Profissionalizando o blog!

Não é de hoje que eu quero deixar o blog com cara de profissional, com ares de gente grande. Sim, o Mon Maternité é um prazer, um hobby, um momento de descansar do mundo e relaxar, até desabafar ... mas nunca neguei meu desejo de tê-lo como um meio de comunicação sério.

Numa reunião da escola da princesa, no início do ano, muitas mães que já são adultas trocaram cartões com seus e-mails, telefones e informações e eu fiquei lá, só pegando os cartões das mamães dos amigos e dando uma desculpinha bem da sem vergonha “Ai, tô sem nenhum cartão por aqui” ... hahaha, MENTIRA, eu nem tinha!

Daí que eu fui no photoshop, fiz uma arte com o primeiro layout do blog que era by internet, baixei um programa de cartões e etiquetas, comprei aqueles cartões de visita de papel já recortadinhos e imprimi ... hahahah, tadinhos, pensem em algo super mal feito?!!? Então, foram meus cartões que fiquei morrendo de vergonha de distribuir!

Tadinho do meu cartão caseiro!

Há algum tempo eu pedi para a empresa GNH Studio Desing fazer um layout mais bonito, comprei o domínio de blogspot.com para .com e comecei a pensar, realmente em fazer algumas coisas mais “profissionais”  para o meu lindo e amado Mon Maternité.

Foi aí que eu conheci a Socialprint, uma gráfica virtual que atende a todos os desejos para quem quer e precisa ser sempre lembrado!


Uma de nossas inovações consiste em um moderno sistema de edição online no qual você poderá criar os produtos à sua maneira.

E quer saber uma coisa muito legal?!? A Socialprint te dá, isso mesmo, te dá DUZENTOS cartões grátis! Você só paga o frete, que é bem em conta! Para as opções de cartões grátis, existe vários modelos que você escolhe e coloca os dados que preferir! Caso queira algo novo e diferente, daí existe a opção premium que permite você fazer como quiser!

Não é só cartão de visita que a Socialprint oferece, tem flyer, imãs, convites, crachás, adesivos e muito mais!

Sem falar que ainda existe um programa que pontos, quanto mais gente você indica, mais pontos ganha e pode trocar por muitos produtos legais!

Eu já fiz o meu pedido de cartões grátis e estou esperando ansiosa pelo resultado! Podem ter certeza que virei aqui dar a minha opinião, porque a proposta da Socialprint é ótima!

Esse foi o modelo que escolhi!

Mais um modelo de cartão de visita grátis!

Ah, estava quase esquecendo ... com a senha TPLJ23 você tem 10% de desconto! Então, aproveitem!

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Eu tive um bebê!

Pois é, eu precisei criar coragem para vir publicamente dizer que um dia eu tive um bebê! Foi há muito tempo, eu mal posso acreditar nisso, até hoje parece que foi um sonho, uma coisa irreal! 

 Eu era muito nova, bem irresponsável e sabia que não estava pronta para assumir aquela responsabilidade, de criar, cuidar, educar, formar uma vida! Sabe quando você vê aquilo e não consegue, nem quer, acreditar?!? Pois é, essa era eu quando descobri que estava grávida! 

Como contar para o namorado, sim, eu estava apenas namorando!?!? Como enfrentar meus pais, sim, eu morava com eles?!!? Como contar a novidade para as amigas?!? Como sair, passear no shopping e encontrar conhecidos com aquela barriga?!? AI MEU DEUS, o que parecia um sonho começou a se tornar um pesadelo! 

UFA ... ainda bem que isso foi ou sonho, daqueles bem distantes né, porque hoje eu só tenho uma linda menininha, mocinha, quase uma criança que brinca sozinha no quarto, se alimenta sem nenhum tipo de ajuda, vai ao banheiro, tira a calça e a calcinha, faz tudo o que precisa e grita "Mamãe, já terminei"! 

