Ela tinha um vício!

Há algum tempo escrevi um post AQUI sobre meu vício feio e nojento, roer unha! Posso dizer que há seis meses estou limpa, livre e definitivamente distante deste mal. #oremos

Mas infelizmente minha princesa também apresentava um vício, e olha que ela tem apenas três anos e quatro meses. Sophia desde os primeiros dias de vida foi apresentada à um acessório que se tornou importantíssimo, e, por que não dizer vital: a chupeta!

Enquanto estava grávida, perguntei para a minha mãe que é dentista os prós e contras de oferecer chupeta para um bebê, ela me disse que o problema é muito maior de chupar o dedo e, se usado até os três, quatro anos não traria nenhuma consequência ruim.

Eu confesso que não tinha opinião formada, mas não iria forçar Sophia a chupar chupeta como um calmante, tanto que nem levei na mala de maternidade, achei que num dia qualquer, quem sabe eu ofereceria e se ela gostasse, tudo bem!

Para minha infeliz surpresa, no dia seguinte após o nascimento da princesa de “abençoado” pediatra a diagnosticou com icterícia ou amarelão, ou seja, os rins ainda não estão 100% e por isso não trabalha direito (vamos dizer assim) e daí a criança fica amarelinha. Os antigos davam banho de chá de picão e deixavam o recém nascido alguns minutinhos no sol, mas nos tempos modernos, os bebezinhos são expostos à um banho de luz chamado fototerapia, que mais parece um bronzeamento artificial! E para piorar aquela situação, esse banho de luz foi dado no meu quarto! Detalhe: Sophia ficou peladinha, com os olhinhos vendados e recebi a instrução de que eu NÃO deveria ter contato com o bebê durante o banho, porque poderia secar meu leite (OI?!?) ... ou seja, tinha que ver minha princesinha chorando horrores e não fazer nada! Foi aí que minha mãe trouxe de casa a chupeta e deu para Sophia numa forma de acalmá-la, uma vez que TODO MUNDO diz que assim que nasce o bebê precisa ficar quentinho, enroladinho e Sophia estava lá, sozinha, desnuda e desprotegida!

Esse foi o primeiro encontro de muitos entre Sophia e a chupeta!

Para que esse encontro fosse mais longo e duradouro, entrou em cena a saudosa Funchicórea, presente do meu pai! Ahhhh ... doces momentos! Era besuntar a chupeta no pó e Sophia passava loooongos minutos deliciosamente calmos e tranquilos. Mas por sorte –hoje vejo assim– não conseguimos mais encontrar a Funchicórea.

O caso de amor foi longo e duradouro, até porque nós só tínhamos UMA chupeta! Sim, só tínhamos uma única. O modelo escolhido foi um da Chicco, que látex que era muito difícil de encontrar, na verdade era um sufoco! Então tivemos uma só por anos, até que numa viagem minha mãe comprou mais uma no caso de emergência! Quando Sophia completou dois anos e meio, mais ou menos, a chupeta simplesmente saiu de circulação e substituída por uma de silicone! E o medo de Sophia não se adaptar ao novo modelo! Mas graças a Deus ela super adorou e assim ficamos com a nova por alguns meses.

Quando Sophia estava prestes a completar três anos, decidi que era hora de sumir com o acessório siliconado! Para a minha surpresa –e alegria– Sophia mordeu a chupeta e a rasgou! Pronto, foi o motivo perfeito para que acabássemos com a relação das duas. Foram alguns dias de muita felicidade ATÉ QUE a princesa foi dormir na casa da vovó e pediu a chupeta! Minha mãe, avó babona que é, saiu correndo, foi ao shopping e comprou uma nova! Eu fiquei muuuuito brava. Perguntei para a minha mãe por que ela havia feito isso se sabia que eu estava querendo tirar a chupeta da Sophia. Ela simplesmente respondeu que não conseguiu ver Sophia chorando.

Passaram-se alguns meses até que eu estava decidida a fazer o que fosse necessário para tirar a chupeta. Estava feio! Conversei com a escola e pedi auxilio para as professoras que, para minha surpresa falaram que Sophia NÃO usava mais na escola. Na hora que eu a deixava, ela guardava na mochila e muito raramente pedia na hora do soninho. Foi aí que notei que quando entrávamos na escola, Sophia me dava a chupeta e pedia para que eu guardasse na mochila. Garota esperta .... sabia que não podia mostrar para a professora sua fraqueza, afinal de contas, a professora já estava ministrando que princesa NÃO usa chupeta e que ela já era uma mocinha, que chupeta era coisa de bebê do berçário!

