. É claro que fatos como ter me casado com papai Ramon influenciaram gigantescamente com o processo de aceitação e entendimento do real significado do conceito de núcleo familiar. Em muitos momentos foi preciso parar para decidir: eu + Sophia OU eu + Sophia + Ramon ... viver num meio termo não me fazia feliz.

Foi no ano passado que pude entender o que era ser mãe. Compreender que é preciso mais do que entender e aceitar, é preciso viver. Ter orgulho de falar minha filha; ter vontade de abraçar seu frutinho; desejar sentar no chão e montar uma torre enooorme de lego e se divertir porque ele cai; não basta cantarolar e dançar, é preciso decorar todas as músicas do DVD Galinha Pintadinha; é necessário reconhecer todos os personagens dos Backyardigans.

Sophia hoje é a vida da minha vida! Sabe aquele papo de que se “meu filho está feliz, eu também estou” .... é bem verdade! Vê-la pulando e brincando é minha felicidade, e vê-la doente me mata. Ouvir sua voz, sentir seu cheirinho, tocar sua pele é o que realmente importa na minha vida.





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Perdas e Ganhos


Em 2012 eu vou ....         do Google


FELIZ 2012!! Estive tão longe da realidade virtual que nem pude postar nesses últimos dias .... e olha que a primeira semana do novo ano já chegou ao fim!

Tudo começou no ano passado ainda, no dia vinte e três de dezembro, quando eu, papai e princesa Sophia fomos acordados com um telefonema da Naná; ela pediu para que fossemos até o hospital pois o biso não havia passado bem a noite, foi internado as pressas e teve uma parada cardíaca na madrugada! Acho que nos arrumamos em cinco minutos ... fomos os três. Lá soubemos que ele estava beeeeeem ruim e que precisaria passar por uma exame para sabermos a real situação dele. Como Sophia estava junto, decidi sair do hospital e almoçar com meu pai. Durante o almoço papai Ramon me ligou, o biso havia falecido.

Até aquele momento, dizia com um certo orgulho que não sabia a dor da perda de alguém querido, graças a Deus nenhum membro da minha família faleceu, apenas meu avô paterno, mas este faleceu quando meu pai tinha 17 anos, eu nem estava nos planos de existir! Mas tudo isso mudou na véspera da véspera de Natal. Sabe quando você custa a acreditar que tudo isso realmente aconteceu? E para piorar a situação, a bisa faz aniversário dia 25/12 ... alguém acha que tinha clima para algum tipo de comemoração!?!? Obvio que não!

O biso foi velado e enterrado numa cidade próxima da capital paranaense, então optei por deixar Sophia com meu pai .... hahahahah, minha vontade era de ligar a cada cinco segundos para saber como estavam, mas precisava deixar os dois curtirem! Acho que deu tudo certo, ambos estão muito bem hoje!!!

A ceia de Natal foi aqui em casa: eu, papai, Sophia e vovô! Fiz macarrão, era a única coisa que tinha certeza que poderia dar certo depois de um dia muito triste.

Terça-feira, vinte e sete de dezembro fomos buscar nosso carrinho lindo!! Era para entregarem na sexta anterior, mas se enrolaram e marcaram para terça. Cheguei lá, explicação vai, demonstração vem e uma notícia suuuper desanimadora! Sei lá porque, a enrolação foi tão grande que eles não emplacaram como haviam prometido, sem placa = sem viagem! Na hora, estava tão feliz com a entrega do carro que nem parei para pensar que teríamos que passar o réveillon em Curitiba! Nãããão ... o jeito foi pegarmos emprestado o carro da bisa e rumo ao interior do estado do Paraná, onde vovó e titia já estavam nos esperando!!!  

A viagem durou umas oito horas, afinal, são 600Km ... é muito chão! Mas fomos, beeem felizes!!! E enfim, chegamos até a casa do João Arthur, meu primo de oito anos que a Sophia simplesmente adooooora!!! É claro que como menino e beeem mais velho, nem dá atenção para ela, mas ... e daí!!!

Sol, calor, piscina ... eu estava pronta para blogar muito nessas férias  quando, oooops, não tinha internet na casa do meu tio e a do celular, estava péssima! Fiquei quase dez dias sem contato com o mundo virtual .... como eu queria ter falado sobre as expectativas para o próximo ano, das evoluções e desenvolvimentos da Sophia nesse período de férias, mas não rolou! Cada assunto, cada novidade, cada novo dia um post vinha prontinho na minha cabeça, mas como escrevê-lo e deixa-lo salvo para publicar muito depois, não dava! O jeito foi esperar chegar em casa e tentar juntar tudo num post só!

Nesses dias de afastamento da blogosfera, pude parar e pensar muito sobre os destinos e desejos que tenho para este meu lado, digamos, profissional! Um pouco antes da minha saída de férias, vi muitos textos sobre segurança e proteção nos blogs, assim como algumas discussões sobre privatização e até novas contas na rede social Facebook em função do excesso de solicitações de amizades aceitas em função do blog, sem contar as discussões sobre excesso de sorteios e parcerias ou ainda textos polêmicos.

Para 2012, desejo realmente ampliar meus horizontes nesse mundo chamado blogosfera materna. Se uma garota de programa fazendo um blog sobre suas relações sexuais com clientes rendeu mais de dez mil acessos diários, porque falar de filhos, relacionamento, beleza, bem estar, desenvolvimento, educação, bênçãos e amizades rendem poucas centenas de acessos?

Desejo ser abençoada com parcerias e, quem sabe, patrocínios! Muitos acessos, seguidores, comentários e amigas é o que mais quero ganhar! Para agradecer, nada melhor que sorteio e presentear aqueles que me prestigiam! Fotos da família, porque não ... tenho certeza que algumas fotos nos deixam mais próximas e, mais reais! Os textos, sempre contando sobre nossas aventuras e desventuras, afinal, são histórias reais, da maternidade real, com certezas e incertezas que fazem a gente possa compartilhar, aprender e ensinar a benção da maternidade!

Que o Mon Maternité cresça assim como nossos frutinhos crescem! Esse é o meu desejo para o blog, para toda a blogosfera nesse ano! Que todos os nossos sonhos se tornem realidade!

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