Minha princesa já vai para a escola, tem lição de casa e fala inglês; minha mocinha já tira sua roupa sozinha, coloca no cesto de roupa suja e faz massagem no cabelo e lava seu corpinho com sabonete; minha filha que sabe a ordem dos desenhos que passam no seu canal de televisão favorito, inclusive os números que são precisos apertar no controle remoto para chegar a esse canal! 

Mas, aonde eu estive todo esse tempo em que ela saiu do estágio bebê e entrou no criança que eu mal pude aproveitar?!? 

Pois é ... eu não tenho mais bebê em casa, até porque, segundo minha filha, os bebês usam fralda e chupam chupeta coisa que ela só fazia quando ela eu bebê beeeem pequenino, nem andava, falava e só chorava! 

Tudo mudou há alguns dias, quando Sophia pediu para ir ao banheiro e eu estava parando tudo o que estava fazendo para leva-la e ela me fala bem firme: “Mamãe, deixa que eu sei ir sozinha tá?!”, claro que eu deixei, mas avisei “Quando terminar chama a mamãe, tudo bem?!?”, um balançar de cima para baixo com a cabecinha afirmava que havia entendi a orientação. Segundos ou um minuto depois ouvi “Mamãe, vem, eu terminei!" ... estava lá, sentadinha no vaso, perninhas balançando felizes como se entendesse o grande passo que aquele ato havia significado! 

Claro que quando a gente dá a mão, eles querem os pés! Ontem ela apenas comunicou que estava indo ao banheiro e, mais uma vez, eu relembrei “Avisa quando terminar”! Os segundos e alguns poucos minutos passaram e nada da gritaria, quando papai foi correndo ver o que tinha acontecido, lá estava a mocinha no quarto, com sua calcinha e calça no lugar correto! Será que ela ainda não foi?! “Filha você foi no banheiro?!?”; “Fui papai!”; “É que você não chamou a mamãe ou o papai!”; “Eu usei o papel higiênico sozinha papai, tá tudo bem, eu consegui!" .... Depois dessa ... encerro meu post certa de que eu tive, há muuuuito tempo, um bebê!


Com um dia ....
... e com quinze mil trezentos e trinta dias depois! 

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Blogagem Coletiva Esmalte e Ritmos


Fernanda Reali essa semana decidiu sacodir o esqueleto das mulheres que participam da BC de Esmaltes nessa semana ... ela propôs que a gente fale sobre nossos ritmos musicais favoritos!


Para compor essa BC, entrei no espírito da coisa e usei (e mais uma vez ousei) na cor do esmalte. Aproveitei esse verão curitibanos total fora de época e colori minhas unhas com um azul beeeem feliz! Polaina Fun com brilho de Disco Ball, ambos da coleção Disco da Impala, e daí, gostaram!?!







Eu sou bem eclética quando o assunto é música! Primeiramente é Pop Rock! Sou da geração Spice Girls, Backstreet Boys e Ricky Martin. Sou péssima no inglês, por isso prefiro dança à cantar, mas sou daquelas malucas que aumenta o som no carro e canta (entende-se enrola) mais alto que o volume!






Pop Rock nacional gosto de Jota Quest! Perdi as contas de quantos shows fui na minha vida! Sabia todas as falas do Rogério Flausino e gritava muito liiiiiiiiindo para ele!



Rock para mim é Foo Fightes, The Strokes, Sugar Ray, mas não tem como esquecer de Guns n’ Roses, minha irmã era enlouquecidamente apaixonada pelo Axl Rose! Agora .... o TOP dos TOP`s é U2, tudo de maravilhoso!!!







Rock nacional para mim é Barão Vermelho!




Confesso que não sei porque nem quem me mostrou, minha família nunca foi musical, éramos de ouvir no carro e sempre teve rádio na cozinha ligado, mas gosto muito de MPB e Bossa Nova. Elis, Tom Jobim, Cazuza, Mutantes, Tropicália .... para mim, o último grande nome da MPB foi Cassia Eller, chorei quando ela morreu!





Acho que é isso pessoal!