Assim foi por uma semana ... até que numa noite, numa segunda-feira durante nosso ritual do sono Sophia me disse que não iria usar chupeta naquela noite pois a tia Ana Cláudia (a professora abençoada) iria ficar muito feliz com a notícia, e assim foi. Na manhã seguinte contamos para a professora que realmente ficou muito feliz. A noite chegou, com ele o ritual e eu ofereci a chupeta, achando que era apenas um ato de maturidade isolado, que nada, Sophia manteve-se firme e forte!

Eis que na noite de quarta-feira Sophia pediu sua chupeta. Que tristeza, não queria dar mas também não podia criar uma situação, afinal de contas, podíamos causar um super mal entendido. Conversei calmamente e ofereci. Sophia pegou o objeto de silicone, deu uma lambida e falou “Pronto mamãe, agora você já pode guardar.”. Essa foi a última vez que Sophia pediu a chupeta e a desejou.

Hoje, um mês após essa tomada de decisão é que me senti segura o suficiente para falar sobre isso, pensava que se escrevesse antes nossa vitória, poderíamos ter uma recaída e como omitir isso para aqueles que aqui nos acompanham.

Chupar chupeta não é pecado, não é um erro muito menos faz a criança ou mesmo os pais serem inferiores, fracos ou inconsequentes. Oferecer ou não chupeta não nos faz sermos melhores nem piores pais, nos torna simplesmente pais!

EU achei que aos três anos seria ótimo MINHA filha deixar de usar chupeta. Em anos de consultório odontológico já vi pais que permitiam até o primeiro ano e pais que permitem com mais de seis, isso é de cada família. Cada um tem seu livre arbítrio e sabe o que é melhor.

Da mesma maneira que já falei AQUI sobre o nosso desfralde, hoje venho falar de como conseguimos deixar a chupeta.

Hoje Sophia é uma mocinha princesa que não usa mais chupeta! Para noooooossa alegria!


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Meus sentimentos!

Houve um tempo em que eu me orgulhava (ai que vergonha)  por nunca ter perdido nenhum membro da família, amigos e/ou conhecidos. Não sabia nem como se portar (se assim posso dizer) num velório. Para mim é tudo muito igual aos filmes ou telenovelas, todos de preto, olhos escuros, bonito e pomposo.

Trabalhando no consultório com minha mãe, ao longo do tempo fomos perdendo alguns pacientes, alguns pela idade outros por doença, mas mesmo assim, em nenhum enfrentei e vivenciei o velório e enterro, era sempre apenas a notícia.

Eu não tenho o avô paterno, que faleceu muito antes de eu ser projeto na vida dos meus pais. Papai Ramon perdeu o pai quando tinha apenas três anos e muito tempo depois o avô paterno e uma tia-avó que era como uma segunda mãe. E eu sempre perguntava para o papai como é a sensação, o sentimento de se perdeu alguém, de saber que nunca mais verá aquela pessoa, de lembrar de momentos, ir na casa e aquele ente querido não estar mais lá. Ele, de poucas palavras, dizia que era estranho, porque chega um momento que a gente se acostuma com aquilo, que não chora quando pensa. Outra coisa que eu questionava era o que fazer, o que falar quando vamos à um velório. Tá, eu sei, sou meio boba mesma, mas é que sabia que algum dia eu enfrentaria essa situação.

O tempo foi passando, minha avó materna adoeceu, meu avô materno adoeceu, mas em nenhum momento os perdi. Estão doentinhos, mas ainda vivos! Mas para nossa infeliz surpresa, na véspera de Natal do ano passado, o avó do papai faleceu, assim, do nada! Ele sempre teve problemas na coluna e já havia se submetido a várias cirurgias, mais daí pensar em morrer, jamais! Quando ele ia para o centro cirúrgico ficávamos apreensivos, mas depois, era festa! A causa mortis foi o excesso de comprimidos para analgésicos que ele tomava era tão grande e tão forte de causou uma úlcera intestinal, como ele não sentia quase dor tal era a ingestão de analgésicos, aquilo foi aumentando e piorando até dar hemorragia interna. Foi um caos total, se não bastasse ser Natal, a avó materna do papai, esposa do avô faz aniversário no dia vinte e cinco de dezembro! Pense tristeza total?! Foi nosso Natal!

Mas enfim havia chego o dia de eu infelizmente experimentar o tal do sentimento e da sensação do velório! Como ele foi um homem importante na cidade natal dele, o enterro que começou as cinco da tarde foi madrugada a dentro e só terminou na manhã do dia seguinte! As pessoas chegavam aos velório as duas, três, cinco horas da madrugada para abraçar a família e dar o último adeus! Foi aí que descobri que as pessoas te confortam com palavras como “meus sentimentos”.

Ninguém estava de preto nem de óculos escuros.

O novo ano chegou e com ele a certeza de que coisas novas e boas aconteceriam.

Num domingo a noite, estava na internet quando recebo a notícia de que um grande amigo da escola havia sido assassinado. Nossa que baque, que desespero! Não existe certeza do motivo, se assalto, briga, execução ... mas saber que um amigo foi assassinado é muito horrível. Quando soube da notícia já havia sido velado e enterrado o corpo, mas eu, papai e um amigo querido fizemos questão de visitar o túmulo como uma homenagem. Mas não precisei falar “meus sentimentos” para ninguém!

Um semestre quase se passou quando novamente revivi a sensação da perda, infelizmente papai perdeu sua avó paterna na última sexta-feira, vinte e dois de junho. Sabíamos que ela estava muito fraca, já hospitalizada e que os médicos já haviam dito que eles estavam fazendo o possível para prologar os dias de vida dela, falei até AQUI, no meu último post no Recanto das Mamães Blogueiras sobre um episódio que vivi com essa avó do papai. Mais uma vez fui confortada pelas palavras “meus sentimentos”.

Tanto o meu texto no Recanto das Mamães Blogueiras que foi antes de receber a notícia, como hoje, minha reflexão é sobre aquilo que queremos para as nossas vidas. Em todos os casos que vivi a experiência da perda, confesso que a única que era esperada era da avó paterna, mas nada era certo, afinal de contas, ela poderia muito bem se reestabelecer e viver mais alguns dias, meses, anos! Mas em um segundo, em alguns minutos, elas se foram e jamais estarão conosco.

O velório do avó materno do papai durou dezessete horas, e eu estive lá para ter certeza que em nenhum momento o salão ficou vazio, sempre tinha muita gente! Eu não acreditaria se alguém me contasse que pouco antes do caixão ser fechado haviam muito mais do que trezentas pessoas! Tinha mais gente que em muita festa, sem dúvida nenhuma. Ele é lembrado até hoje pelo homem honesto, alegre e amigo, bom pai, avô e bisavô.

Meu amigo foi morto a tiros perto de casa, as notícias que lemos sobre o caso são as piores possíveis. Ele não tinha nem trinta anos, morava com uma moça e não tinha filhos.

A avó materna do papai faleceu quase um mês antes de completar oitenta e sete anos! Construiu um patrimônio admirável, teve apenas um filho que faleceu aos trinta e cinco anos de idade, perdeu o marido há uns dez anos e desde esta perda foi perdendo o gosto pela vida. Quando a conheci, ela era ativa, falante e sempre muito bem disposta. Quando o marido faleceu, um pouco dela se foi e apenas os bens materiais importavam. Há muitos anos, ela e o marido construíram um supermercado e quando este fechou muitas coisas ficaram para eles, inclusive detergente. Passaram-se anos e mais anos e eu fui morar com o papai; numa das nossas visitas à ela, nos presenteou com alguns litros de detergente e finalizou “Levem, assim economizam”. OK, entendo que economizar se faz necessário, mas pensar que eles detergentes deviam estar ali há décadas! E mais, era extremamente controlado o estoque, se houvesse baixa na quantia, era rapidamente observado! Desta vez, do início do velório ao enterro não foram sete horas e se haviam cinquenta pessoas era muito.


Hoje, graças a Deus vivo diariamente o dom da vida, ter uma filha que é a razão de eu ser feliz e de desejar viver intensamente cada dia mais e mais. Não que eu seja a favor de se viver cada dia como se fosse o último e por isso viver loucamente e inconsequentemente ... estou falando de dar valor a aquilo e a quem realmente se deva dar. Ficar o stress do trabalho, da rotina, da vida é muito difícil, mas não impossível! Aproveitar melhor os dias de sol e não xingar tanto os dias de chuva, é melhor pensar que as flores precisam de um pouco de água para colorir nosso dia! Quem sabe parar de xingar tanto no trânsito, mas aproveitar e conhecer lojas e lugares novos enquanto estamos parados! Ao invés de se irritar com o dia de faxina em casa, pensar que fica tão mais linda nossa casa quando cheirosa e organizada, dá até vontade de chamar os amigos e familiares para uma noite de pizzas e conversas!

A vida pode ser facilmente comparada com uma árvore! Nascemos, crescemos e morremos, #fato, mas como ultrapassamos cada etapa da vida é o que realmente importa! Se crescemos, se nos permitimos ser hospedeiras de parasitas que sugam nossa energia, se nos destacamos perante as outras e se damos frutos. Há quem diga ainda que "árvore podre, fruto podre". Queremos ser que tipo de árvores?! Queremos que nossos filhos sejam que tipo de fruto?! 

Com a perda da avó paterna do papai confesso que enxerguei que a vida é muito mais do que apenas viver, é preciso aprender, compreender, entender ... é aproveitar realmente, é viver intensamente os meus sentimentos. 


Queria muito agradecer a todos que me apoiaram em mensagens e orações! Com certeza, foi menos difícil com amigos queridos do nosso lado! Muito obrigada!

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Maternidade está na moda!