Espero que tenham gostado! Eu vou viajar nos ritmos das amigas no mosaico da BC AQUI!

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Quem está com a razão?!

Na última semana, São Paulo viveu cultura! Dos dias nove a dezenove de agosto o Ministério da Cultura apresentou a 22° Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Não consigo dimensionar a magnitude de um evento cultural como esse; acho que mesmo aquele que não gosta de livros, por exemplo .... se apaixona!


O mundo dos livros é fascinante; a gente consegue viajar lendo as histórias mais fantásticas. Há quem diga que quando a história do livro sai para o mundo dos cinemas, perde um pouco do encanto, já que muito da história é cortada!



Muitos são os estudiosos que afirmam que crianças aprendem a amar os livros por estimulo e incentivo dos pais/avós/responsáveis! Meu pai, por exemplo, é amante dos livros! Durante as férias dele, facilmente termina cinco ou seis livros daqueles enormes e de temas variados; minha mãe adora ler, mas nada comparado à paixão do meu pai. Confesso que não me lembro de um dia sequer que meus pais tenham sentado em minha cama e tivessem lido um gibi que fosse para mim. Na verdade, não me lembro porque essa cena nunca aconteceu!

Eu já falei AQUI que não sou a mais apaixonada pelos livros, preciso ter muita paixão pela história para me fazer sentir prazer. Se não me prendo nas primeiras linhas, abandono muito facilmente! Porém com Sophia estou fazendo diferente, quando ela pede, sento junto e leio tudo o que ela pede! Espero que com isso ela tenha mais prazer na leitura!



Durante a Bienal, muitos foram os fóruns de discussão, exposições, apresentações ... e entre tantas atrações, Ziraldo, -cartunista,  chargista, pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista- falou o seguinte numa entrevista “A família brasileira não lê. Nós temos a internet que pode ser a fonte da vida e do conhecimento, mas o computador é usado como brinquedo. Muitos pais não percebem, mas seus filhos se tornaram idiotas” . Óbvio que isso gerou muito falatório e rendeu o seguinte texto de Zuenir Ventura, -escritor e jornalista- que, na minha opinião, explica muito o que Ziraldo quis dizer.

Na sua cruzada pela difusão da leitura no país, Ziraldo provocou polêmica aqui na Bienal do Livro de SP, ao afirmar que os pais hoje não percebem que seus filhos estão ficando “idiotas”. E que a culpa é da internet.

Muita gente concordou com a afirmação, que a outros pareceu exagerada, até que o professor de física Pierluigi Piazzi disse depois mais ou menos o mesmo, com mais ênfase. Para ele, a internet está criando jovens “imbecilizados”, “deficientes mentais”, uma “geração talidomida”, a ponto de o Hospital das Clínicas ter criado, segundo ele, um departamento de “desintoxicação” desses viciados.

Citou ainda a experiência feita numa universidade dos EUA, quando, impedidos de acesso a computador e celular por três dias, usuários compulsivos desenvolveram a síndrome de abstinência, como a de qualquer dependente de drogas. “Tiveram vômitos, dor de cabeça, febre e convulsão.”

Fiquei impressionado, porque um amigo acabara de me informar que, por insistência da família, estava se tratando com um psicanalista para se libertar do celular (e, claro, da internet). Tomara consciência de que estava doente, inclusive porque era mais fácil conversar com ele por telefone do que pessoalmente, mesmo em sua presença.

Apesar de não correr o risco, porque nem celular tenho, acho que atribuir à tecnologia toda a culpa pelo pouco caso com o livro me parece injusto.

A responsabilidade tem que ser repartida também com a família e a escola. Num lar onde os pais não saem da frente do computador ou da televisão e não gostam de ler, os filhos dificilmente vão gostar, porque tendem à imitação.

O contrário funciona como estímulo: o gosto pela leitura começa em casa e pode se desenvolver na escola, desde que não seja imposta como obrigação.

Pra não dizer que não falei de Alice, minha neta prova que é possível a convivência. Ela lida tão bem com as novas tecnologias da comunicação que me dá aulas de ipad. Ao mesmo tempo, adora ler, isto é, vive pedindo que leiam para ela uma história, inclusive as do Ziraldo.

Aliás, uma vez em Porto Alegre, diante de uma plateia de professoras, eu lamentava que os jovens tivessem perdido o gosto pela leitura, quando uma delas me corrigiu: “Só se for o adolescente, porque as crianças estão lendo.”

E contou o que ocorrera na véspera, quando cerca de 2 mil leitores mirins tinham se aglomerado para ver e ouvir o autor infantil preferido deles. Seu nome: Ziraldo. Em suma, é preciso não generalizar os casos patológicos.

Texto original AQUI

Sabe que isso é algo que tem me preocupado um pouco! Vejo por mim e pela minha filha: a facilidade que as crianças tem em manusear e aprender a mexer em eletroeletrônicos! Sophia tem pouco mais de três anos e meio e mexe em smartphone, tablet, computador e vídeo-game milhões de vezes mais E melhor que muitos adultos. Porém, eu tento ao máximo manter as raízes dos tempos antigos, mostrando a importância de pintar com lápis de cor, giz de cera, tinta guache, canetinha .... a gente viveu muitíssimo bem assim e não foi nenhum pouco traumático, foi?!?

Acredito que tudo seja uma questão de equilíbrio. Não existe a possibilidade de fugir da internet, acesso rápido e a qualquer hora e em qualquer lugar, televisão à cabo com transmissões ao vivo de outros países, quase que uma obrigatoriedade de dominar outros idiomas, mas não podemos fazer dos nossos filhos uma máquina que só sabe viver online.

Há algum tempo, meu primo de nove anos (na época estava com oito) estava fazendo uma lição da escola em casa e era sobre esportes e precisava fazer uma pesquisa sobre a brincadeira queimada. Quando eu fui falar para ele o que eu sabia, ele simplesmente saiu da cadeira, pegou o notebook, entrou na internet, num site de busca digitou “queimada” e inúmeras imagens de lugares pegando fogo apareceram, ele substituiu por “brincadeira queimada”, várias imagens apareceram e ele clicou em uma que tinha a explicação, e dali fez a tarefa! OI?!? COMO É QUE É?!!? Aonde está a pesquisa, a comparação, acrescentar várias opiniões diferentes?!? Ninguém mais usa Barsa, Enciclopédia Ilustrada ou Almanaque Abril?!?!

Claro que a internet traz proximidade e praticidade, mas eu quero, de verdade, que minha filha tenha opiniões diferentes e que possa saber aquilo que está lendo, não apenas um simples atos de copiar/colar, mesmo que ela tenha que escrever, mas muitas vezes se torna automático e se perguntada minutos depois o que ela escreveu, mal sabe dizer!

Decidi escrever este post hoje, porque vinte e três de agosto é comemorado o dia do internauta! Por isso, quero abrir essa reflexão, para que possamos fazer da internet um aliado para a educação, cuidado e zelo dos nossos frutinhos. 




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Vida de mãe!

Pois é ... daí que hoje resolvi aproveitar o sol lindão que está brilhando no céu e fui passear, visitar outros lugares, conhecer gente nova, compartilhar bênçãos da minha maternidade do site NESTLÉ *VIDA DE MÃE*!

Quero convidar todo mundo para me prestigiar, vou falar um pouco do muito que vivi quando descobri que estava grávida com vinte anos!


  

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Blogagem Coletiva: Esmalte e Novela Favorita

Eu sou mega noveleira. Não me lembro como comecei a assistir novelas nem qual foi a primeira! Na minha casa, durante muito anos, na verdade até meus quinze anos só tínhamos um aparelho de televisão e este sempre ficava no quarto dos meus pais, então acho que assistia porque deveria estar junto deles.

Existiram algumas novelas que marcaram minha vida, algumas pela história, momento da vida, a trilha sonora, humor ... mas hoje é para falar da novela favorita, ai meu Deus, fico entre duas novelas, Mulheres Apaixonadas e Caminho da Índias! Vou escolher apenas uma e falar muitíssimo sobre ela então!