Foi há quase quatro anos que minha vida mudou. Tudo o que era útil e indispensável se tornou fútil e dispensável, inclusive minha auto estima, infelizmente!

Esqueci de me apresentar, sou Marcella Cerci Stelle, vinte e quatro anos, casada há um e mamãe de uma princesa há três. Costumo dizer  que sou a prova de que a ordem dos fatore não altera (tanto) o produto. Me descobri grávida quase aos cinco meses de gestação, no meio da faculdade de jornalismo e namorando aquele com quem eu sonhava um dia ser meu marido e construir uma família. Tudo foi atropelado e precisei esquecer a juventude e os sonhos para viver a vida real, daquelas nada glamorosas!

Durante a curta gestação, não sabia (na verdade nem queria saber) que poderia ser jovem, estar grávida e ser feliz. Para mim essas três coisas não desfilavam juntas, elas eram opostas.

Quando minha princesa nasceu, o que era ruim ficou pior! SIM ... se você é daquelas que não acreditam nas leis de Murphy, estou aqui para fazê-las acreditar que elas existem, afinal “Nada é tão ruim que não possa piorar” e eu piorei! Consegui engordar quilos e mais quilos, muito mais do que no dia em que minha filha chegou ao mundo, por exemplo! Maquilagens, roupas bonitas e sair com as amigas, isso não me pertencia mais! Eu desejava apenas ficar dentro de casa, se possível no quarto e sozinha! Se isso foi depressão pós parto ou revolta, eu não sei ... mas sei que poderia perfeitamente ser protagonista de qualquer filme de Alfred Hitchcock.

O tempo foi passando, a vida foi tomando jeito, cor, e aquilo que parecia um inverno cheio de chuva e frio, foram virando primavera rumo à um verão deliciosamente maravilho!

Durante um ano eu me anulei como mulher! Eu desejava apenas ser mais uma no meio da multidão. Mas eu sabia que precisava mudar, afinal de contas, com que orgulho, com que vontade Sophia, minha filha, iria me mostrar para as amigas e dizer: aquela é a minha mamãe?!

Foi então que eu decidi que era hora de mudar, de tirar tudo o que era ruim e transformar em coisas lindas e maravilhosas. Foi então que em dois de fevereiro de 2011 eu construí o Mon Maternité [www.monmaternite.com], um blog que tem como princípio “Compartilhar, Aprender e Ensinar a benção da maternidade”. Com ele, tive a liberdade e libertação sobre uma velha vida que vivia. Aprendi que para ser exemplo, para ter autoridade para compartilhar, deveria viver. Foi então que desejei emagrecer e voltar a vida que tinha antes da gestação, e que não deveria ter deixado para trás jamais!

Estar grávida não significa estar doente, em absolutamente nada! Se seu obstetra orientou que deixasse de pintar ou cabelo ou retocar as luzes, tudo bem, as mechas californianas estão em alta! Engordou um pouco mais do que deveria, assuma isso como uma situação temporária, não uma condição permanente. As roupas do armário não servem mais, invista um pouco em roupas próprias para gestante! Saia, divirta-se, aproveite os dias com o baby dentro da barriga, é maravilhoso ser cuidada, paparicada e ser o centro das atenções. Se dê ao luxo de banhos um pouco mais demorados, cuide da pele, do cabelo. Estar grávida é um momento sublime, maravilhoso ... mas muitas vezes a situação não nos deixa enxergar o colorido do ser mãe!

O Mon Maternité, minha maternidade em francês, nasceu para que eu me libertasse e pudesse libertar tantas outras mulheres que se veem mães sem estarem cientes nem preparadas para essa nova fase da vida. Não são apenas os blogs de moda, estilo e comportamento de ditam as novas tendências, nós, mamães blogueiras também estamos crescendo e invadindo o mundo virtual dos desejos reais.

À convide da Luiza, minha amiga, minha irmã do coração que escolhi para a vida inteira, e do Shakespeare de Batom que aceitei estar aqui, mostrando que ser mamãe é in, é cult, é must have ... é maravilhoso, é benção, é felicidade!




***Este texto foi publicado originalmente no blog Shakespeare de Batom!



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Parceria e sintonia

Sou o tipo de pessoa que não consegue ter uma infinidade de amigos, não consigo estar com dez, quinze, vinte pessoas ... parece uma reunião em que muitos falam e poucos me ouvem. Resolvi me limitar a dois, três, cinco no máximo mas saber que estes são leais, fiéis e eternos.

Assim é minha amizade com a Luiza Garmendia, que apesar de várias brigas e temporadas sem nos falarmos, no fundo amávamos uma a outra e sabíamos que muito mais que amizade havia irmandade! Isso é tão verdade que ela foi a única a presenciar meu casamento no civil, é madrinha do mesmo e, se fosse batizar Sophia, com certeza estaria entre as pessoas mais importantes da celebração.

A Lu foi uma das maiores forças para o Mon Maternité nascer, e fiquei super emocionada quando ela criou seu blog e fez referencia a minha pessoa como incentivo para dar esse novo passo na vida dela. Eu tenho certeza que criar um blog é muito mais que prazer, é uma nova fase de vida, é preciso assumir a responsabilidade de que pessoas desconhecidas do mundo inteiro estarão de acompanhando, te observando, avaliando e seguindo!

Há quem diga que “Amigos amigos, Negócios a parte”. Posso descordar?! Pois é, sou da teoria que com respeito e admiração, qualquer sociedade entre amigos tem somente a crescer. Por isso estou aqui para apresentar a querida Luiza Garmendia, autora do blog Shakespeare de Batom, onde a gente aprende sobre beleza interior e exterior!


Para ler meu texto lá no Shakespeare de Batom, clica AQUI

Com vocês, minha amiga Luiza Garmendia!

Bem, escrevi o post abaixo ao estilo Mon Maternité, como um desabafo pessoal ao estilo que a Má sempre escreve para vocês. Depois, a Marcella irá escrever o seu post ao estilo Shakespeare de Batom para publicar no meu blog. Adorei a experiência de poder expor um pouco mais os pensamentos. Escrevo sobre a minha própria história e minha família, comentando sobre quem me influencia no mundo da arte e a fonte do meu amor pela moda. Vocês curtem a ideia? Vamos lá.

Desde a infância estive ligada ao mundo das artes. Era daquelas crianças que fazem praticamente todas as atividades extra curriculares. Piano, coral, pintura, ginástica olímpica, teatro, canto, ballet, sapateado. Hoje sou o tipo de adulta que está envolvida com várias coisas ao mesmo tempo. Acontece que, para mim, o cotidiano não tem graça. De que valem 24 horas se não houver pelo menos 3 minutos de música? Gosto muito quando discuto com os colegas sobre a função da arte. Um engenheiro tem uma bem definida: constrói um prédio onde irão morar muitas pessoas, por exemplo. Mas e a arte? Na peça VOZ! que escrevi e dirigi no ano passado, um personagem já refletia sobre:

"Não vejo muita coisa na arte, acho que tem tanta coisa mais produtiva para fazer, sabe? Para que serve a arte, afinal? Um quadro no museu não alimenta ninguém, uma peça de teatro não cura doenças."

Não, essa não é a minha opinião, é apenas um questionamento. Na verdade, a arte alimenta a alma. A arte completa a vida. É assim para mim, desde sempre e para sempre.
Quando se falava em arte na minha casa, sempre era mencionado meu tio Danúbio, primo irmão do meu avó. Danúbio Gonçalves é artista plástico nascido em Bagé em 1925. Estudou com Cândido Portinari e esteve cercado por outros artistas, como Carlos Scliar e Iberê Camargo. Muitos dizem que sua obra não pode ser dissociada do engajamento político, defendendo uma arte regional e de cunho social. Enfim, tive o privilégio de crescer rodeada por seu trabalho, tanto pinturas como xilogravuras.



Inclusive esteve em cartaz este mês o documentário Danúbio, uma parceria entre o diretor de cinema Henrique de Freitas Lima e Danúbio Gonçalves. Mais informações, confere aqui ou aqui. Enquanto isso, assiste um video sobre o artista.



Como é rico poder crescer em uma casa onde a arte é valorizada.




Por outro lado, convivendo com as mulheres da família, a vaidade também era assunto recorrente. Minha mãe era chamada de Penélope Charmosa na escola e acredito que ela me via como seu projeto pessoal de moda. Lembro quando me obrigava a usar vestidos e eu odiava porque não podia correr com os meninos. Lembro também da agonia ao vestir (forçada) uma meia-calça ou um laço no cabelo. Tanto minha mãe fez que conseguiu, criou um monstrinho. Lá pelos quatorze anos virei a menina mais "perua" que você pode imaginar. Tudo era rosa, inclusive a parede do meu quarto que eu (muito criativa!) pintei e adicionei glitter. Você já viu uma parede com glitter? Eu tinha no meu quarto. Aos treze eu já sonhava com minha primeira bolsa Dior, desejo realizado anos depois na formatura da faculdade. Minha tia, irmã da minha mãe, trabalhava como jornalista de moda em Curitiba e também cresci nesse meio. Perambulava com ela por todos os eventos fashion da cidade como uma pequena aprendiz do Diabo Veste Prada. A tia que menciono é a Ana Clara Garmendia, jornalista de moda, uma das poucas no Brasil credenciada pela Câmara de Moda Francesa. Hoje em dia, ela colabora para a Vogue Brasil, Vogue.it, Style.com, entre outros, com seu trabalho de fotógrafa de streetsyle internacional. Conheça o trabalho dela no blog Moda Paris. Pode chamar de nepotismo, eu sou fã declarada da minha tia.