Mulheres Apaixonadas



Escrita por Manoel Carlos “Maneco” e foi ao ar pela Rede Globo em 2003.



A história conta com mais uma Helena como protagonista, Christiane Tornoli, era casada com Téo, Tony Ramos. Ela é diretora de uma escola, ele saxofonista de uma banda formada pela ex-mulher e seu atual marido.

A drama é muito bem feita e muitos personagens de núcleos diferentes se uniam e de certa maneira tinham alguma ligação que só era apresentada no decorrer da novela.

Téo, por exemplo, teve um caso extraconjugal do qual resultou num casal de filhos, a menina ficou com a mãe e o menino ele “adotou” com Helena, que foi descobrir que o menino era filho de seu marido durante a novela. Quem não lembra da menina Salete, Bruna Marquezine?! Era a filha de Téo com uma ex-garota de programa.

Helena dirigia uma escola que tinha como uma das suas melhores alunas a filha do Dr. César, José Mayer, seu namorado na adolescência que nunca mais se viram desde o rompimento do relacionamento. Alguma dúvida de que esse amor ainda estava vivo entre os dois e que muita coisa aconteceria entre eles?!

Como esquecer da Heloísa, Giulia Gam, também conhecida como Helouquisa, a mulher que era loucamente apaixonada pelo marido, Sérgio, Marcello Antony, a ponto de machuca-lo e tentar suicídio em função de ciúme e de um pedido de separação. Para ajuda-la, contou com o apoio do MADA –Mulheres que Amam Demais.



No núcleo romântico: Edwiges, Carolina Dieckmann, uma menina simples que mora na escola de Helena com a família, seu pai é o zelador e sua mãe responsável pela cantina da escola que se apaixona por Cláudio, Erik Marmo, rapaz da alta sociedade. O namoro do casal é reprovado pela mãe do moço, que deseja que ele se case com alguém do mesmo nível social e financeiro. Para piorar a relação, Gracinha, Carol Castro, filha dos empregados da família chega de viagem e mexe com a vida do rapaz. Entre uma briga e outra entre Cláudio e Edwiges, Gracinha aparece e acaba engravidando dele, para total desespero da mãe do rapaz.



Sem falar de Dóris, Regiane Alves, que maltratava seus avós, humilhando-os e furtando dinheiro. Eram cenas muito fortes, a garota só parou depois que seu pai, Carlão, Marcos Caruso, resolveu dar-lhe uma surra daquelas. O casal de velhinhos foram moram do Retiro dos Artistas.



Para encerrar, como não citar Marcos, Dan Stulbach, que por ciúme batia com uma raquete de tênis em sua esposa, Raquel, Helena Ranaldi. Tudo começou depois que ela começou a se aproximar de um aluno. Após um acidente de carro aonde Marcos estava levando o aluno para algum lugar deserto, ambos faleceram e na festa de encerramento do ano letivo da escola –e no final da novela– ela anuncia que está grávida do aluno.



Claro que eu tentei resumir um pouco do muito que aconteceu em oito meses de novela. Assuntos como câncer de mama, homossexualidade, relacionamento de mulher mais velha com homem muito mais jovem, traição, paixão entre uma mulher por um padre. Nesse quesito, Manoel Carlos e o mestre das tramas. Sem contar que as trilhas sonoras são um caso a parte ... a abertura sempre com uma excelente bossa nova e muuuuito Rio de Janeiro!




Para a blogagem coletiva desta semana, escolhi um esmalte que te tudo a ver com o tema: Cenário Perfeito, da Risqué.





Um dos esmaltes mais lindos que já usei e ousei! Parece um preto, mas tem um fundo roxo! Lindo ... #recomendo!

Agora é conferir o mosaico da BC da Fernanda Reali AQUI e relembrar muitas novelas que, com certeza, também são nossas favoritas!



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