O que mais respeito e admiro no trabalho da Nana é sua maneira libertária de encarar a moda. Totalmente contra regras e conceitos pré-estabelecidos, ela nunca irá dizer a alguém que tal peça não se usa ou que baixinhas não podem usar certos tipos de saia. Pelo contrário, aos seus olhos levemente anarquistas, tudo é absolutamente "usável", desde que respeite o seu jeito de agir individualmente. Levo essa visão comigo. Na moda e em todos os outros aspectos. Absolutamente tudo pode ser válido se fizer sentido para você; e se não prejudicar ninguém diga-se de passagem.


Essas são as minhas origens e possíveis explicações para o meu jeito de ser e de pensar o mundo. E você? Qual ensinamento de família carrega? Quem influencia ou influenciou você nas suas escolhas e na sua maneira de pensar?

E essa apresentação é apenas o início, o começo de uma parceria que será eterna, com muitas trocas de experiências e confidencias! E fiquem atentas, essa parceria também promete muita coisa maravilhosa! #ficaadica

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Se você não vai ao mercado ....

... o mercado vem até você! Sim, é verdade! Há algum tempo falei AQUI sobre o site Mercado do Bebê, um site maravilhoso que possui uma variedade enorme de produtos importados que ajudam no desenvolvimento da mamãe e do frutinho. Desde kits de berço à piscinas infláveis, o Mercado do Bebê tem sempre o produto certo, com preço acessível e novidades e lançamentos que deixam qualquer mamãe e qualquer frutinho maravilhados.

Pois bem, daí que recebemos a benção de um sorteio maravilhoso em parceria com o Mercado de Bebê, e posso garantir, é um dos sorteios mais fofos que já realizei. Quando recebi em minha casa o presente, a vontade era abrir e usar na minha princesa, mas eu quero que você ganhe!

Então, vamos começar o sorteio mais fofo do mundo!?!

Olha o que você vai ganhar se participar!!!!



Vamos as regras?!?

01* SER seguidor(a) do blog Mon Maternité [para ser seguidor NÃO precisa ter blog, basta ter conta no Google, Yahoo ou Twitter e clicar no “Participar desse site” na barra lateral a sua direita nessa página!];

02* Preencher o formulário AQUI;

03* CURTIR a fan page do Mercado do Bebê no Facebook AQUI;

04* CURTIR a fan page do Mon Maternité AQUI;

05* Deixar o comentário “Estou participando do sorteio do Mercado do Bebê em parceria com o blog Mon Maternité” no site do Mercado do Bebê AQUI;

06* Residir ou ter endereço de entrega no Brasil.


Chance extra?!? Claaaaro que tem!!!

No Twitter

= Seguir o @Mon Maternite [+ 01 chance]

= Twittar a frase “Eu quero ganhar o kit Sassy que o @MonMaternite está sorteando em parceria com o Mercado do Bebê” [+ 01 chance]

No Facebook

= Compartilhar a imagem AQUI [+ 01 chance]


UFA!

O sorteio começa hoje, 20/06 – quarta-feira – e encerra em 13/07 – sexta-feira – às 18h00. No sábado, 14/07, estaremos divulgando o resultado do sorteio, que será realizado como todos os demais resultados de sorteios do Mon Maternité, papéis devidamente nomeados e sorteados pela princesa Sophia!



Ah, se você ganhar, tem que prometer que gravará um vídeo e enviará para que o Mercado do Bebê publique! Além que ganhar um presentão, ainda vai ficar famosa! UHUL!!!

Dedos cruzados ... Deus abençoe ... Boa sorte =)

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Blogagem Coletiva Esmalte e Palavras de Amor

Nesta semana a Fernanda Reali propôs para a Blogagem Coletiva Palavras de Amor, acho que foi em virtude do dia dos namorados, que foi na última terça-feira.

Eu estava muito feliz e empolgada com essa blogagem, mas tudo mudou na quinta-feira, quando eu aprendi o que era ter uma unha quebrada! Meu Deus, que raiva, que ódio ... nada a ver com o tema da BC! Nunca tive o (des)prazer de ter uma unha quebrada. Posso garantir que ficou horrível ver todas as unhas “compridinhas” e uma curta. Mais sabe que no fundo foi bom! Ver a mão com uma unha curta lembrou a época em que eu roía unha, e imaginei como deveria ser alguém olhando para uma mão com todos os dedos cabeçudos.

Sexta-feira é dia de manicure e olhando o dedo feioso após a manicure tirar cutícula e deixar tudo limpinho não ficou tão feio. Daí era pensar numa cor que atendesse ao meu novo gosto de esmalte e que não ficasse feio com uma unha bem curtinha. Atendendo a todos os meus “caprichos”, o escolhido da semana foi o Noites Africanas da coleção África à Vista da Colorama.



A cor é linda ...  meio roxo, meio azul! Adorei!

Para compor a BC, eu escolhi palavras que me fazem pensar em amor, seja em uma palavra, um texto ou uma frase.















Espero que tenham gostado do meu esmalte, da minhas escolha de compor a BC e das minhas palavras.


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Caixinha de surpresas!

Quando engravidei não tinha noção dos itens de necessidade básica de uma mãe e de um frutinho. Fui ganhando de lojas aqueles itens indispensáveis do enxoval, como seis cueiros, dez tip top, doze paninhos de boca, quinze bodys e por aí a lista só aumenta, já até falei AQUI sobre minha lista de enxoval necessária.

Daí começam as dúvidas: lavar toda a roupa antes do nascimento ou não precisa?! Se lavo, como lavar?! Como dar banho e qual produto ideal e recomendado?! Sem falar as dúvidas da gestante em relação aos cuidados com ela mesma: qual melhor produto para cuidar da pele?! Óleo para evitar as estrias, qual usar?! Pernas inchadas, como acalmá-las?! E assim as dúvidas e as interrogações só aumentam.

E se eu contar para vocês que a solução dos problemas de vocês acabaram?!? Sim gravidinhas e mamães de primeira viagem, todos os seu problemas sobre produtos confiáveis, recomendados e aprovados foram resolvidos ... graças à PetiteBox.



A PetiteBox auxilia as gestantes a mamães à conhecerem produtos novos e de qualidade. Você os recebe uma linda caixinha, toda linda e delicada, composta por quatro a seis itens que estarão relacionados ao tempo de gestação ou idade do frutinho, e atendem as suas necessidades e preferencias, pois você conta um pouquinho sobre você e seus gostos quando faz a assinatura da PetiteBox. Os produtos são devidamente apresentados e explicados, com instruções sobre o correto uso. Um cuidado e atenção que se faz necessário nesse momento tão especial da vida de qualquer mulher.

Não é uma delícia!? Eu adorei! Essa semana recebi minha primeira caixinha da Petite Box e gostei muito. Recebi quatro produtos para a princesa Sophia e um produto para a mamãe aqui. Confesso que ainda não testei nenhum, mas se foi enviado pela PetiteBox, eu confio!

Convido você, gestante e mamãe à conhecerem a PetiteBox e fazer a assinatura de uma caixinha. Vale muito a pena!

Clique AQUI e conheça o mundo maravilho que é assinar as caixinhas PetiteBox. Eu adorei e super recomendo! Confira o registro do momento que recebemos nossa caixinha!

Pose para foto!






E quer saber um pouco mais, assista esse vídeo super explicativo!




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Dia dos Namorados!

Mini Blogagem Coletiva Dia dos Namorados!



E daí que ontem eu fiquei pensando no dia de hoje, doze de junho, o comercial Dia dos Namorados.

Já escrevi inúmeras vezes aqui no blog que adoro datas especial e comemora-las. Eu vivo intensamente qualquer data comemorativa, se pudesse até quatro de julho eu festejaria!

Besteiras de lado, hoje comemoramos aqui no Brasil o dia que os casais celebram o amor, fazem juras eternas e sinceras, trocam presentes e carícias. Eike loucura! Mas e vai dizer que não é assim, cartões e cartas com verdadeiras declarações de amor, troca de presentes muito fofos, saída para jantar em restaurantes chiquérrimos e, se tudo cooperar, uma alongada na noite num lugar mais íntimo e reservado. Que delícia, que tudo ... adoooro esse dia dos namorados ... quando se é namorado, porque depois que casa, a coisa fica um pouco menos pomposa, para não dizer nada romântico!

Quando eu era namorada, somente namorada, com título de namorada tudo era muito fofo e delicioso. No início do namoro o dia dos namorados era comemorado na escola, trocávamos presente na sala de aula e dávamos uns beijinhos escondidos, afinal, estudávamos em colégio de freiras. Daí os anos foram passando e o dia dos namorados era comemorado no final de semana mais próximo, com troca de presentes, ida ao cinema e com sorte um lanchinho no Mc Donald’s. Mais algum tempo se passou  e as coisas prosperaram, namorado já tinha carro, então nos telefonávamos (ops, EU telefonava) várias vezes, saía do trabalho correndo, tomava banho, se arrumava toda para mais uma vez trocar cartões, presentes e passar algum muito tempo na fila do restaurante. Como boa Cinderela que sou, tinha que voltar antes da meia noite para casa.

É, eu sei, são dez anos que eu e namorado, hoje marido, celebramos o doze de junho juntos, e posso dizer que já vivemos muitos altos e baixos nesse dia! Como nossos aniversários também acontecem no mês de junho, muitos já foram os anos que os presentes eram juntos, como também já houve ano em que não teve presente e também o ano que o presente era escondido, afinal, eu namorei escondido dos meus pais por algum tempo e, sem falar que há boatos fortíssimos que Sophia veio num desses dia dos namorados!

Mas agora tudo é diferente. Estamos casados e temos uma filha. Tudo fica mais, como posso dizer, menos fácil! Hoje, tudo se torna mais cansativo: sair para jantar fora e passar algum tempo esperando mesa para três não rola, mas daí deixar a princesa na vovó ... e o dia do namorado dela?! Tá, podemos deixar com a titia, mas ela tem as coisas dela! Sair e ir para um Motel?! Mas a gente tem o conforto da nossa casa, nossa cama e sem pagar nada a mais por isso, e, também terá fila! Presente?! Mas como pedir dinheiro para o marido para comprar o presente dele ... se pedir R$100,00 ele saberá que foi um presente meia-boca, se pedir o cartão de crédito todo o amor e dedicação que houve hoje acabam daqui um mês! Pensando muitíssimo bem, dia dos namorados depois de casado não é a mesma coisa não!

Falei ontem numa publicação no Facebook bem assim:

Amanhã é dia dos namorados e eu não sei se ganharei algum presente, daqueles que o namorado vai no shopping sozinho, anda anda anda e acaba perguntando o que você quer ganhar, mas tenho um marido que amo muito que me deu há mais de três anos um presente que não precisa de data para celebrar!

Mas ... eu aceito um presente do shopping, até porque, esse outro presente a cada dia fica mais velhinho, ou melhor, velhinha! Hahahah

#ficaadica


E sabe que é a mais pura verdade! Sem falsidade, é verdade verdadeira! Não existe nada que eu possa ganhar que me faça mais feliz do que o dia que “ganhei” minha filha e foi graças ao meu namorado, sem ele eu jamais teria Sophia, a MINHA Sophia! Poderia ter uma Sophia, mas não a minha princesa, de cabelinho dourado e cacheado, que mais corre do que anda, que fala “larranja, galerra” e está numa ansiedade pela festa junina que até poucos dias atrás aconteceria “três que vem” ao invés de mês que vem! Sem o meu namorado, eu não seria mãe! E eu o agradeço todos os dias pelo espermatozoide campeão! #fato

Mas na hora que acordei hoje, fiquei com uma vontade de compartilhar com o mundo virtual tudo isso e queria conhecer o dia dos namorados das amigas blogueiras, saber e defender que existe sim dia dos namorados após a maternidade e daí que combinamos que faríamos uma mini blogagem coletiva, para compartilhar e defender essa causa!

Acho que hoje é dia de jantar em família, quem sabe uma coisa diferente, mais elaborada, mas com muito amor e paixão! Marido, namorido ou namorado pode sim encher a mamãe de presentes, aceitamos a cesta oferecida no café da manhã (coisa que por aqui já não rolou) com surpresinha a noite e, depois que os frutinhos anjinhos dormirem, daí é hora de aproveitar o romance, o friozinho gostoso que está fazendo e namorar muuuito, só cuidado para não encontrar a cegonha do meio do caminho, hahaha!

Mas sério, acho que é preciso sim haver uma relação saudável e muito caliente com o companheiro. Sabemos que depois que nasce o frutinho, o foco da nossa vida muda. Nos tornamos mais mães que mulheres, embora saibamos que uma coisa é conectada a outra. Mas nossa prioridade se torna nossos filhos e com a rotina, o dia a dia, a correria quando chegamos em casa (se trabalhamos fora) desejamos banho e cama ... e quando o frutinho dorme, a gente dorme junto! Mas isso está errado sabia?! E puxo em primeiro lugar a minha orelha que estou há mais de um mês prometendo assistir um filme com meu gorducho e nada, chega na hora eu só desejo minha cama, meu travesseiro, meu cobertor e entrar profundamente da terra dos sonhos!

Por isso ... esse post vai para você, meu amor:

Gorducho!

Você sabe que sem você eu não sou nadinha de nada! Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, afinal de contas, foi graças a você que tenho hoje a princesa da vida da minha vida! A gente já passou por muitas coisas ... coisas boas, ótimas, não tão boas e péssimas. Enfrentamos muitas coisas para estarmos juntos e nós dois sabemos muito bem disso. A gente aprendeu no dia a dia, na vida a dois –na verdade três- a se respeitar, a se cuidar e a se admirar! Não existe meu e seu, existe nosso: nossa vida, nossa família, nosso amor, nosso sonho, nossa filha.
Você será sempre meu namorado, meu gorducho, meu amor ....
Feliz dia dos Namorados meu marido lindo!
Eu Você
Forever ande ver baby!
Beijão Beijão Tchau tchau Tchau tchau



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